quinta-feira, dezembro 09, 2010

KIT GAY E A PEDAGOGIA DA PROMISCUIDADE ESTATAL

O FOMENTO DA PEDERASTIA COM VERBAS PÚBLICAS

As notícias dão conta de que o MEC está licitando por uma fábula um KIT GAY para estimular em pelo menos 6 mil ESCOLAS PÚBLICAS DO BRASIL as práticas homossexuais, bissexuais, transexuais e outras deformações. 

O convênio firmado entre o MEC, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) visa produziu um kit composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais.

No vídeo intitulado “Encontrando Bianca”, um adolescente de uns 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai. O garoto, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, um travesti. Em seu relato, ele conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada. O jovem travesti fica num dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina o vídeo mostra duas meninas namorando e o fundamento do debate é a profundidade de um beijo de língua. 

Ora, como Homem civilizado não recrimino a preferência sexual individual de ninguém, pois entendo que cada pessoa tem o direito de viver sua vida como quiser ou desejar, desde que adote um comportamento que não agrida moralmente as famílias nem o todo social; desde que respeite também a minha individualidade e as leis do país.

Mas como contribuinte não posso deixar de manifestar o meu repúdio quando vejo um determinado grupo de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros, pederastas, invertidos e transviados usando a máquina pública com o fito de transferir uma tendência individual (de âmbito do sujeito moral) para as instâncias do Estado em forma de política educacional pública.

Sem falar na hipótese muito provável de desvio de recursos, esse tipo espúrio de promiscuidade estatal não promove a cidadania com liberdade de escolhas, já que infunde, forçadamente, uma noção destorcida de gênero e de sexualidade; não protege a individualidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais; não contribui com a democracia do país, já que essa pedagogia anula a livre orientação sexual ou de identidades de gênero; e se choca com ensinamentos religiosos, da família e do lar.

Em verdade esse famigerado KIT GAY pretende afirmar, sim, a vontade totalitária de uma deformação congênita (genética ou psicológica) que vem afetando ideologicamente os grupos que chegaram ao poder com um discurso sob-reptício e destituído de boas intenções para a formação das crianças e jovens.     

Como pai, avô e amparado nas leis que garantem a liberdade individual e de expressão, repudio essas famigeradas ações públicas de universalização da pederastia, do homossexualismo, do lesbianismo e de outras práticas deformadas que desperdiçam recursos nossos com um claro objetivo: de inverter e de corromper o caráter de crianças e adolescentes ainda em formação nas escolas públicas do Brasil.

Parafraseando Willes de Toledo, a apologia do homossexualismo e do sexo livre tem o objetivo de condenar o desenvolvimento infanto-juvenil a uma exclusiva busca pelo prazer e agora querem substituir o saber e o conhecimento por sexo.   

Esse KIT GAY que o MEC (lembremo-nos do ENEM) pretende distribuir nas escolas públicas é uma imoralidade; é uma descompostura; é uma agressão ao bom senso e à razão e seus inventores haverão de ser processados por crime contra a infância e juventude e, provavelmente, haverão de restituir aos cofres públicos os milhões de Reais que estão sendo desperdiçados com esse material que difunde a PEDAGOGIA DA PROMISCUIDADE.

A pretexto de se combater à homofobia e o preconceito no Brasil, os inventores desse KIT GAY querem incentivar de forma massiva o sexo precoce, o que não é recomendável, notadamente nas comunidades mais carentes, onde as crianças muitas vezes são abusadas e forçadas à prostituição. Na prática, o resultado mais objetivo dessa iniciativa desprezível será constatada pela ampliação do contágio de crianças com doenças sexualmente transmissíveis.

Ademais, a televisão e o cinema já estão aí, mostrando às claras todas as formas de sexo. Portanto, o Estado se desvirtua do seu papel fundamental quando incentiva, às nossas custas, iniciativas com esse grau de complexidade, sem saber das suas conseqüências de curto, médio e logo prazos.  
 
A pergunta que devemos fazer à presidente Dilma e ao ministro da Educação, sobre essa promiscuidade estatal é: qual a real intenção desse governo petista – no que diz respeito a EDUCAÇÃO infanto-juvenil - quando patrocina certos grupos de gays, lésbicas, pederastas, invertidos e transviados que chegaram ao poder e agora se lançam nessa famigerada tentativa de universalizar suas tendências sexuais? 

Ruy Câmara
Escritor e sociólogo