Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, outubro 04, 2018

AS REFREGAS DE SETEMBRO NO STF


Enquanto as eleições 2018 se encaminham para reta final, algumas marmotas estão acontecendo nos gabinetes sóbrios do STF. 


Todos sabem que pendia de julgamento no STF mais um recurso pedido de soltura do presidiário Lula – pedindo sua liberdade até o esgotamento dos recursos em todas as instâncias – ou seja, até o “dia de são nunca” 

Esse julgamento ocorria no plenário virtual e o placar já estava de 7 x 1 contra a soltura de Lula quando a votação foi interrompida no dia 14 de setembro. 

Por que foi interrompida? Ora, para evitar a derrota esmagadora de mais um dos recursos em benefício do condenado, Lula. Lewandowski apressou-se e pediu vistas ou seja, mais tempo para análise do mérito da questão em julgamento. 

Com essa jogada (que é regimental), Lewandowski suspendeu o julgamento virtual e assim empurrou a questão para ser decidida em plenário. Isso no dia 14 setembro. 

13 dias depois, no dia 27 de setembro, Lewandowski devolveu o recurso de Lula para ser julgado pelo PLENÁRIO. Até aí tudo bem! 

Mas, prevendo um desfecho completamente desfavorável a Lula, Lewandowski surpreendeu alguns colegas pedindo ao presidente do STF, Dias Toffoli, para pautar com a máxima brevidade possível, as duas ADCs - Ações Declaratórias de Constitucionalidade, que tratam da prisão após condenação em segunda instância. 

Ou seja, pediu para marcar o julgamento das ADCs antes de o STF voltar a se debruçar sobre o recurso de Lula. 

Entenderam a jogada? 

Lewandowski entregou o processo para julgamento pelo plenário, acreditando que acontecerá um milagre e os ministros que votaram contra Lula, mudarão de posição. 

Felizmente Dias Toffoli não atendeu o pedido de Lewandowski, alegando que esse assunto polêmico só será pautado no próximo ano. 

Quando tudo se acalmou, eis que Lewandowski volta à cena em defesa de Lula. Vejam só: na última sexta (28 de setembro), ele, Lewandowski autorizou monocraticamente a Folha de SP a entrevistar Lula na prisão. 

Na mesma data (28) atendendo a um pedido de suspensão de liminar formulado pelo partido Novo, o ministro Fux, que estava na presidência do STF, suspendeu a decisão de Lewandowski. 

A decisão de FUX elevou a temperatura no STF. Inconformado com a interferência do colega e pressionado pelos advogados da Folha de SP, nessa segunda (1º de outubro), Lewandowski recusou-se a acatar a decisão do então presidente Fux, e deliberou novamente, concedendo nova autorização para a Folha entrevistar Lula na cadeia. 

Inclusive determinado no seu despacho severa punição para quem descumprir sua ordem. Um ato muito parecido com a atitude vergonhosa daquele desembargador do TRF 4 de Porto Alegre, que determinou a soltura de Lula, fato que levou o andar de cima a desfazer a maracutaia. 

Diante dos despachos conflitantes, Dias Toffoli decidiu manter o posicionamento acertadíssimo de Fux (seu vice) e suspendeu a entrevista até posterior deliberação pelo plenário do STF. 

Sabe-se que segunda-feira (01/10), antes da palestra numa universidade, Lewandowski levou Toffoli para uma sala reservada para tratar do assunto, e então houve um entrevero entre os dois por conta da proibição da entrevista. 

Lewandowski perdeu a estribeira e, mordendo-se de raiva do colega, ameaçou revelar publicamente os desvios de finalidade do STF. (Leia-se, desvios de condutas de certos ministros.) 

Ora, quem tem telhado de vidros não joga pedra na casa do vizinho. Eu esperei que Lewandowski abrisse a boca, mas ele manteve-se quieto e o Brasil perdeu a chance de conhecer fatos muito pitorescos que ocorrem nos bastidores daquela corte. 

Nesse episódio ficou claro, claríssimo, que Lewandowski não esconde mais de ninguém que uma das suas tarefas no STF é desmoralizar a Lava-Jato, livrando Lula e outros criminosos da cadeia. 

Mas os esforços para livrar Lula da cadeia não pararam aí: aqueles 3 patetas do PT que protagonizaram o episódio do TRF4, Wadih Damous (RJ), que é advogado de Lula, o pelego Paulo Pimenta (RS) e o lacaio Paulo Teixeira (SP), ingressaram com idêntico pedido no STF – dessa vez para que a imprensa inteira possa entrevistar o presidiário de estimação do bando. 

Nessa quarta-feira (03/10) pala manhã, Lewandowski voltou a despachar, concedendo nova autorização para Lula conceder entrevistas e remeteu seu despacho ao presidente do STF para ele deliberar o que entender de direito. 

