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domingo, março 06, 2016

LULA, o BRAVATEIRO, SABUJO e SEVANDIJA


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, o BRAVATEIRO, SABUJO e SEVANDIJA (palavra que significa parasita, verme ou quem vive à custa alheia), não tem álibi para encobrir seu conluio criminoso com empreiteiros corruptos; não tem argumentos para se defender das acusações imputadas pelos delatores da Lava Jato; não tem credibilidade moral para anular com falácia populistas as provas materiais das suas trapaças; não pode justificar a riqueza e muito menos o patrimônio acumulado por sua reca familiar e agora tenta se defender debochando da justiça diante de um punhado de pelegos ordinários e famintos por MORTADELA. 


Acuado pela JUSTIÇA-JUSTA da FORÇA TAREFA do Ministério Público Federal, LULA reaparece em cena como um ZUMBI que se supõe acima da Lei para declarar guerra à Justiça, à imprensa, às instituições democráticas do país, ao bom senso e à razão. 


Mas o tempo de impunidade do camelô de empreiteiros larápios chegou ao fim, assim como chegou ao fim o governo ordinário e corrupto de DILMA, a comunista inconsequente que finge ignorar o estrago moral e econômico que arruinou a Nação e que levará o seu inventor, LULA, à prisão. 

Os melhores amigos de Lula e Dilma estão processados e/ou trancafiados, e a imensa lista de delatores que desvelaram a rede criminosa que atuava na Petrobras e noutras estatais, confunde-se hoje com a lista dos repudiados por Lula, Dilma e pelos petistas mentores, mandantes e operadores das falcatruas perpetradas pela vasta rede criminosa que ambos lideram desde 2002. 


DELCÍDIO DO AMARAL (ex-líder do Governo e agora um leproso para todos os membros da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA) já apresentou provas substantivas de que Dilma sabia de tudo sobre as negociatas envolvendo a compra da sucateada refinaria Pasadena e a delatou como partícipe ativa na sociedade secreta criada por Lula para obstruir as investigações que enjaularam os empreiteiros envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras, sociedade que rendeu e rende favores, mordomias e mais de 40 milhões de reais para engordar a conta de Lula e de sua reca. 


As descomposturas, palavrões e bravatas de Lula contra a Força Tarefa de Curitiba, contra a procuradoria da república e contra o STF demonstram e desapreço do velho RATO DE CADEIA pela verdade, pela justiça, pela democracia e pela sociedade que se vê ameaçada pelos fanáticos que ainda se iludem com cartilha criminosa da seita petista. 

A despeito das provas materiais de tantos crimes cometidos por Lula e Dilma, o ministério público federal e o STF têm sido muito tolerantes ou mesmo lenientes em relação às acusações que pesam sobre ambos, afinal, não resta a menor dúvida de que Lula elegeu-se duas vezes e elegeu Dilma duas vezes, com dinheiro roubado da Petrobras, de Furnas, das Eletros, dos Fundos de Pensões e do BNDES. 

Recentemente a Lava Jato descobriu que a palestra em Santiago (Chile) marcada para 27 de novembro de 2013, que custou US$ 200 mil à OAS, é uma propina. Os e-mails dos executivos da OAS indicam que o arquivo do FALSO CONTRATO foi criado em 7 de janeiro de 2014, portanto, posteriormente ao evento.
Quando descobriu-se que Lula é o verdadeiro dono do apartamento de Guarujá e do sítio de Atibaia, ele foi para a TV e disse, cinicamente, que usa a chácara de um amigo porque os adversários não o oferecem nada. Esse descaramento de Lula me força a externar um desejo até então contido: como eu gostaria de ver esse velho BRAVETEIRO, SABUJO e SEVANDIJA preso, não pelos grandes crimes de corrução, de tráfico de influência, de ocultação de patrimônio ou de receptação de propina disfarçada de palestras, mas por FURTO QUALIFICADO, isso mesmo, por furto, envolvendo somente as relíquias e os objetos que foram levados do Palácio para o famoso Sítio de Atibaia e para os depósitos da GRANERO, operação que custou R$ 1,3 milhões à OAS. E o furto que dorme gratuitamente em um cofre-forte de uma agência do Banco do Brasil em São Paulo, não era uma mala ou alguns caixotes, mas 11 contêineres atulhados de obras de arte, relíquias e outros objetos pertencentes à União. 

No auge da sua popularidade, o Brasil e muitos países endeusavam Lula, o mito construído com propaganda suja e enganosa pela esquerda mais ordinária, pelega e lacaia da América Latina; e ele viajava pelo mundo posando de estadista, de pai dos pobres e era tão ludíbrio que uma fotografia sua ao lado de um candidato qualquer à cargo público, significava uma quase certeza de vitória. E quantos políticos e empresários de renome mostravam garbosamente uma foto sua ao lado do ilusionista das massas, esse velho rato de cadeia que faz do Brasil o paraíso tropical da corrupção endêmica e sistêmica sem cura e sem remédio? A lista é imensa!

Apesar da frouxidão das instâncias superiores da Justiça brasileira, o Brasil espera que, as condenações que abateram tantos outros membros da Organização Criminosa (José Dirceu, Antônio Palloci, José Genuíno, Delúbio Soares, Silvio Pereira, João Paulo Cunha, Delcídio do Amaral...) também alcancem Lula.

É certo que ele já caiu em desgraça, mas espera-se que a ruína moral que desaba sobre o chefão da quadrilha, desabe também sobre os seus sócios do crime (hoje leprosos do sistema), e também sobre seus familiares; sobre o presidente do Instituto do crime (Paulo Okamoto), sobre os ex-presidentes da Petrobras, Sérgio Gabrielli e Graça Foster, sobre o operador do BNDES, Luciano Coutinho, sobre o presidente da instituição criminosa, Rui Falcão, sem falar daqueles larápios ordinários que sumiram sorrateiramente e que mais adiante haverão de ser alcançados e criminalizados pela LAVA JATO, como já serão, com toda certeza, Collor de Mello, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Lindberg Farias, Guido Mantega, Edinho Silva, Gleise Hoffmann e seu marido, Paulo Bernardo, dentre outros corruptos federais. 

O Brasil já deu provas substantivas de que apoia integral e incondicionalmente a Força-Tarefa da Lava Jato, que apoio SERGIO MORO e que repudia LULA, DILMA e todos os figurantes desse teatro de salafrários e embusteiros ordinários que viciaram a massa de manobra sindical em pão com mortadela (pagos pelo contribuinte) para encenar tantas farsas deprimentes: a VITIMIZAÇÃO de uma presidente mentirosa e afeita ao crime desde a juventude e também de um farsante, corrupto e perigoso que se auto confunde com uma JARARACA.

A ex-terrorista e a serpente peçonhenta ainda estão vivas, rastejando com seus ódios sobre os próprios ventres, mas como ambos foram inoculados com os próprios venenos, seus dias no poder estão contados e o expurgo da dupla é só uma questão de Justiça-Justa e de tempo. E  não tardará o dia em que nós, brasileiros, veremos Dilma descendo aos tombos a rampa do Planalto para viver o seu ostracismo numa republiqueta comunista qualquer; e veremos também Lula sozinho, bufando em um cubículo com seus demônios interiores, onde nem mesmo os trombadinhas e batedores de carteiras quererão compartilhar a mesma latrina com o vigarista que costumava dizer a famosa bravata: "nuncaantesnahistóriadessepaís..."

Não há dúvidas de que o toque de midas de Lula tornou-se uma maldição para o País, para seus sócios do MENSALÃO, PETROLÃO, ELETROLÃO e também para DILMA, sua cria e sua merecida sina.           