À noite de ontem (03/10) Dias Toffoli deu outra canetada certeira e manteve a decisão de seu vice, Luiz Fux, suspendendo a ordem de Lewandowski até uma decisão sobre a matéria pelo plenário. 

Esse não é o primeiro e não será o último episódio envolvendo o processo de execução da pena do bandido Lula, sob a análise do Supremo. Outras e refregas e arranca-rabos estão por vir, elevando a desconfiança e descrença da sociedade brasileira no STF. 

Ruy CÂMARA é brasileiro, escritor e sociólogo.

quinta-feira, setembro 06, 2018

LULA, UM CASO PERDIDO, SEM CURA E SEM REMÉDIO.



Os bandos de defensores do Presidiário Lula receberam nessa quarta-feira (05/09) mais duas bordoadas certeiras nos seus cérebros obtusus.

Na madrugada de ontem para hoje (06/09), o ministro Fachin decidiu negar o pedido da defesa do bandido, mantendo o impedimento de sua candidatura nas eleições em curso.

Fachin entendeu que a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU não pode suspender o efeito da decisão do TRF-4 (2ª instância) que condenou Lula.

Vale lembrar que Edson Fachin (ministro do STF e TSE) fora o único voto em favor do registro do presidiário Lula no TSE, sob a alegação de que a posição do inútil e muito suspeito Comitê de Direitos Humanos da ONU afastava a inelegibilidade do presidiário, abrindo caminho para a validar a sua candidatura à Presidência da República, mesmo estando ele encarcerado em regime fechado após condenação criminal em duas instâncias da justiça.

Os milionários advogados do criminoso Lula, Cristiano Zanin e Valeska Zanin são tão pretenciosos, a ponte de alegaram a tese mais exdrúxula que se tem notícia nos tribunais do Brasil, ou seja, que não cabe aos órgãos judiciários brasileiros sindicar as decisões proferidas pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, mas, sim, dar cumprimento às obrigações internacionais assumidas pelo Brasil.

É muita cretinice desses advogados canalhas. Para gáudio do Brasil, a resposta de Fachin foi rápida e precisa: "Indefiro o pedido formulado. Publique-se. Intime-se. Após, arquivem-se", determinou ele, para tristeza geral do bandido Lula e do seu bando.

Horas antes da decisão de Fachin, o Tribunal de Justiça de São Paulo havia negado por unanimidade um recurso do presidiário Lula, que pedia, na segunda instância, pagamento de multa de R$ 1 milhão contra o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato.

QUEIRAM ou não os membros da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA e os esquerdopatas do Brasil, mas no dia 11/09 a candidatura do petistas encarcerado será substituída pelo candidatura do seu poste, Fernando Hadad e as chicanas jurídicas em favor do bandido chegarão ao fim.

Ficam completamente desmoralizados: o bandido Lula, seus os advogados, seus cúmplices das lides criminais e principalemnete os dois comunistas do famigerado e inútil comitê de direitos humanos da ONU que assinaram, sabe-se lá por quanto US$$$$$, um papelucho sem valor algum para tapear a justiça brasileira.   

Ruy Câmara

segunda-feira, julho 09, 2018

MAUS EXEMPLOS E JOGUETES DE IMITAÇÃO



Quem dedicar alguns minutos para ouvir a entrevista atabalhoada do petista-desembargador, Rogério Favreto, participante ativo da armação jurídica, ou melhor, do Arbítrio judicial pernicioso que intentou soltar Lula da cadeia enquanto a sociedade se distraia em um domingo, verá que ele não foi induzido a erro como afirma o ilustre relator da Lava Jato no TRF4, desembargador Pedro Gibran Neto. Ele errou consciente do erro e propositadamente. 

Nesses joguetes de imitação, Rogério Favreto errou consciente e propositadamente porque confundiu a boa-justiça com os maus exemplos do quarteto da impunidade que atua no STF, notadamente no episódio recente em que Dias Toffoli jogou na lixeira decisão de orgão colegiado de 2ª instância e, sem que a defesa tenha pedido, monocraticamente, livrou da cadeia o bandido e réu-confesso, José Dirceu, seu ex-chefe. 

Ora, se Dias Toffoli não se julga impedido de julgar a favor dos interesses do PT, embora tenha sido advogado do partido que se tornou um bando, tendo sido assessor de bandido José Dirceu e nomeado ministro pelo criminoso Lula, o petista-desembargador, Rogério Favreto, imitando o togado, também não se julgou impedido de cumprir a tarefa de soltar Lula, o líder do bando no qual militou e se beneficiou durante mais de 20 anos. 