Ruy Câmara

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2016/03/lula-o-braveteiro-sabujo-e-sevandija.html

segunda-feira, agosto 18, 2014

18/08/2014
 às 16:00 \ Política & Cia

Lula tem vidão de rico, e continua denunciando “as elites”, às quais hoje ele gostosamente pertence. Por J. R. Guzzo: 

Lula saiu do povo e não voltou mais. Anda com bilionários, exige jato particular para ir às suas conferências e Johnnie Walker Rótulo Azul no cardápio de bordo ( Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula)
UMA DOCE VIDA DE RICO — Lula saiu do povo e não voltou mais. Anda com bilionários, exige jato particular para ir às suas conferências e Johnnie Walker Rótulo Azul no cardápio de bordo ( Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula)
Publicado originalmente em 8 de junho de 2013
Artigo publicado em edição impressa de VEJA
O ENIGMA DAS ELITE
campeões de audiência 02A elite brasileira é acusada todo santo dia pelo ex-presidente Lula de ser a inimiga número 1 do Brasil – uma espécie de mistura da saúva com as dez pragas do Egito, e culpada direta por tudo o que já aconteceu, acontece e vai acontecer de ruim neste país.
É possível até que tenha razão, pois se há alguma coisa acima de qualquer discussão é a inépcia, a ignorância e a devastadora compulsão por ganhar dinheiro do Erário que inspiram há 500 anos, inclusive os últimos dez e meio, a conduta de quem manda no país, dentro e fora do governo.
O diabo do problema é que jamais se soube exatamente quem é a elite que faz a desgraça do Brasil. Seria indispensável saber: sabendo-se quem é a elite, ela poderia ser eliminada, como a febre amarela, e tudo estaria resolvido.
Mas continuamos não sabendo, porque Lula e o PT não contam.
Falam do pecado, mas não falam dos pecadores; até hoje o ex-presidente conseguiu a mágica de fazer discursos cada vez mais enfurecidos contra a elite, sem jamais citar, uma vez que fosse, o nome, sobrenome, endereço e CPF de um único de seus integrantes em carne e osso. Aí fica difícil.
Mas a vida é assim mesmo, rica em perguntas e pobre em respostas; a única saída é partir atrás delas. Na tarefa de descobrir quem é a elite brasileira, seria razoável começar por uma indagação que permite a utilização de números: as elites seriam, como Lula e o PT frequentemente dão a entender, os que votam contra eles nas eleições?
Não pode ser. Na última vez em que foi possível medir isso com precisão, no segundo turno das eleições presidenciais de 2010, cerca de 80 milhões de brasileiros não quiseram votar na candidata de Lula, Dilma Rousseff: num eleitorado total pouco abaixo dos 136 milhões de pessoas, menos de 56 milhões votaram nela.
É gente que não acaba mais. Nenhum país do mundo, por mais poderoso que seja, tem uma elite com 80 milhões de indivíduos. Fica então eliminada, logo de cara, a hipótese de os inimigos da pátria serem os brasileiros que não votam no PT.
As elites seriam os ricos, talvez? De novo, não faz sentido: os ricos do Brasil não têm o menor motivo para se queixar de Lula, dos seus oito anos de governo ou da atuação de sua sucessora.
Ao contrário, nunca ganharam tanto dinheiro como nos últimos dez anos, segundo diz o próprio Lula. Ninguém foi expropriado sequer em 1centavo, ou perdeu patrimônio, ou ficou mais pobre em consequência de qualquer ato direto do governo.
Os empresários vivem encantados, na vida real, com o petismo; um dos seus maiores orgulhos é serem “chamados a Brasília” ou alcançarem a graça máxima de uma convocação da presidente em pessoa. No puro campo dos números, também aqui, não dá para entender como os ricos possam ser a elite tão amaldiçoada por Lula e seus devotos.
De 2003 para cá, o número de milionários brasileiros (gente que tem pelo menos 2 milhões de reais, além do valor de sua residência) só aumentou.
Na verdade, segundo estimativas do consórcio Merrill Lynch Capgemini, apoiado pelo Royal Bank of Canada e tido como o grande perito mundial na área, essa gente vem crescendo cada vez mais rápido.
Pelos seus cálculos, surgem dezenove novos milionários por dia no Brasil, o que dá quase um por hora, ou cerca de 7 000 por ano; em 2011, o último período medido, o Brasil foi o país que teve o maior crescimento de HNWIs – no dialeto dos pesquisadores, “High Net Worth Individuais”, ou “milionários”.
O resultado é que há hoje no Brasil 170 000 HNWIs – os 156 000 que havia no levantamento de 2011 mais os 14 000 que vieram se somar a eles, dentro da tal conta dos dezenove milionários a mais por dia.
Não dá para entender bem essa história. O número de milionários brasileiros, após dez anos de governo popular, não deveria estar diminuindo, em vez de aumentar?
Deveria, mas não foi o que aconteceu. A sempre citada frota de helicópteros de São Paulo, com 420 aparelhos, é a segunda maior do mundo; no Brasil já são quase 2000, alugados por até 3 000 reais a hora.
Os 800 000 brasileiros, ou pouco mais, que estiveram em Nova York no ano passado foram os turistas estrangeiros que mais gastaram ali: quase 2 bilhões de dólares. Na soma total de visitantes, só ficaram abaixo de canadenses e ingleses – e seu número, hoje, é dez vezes maior do que era dez anos atrás, início da era Lula.
O eixo formado pela Avenida Europa, em São Paulo, é um feirão de carros Maserati, Lamborghini, Ferrari, Aston Martin, Rolls-Royce, Bentley, e por aí afora.
Então não podem ser os ricos os cidadãos que formam a elite brasileira – se fossem, estariam sendo combatidos dia e noite, em vez de viverem nesse clima de refrigério, luz e paz.
Um outro complicador são as ligações de Lula com a nossa vasta armada de HNWIs, como diriam os rapazes da Merrill Lynch. É um mistério.
Como ele consegue, ao mesmo tempo, ser o generalíssimo da guerra contra as elites e ter tantos amigos do peito entre os mais óbvios arquiduques dessa mesmíssima elite?
Ou será que bilionários e outros potentados deixam de ser da elite e recebem automaticamente uma carteirinha de “homem do povo” quando viram amigos do ex-presidente?
Para ficar num exemplo bem fácil de entender, veja-se o caso do ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi, uma das estrelas do círculo de amizades políticas de Lula.
O homem é o maior produtor individual de soja do mundo, e a extensão das suas terras o qualifica como o suprassumo do “latifundiário” brasileiro. É detentor, também, do título de “Motosserra de Ouro”, dado anos atrás pelo Greenpeace – grupo extremista e frequentemente estúpido, mas que ainda faz a cabeça de muita gente boa pelo mundo afora.
É claro que não há nada de errado com Blairo: junto com seu pai, André, fundador da empresa hoje chamada Amaggi, é um dos heróis do progresso do Brasil Central e da transformação do país em potência agrícola mundial.
Mas, se Blairo Maggi não é elite em estado puro, o que seria? Um pilar das massas trabalhadoras do Brasil?
Lula anda de mãos dadas com Marcelo Odebrecht, presidente de uma das maiores empreiteiras de obras do Brasil e do vasto complexo industrial que crescerem torno dela.
Ainda há pouco foi fotografado em companhia do inevitável Eike Batista, cuja fortuna acaba de desabar para meros 10 bilhões de dólares, numa visita a um desses seus empreendimentos que nunca decolam; foi seu advogado, logo em seguida, para conseguir-lhe um ajutório do governo.
É um fato inseparável de sua biografia, desde o ano passado, o beija-mão que fez a Paulo Maluf, hoje um aliado político com direito a pedir cargos no governo – assim como Maggi, que ainda recentemente foi cotado para ser nada menos, que o ministro da Agricultura de Dilma.
Dize-me com quem andas e eu te direi quem andas e te direi quem és, ensina o provérbio. Talvez não dê, só por aí, para saber quem é realmente Lula. Mas, com certeza, está bem claro com quem ele anda.
As classes que Lula e o PT descrevem a “elite brasileira” não são suas amigas só de conversa – estão sempre prontas para abrir o bolso e encher de dinheiro a companheirada.
Nas últimas eleições presidenciais, presentearam a candidata oficial Dilma Rousseff quase 160 milhões de reais – mais do que deram a todos os outros candidatos somados.
Há de tudo nesses amigos dos amigos: empreiteiros de obras, é claro, banqueiros de primeira, frigoríficos empenhados até a alma no BNDES, siderúrgicas, fábricas de tecidos, indústrias metalúrgicas, mineradoras. É o que a imprensa gosta de chamar de “pesos-pesados do PIB”.
Ninguém, nessa turma, faz mais bonito que as empreiteiras, que dependem do Tesouro Nacional como nós dependemos do ar.
Foram as maiores doadoras privadas às eleições municipais do ano passado: torraram ali quase 200 milhões de reais, e o PT foi o partido que mais recebeu. Ficou com cerca de 30% da bolada distribuída pelas quatro maiores empreiteiras do país, e junto com seu grande sócio da “base aliada”, o PMDB, raspou metade do dinheiro colocado nesse tacho.
Todo mundo sabe quem são: Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS e Camargo Corrêa. Mas esses nomes não resolvem o enigma que continua a ocultar a identidade dos membros da elite.
Com certeza, nenhum dos quatro citados acima pertence a ela, já que dão tanto dinheiro assim ao ex-presidente, seu partido e seus candidatos. Devem ser, ao contrário, a vanguarda classes populares.
Restariam como membros da elite, enfim “inconformados” com o fato de que “um operário chegou à Presidência” ou que a “classe melhorou de vida. Mais uma vez, não dá para levar a sério.
Por que raios essa gente toda está inconformada, se não perdeu nada com isso? Qual diferença prática lhes fez a eleição de presidente de origem operária, ou por que sofreriam vendo um trabalhador viajar de avião?
Num país com 190 milhões de habitantes, é óbvio há muita gente que detesta o ex-presidente, ou simplesmente não gosta dele. E daí? Que lei os obriga a gostar? Acontece com qualquer grande nome da política, em qualquer lugar do mundo.
Ainda outro dia, milhares de pessoas foram às ruas de de Londres para festejar alegremente a morte da ex-líder britânica Margaret Thatcher – que já não estava mais no governo havia 23 anos. É a vida.
Por que Lula e seus crentes não se conformam com isso e param de encher a paciência dos de outros com sua choradeira sem fim? O resumo dessa ópera é uma palavra só: hipocrisia.
Lula bate tanto assim na “elite” para esconder o fato de que ele é hoje, na vida real, o rei da elite brasileira. O ex-presidente diz o tempo todo que saiu do povo. De fato, saiu – mas depois que saiu não voltou nunca mais.
Falemos sério: ninguém consegue viver todos os dias como rico, viajar como rico, tratar-se em hospital de rico, ganhar como rico (200 000 reais por palestra, e já houve pagamentos maiores), comer e beber como rico, hospedar-se em hotel de rico e, com tudo isso, querer que os outros acreditem que não é rico.
Onde está o operário nisso tudo? (Foto: Valter Campanato / ABr)
Onde está o operário nisso tudo? (Foto: Valter Campanato / ABr)
Lula exige jato particular para ir às suas conferências e Johnnie Walker Rótulo Azul no cardápio de bordo.
Quando tem problemas de saúde, interna-se no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo, um dos mais caros do mundo.
Sempre chega ali de helicóptero. Vive cercado por um regimento de seguranças que só o típico magnata brasileiro costuma ter.
O ex-presidente sempre comenta que só falam dessas coisas porque “não admitem” que um “operário” possa desfrutar delas.
Mas onde está o operário nisso tudo?
É como se o banqueiro Amador Aguiar, que foi operário numa gráfica do interior de São Paulo e ali perdeu, exatamente como Lula, um dos dedos num acidente com a máquina que operava, continuasse dizendo, sentado na cadeira de presidente do Bradesco, que era um trabalhador manual.
Lula não trabalha, não no sentido que a palavra “trabalho” tem para o brasileiro comum, desde os 29 anos de idade, quando virou dirigente sindical e ganhou o direito legal de não comparecer mais ao serviço.
Está a caminho de completar iria 68 e, depois que passou a fazer política em tempo integral, nunca mais tomou um ônibus, fez uma fila ou ficou sem dinheiro no fim do mês.
Melhor para ele, é claro. Mas a vida que leva é um igualzinha à de qualquer cidadão da elite. O centro da questão está aí, e só aí. Todo o resto é puro conto do vigário.