Claro que o petista-desembargador está completamente desmoralizado com o desfecho desse episódio vergonhoso, envolvendo a tentativa fracassada de soltura do Lula, pelos seguintes motivos: por haver tomado parte ativa na tramoia jurídica (planejada previamente durante o recesso dos tribunais superiores), fato que permitiu 3 deputados lacaios do PT a protocolarem um habeas corpus sem a mínima fundamentação após o encerramento do expediente de uma sexta-feira, porque já sabiam previamente qual seria o despacho do plantonista. A prova dessa armação é o depoimento de José Dirceu, vestido com a camisa da seleção e gravado sexta-feira, comemorando antecipadamente a soltura do Lula.


Mesmo sob coação do partido, se o petista-desembargador tivesse um mínimo de apreço pela boa Justiça, deveria ter invocado os princípios da suspeição e se declarado impedido para julgar o caso, afinal, nem ele próprio esconde que fora militante do PT durante 20 anos ou que fora subalterno de vários petistas graúdos, como Tasso Genro, José Dirceu, Dilma e consequente de Lula. 

O petista-desembargador que tanto se empenhou para soltar Lula, inclusive infringindo as regras que norteiam o papel do plantonista de tribunal, (juiz plantonista não tem competência para se sobrepor às decisões de órgão colegiado) alegou o seguinte: Minha decisão foi tomada com base em fundamentos. 

"Quais fundamentos, cara pálida?" 

Voltei ao áudio da entrevista e ouvi o homem gaguejar, gaguejar como se não tivesse resposta. Mesmo constrangido com a miséria dos próprios argumentos, ele saiu-se com essa falácia:

“Decidi sobre um fato novo: a condição de pré-candidato; o direito do preso se manifestar nos atos de pré-campanha.” E repetiu a falácia na entrevista, reafirmando: “Trouxeram um fato novo, que é a pré-candidatura do preso. Isso fundamentou a minha decisão, sob um aspecto novo, de que o preso estava impedindo da liberdade de expressão.” 

É obvio que o petista-desembargador confundiu propositadamente um factoide ordinário com fato novo, afinal, há décadas Lula se diz e atua como pré-candidato, sendo, portanto, um fato antigo e de amplo conhecimento do Brasil e do mundo. 

A imprensa noticia que o plantonista do TRF4 entrou nessa fria por motivos pessoais, provavelmente para retribuir os favores recebidos; para atrair a atenção das mídias para seu ídolo ou para si próprio; por atrevimento ideológico ou mais seguramente por ignorância jurídica. Eu acredito mais na Ignorância do petista pelos seguintes motivos: 

1. Por ignorar que a condição de pré-candidatura ou de pré-candidato sequer existe juridicamente. 

2. Por ignorar o fato de que a legislação brasileira proíbe campanha antecipada, ato que configura crime eleitoral, passivo de punições que podem levar à inelegibilidade ou cassação do mandato do eleito. 

3. Por ignorar que a autoridade que pode decidir sobre eleições ou matéria eleitoral é a justiça eleitoral e não um plantonista. 

4. Por ignorar que juiz plantonista não pode desrespeitar decisões já tomadas anteriormente por órgão colegiado. 

Contudo, não podemos descartar a hipotese de atrevimento ideológico, afinal o petista-desembargador expediu 3 mandatos em um só dia determinando com ameças e rigores a soltura imediata de um criminoso já condenado em 1ª e 2ª instâncias, apenas para que cometa um crime eleitoral. 

Portanto, toda essa armação jurídica envolvendo o petista-desembargador configura, sem sombra de dúvida, no mínimo um crime de cumplicidade ou de conivência com ato criminoso, por isso mesmo ele deverá ser punido com o rigor merecido pelo CNJ.

Ruy Câmara

Link da entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=kNMZEn2uHgY

segunda-feira, abril 09, 2018

A POSSÍVEL DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO


Por mais que o STF negue, a LEI que deveria valer para todos, não vale para Lula. Condenado por 2 instância a cumprir pena de 12 anos e 1 mês de cadeia, o deus-bandido da seita petista (LULA) daria alguma demonstração de apreço, igualdade e de respeito pelos 700 mil presidiários do Brasil (dentre os quais 300 mil sequer foram julgados ou condenados em 1ª instância), se tivesse a dignidade e honradez de recusar as benesses que ele, somente a ele, recebe das autoridades da justiça brasileira no cárcere. 



Enquanto os antigos comparsas e agora delatores de Lula cumprem suas penas no pavilhão com capacidade para 18 presos, dividido em 6 celas, com 3 presos cubículo, a sala onde o RATO DE CADEIA está morando é somente sua, uma sala bem melhor, mais amplas, mais limpa e mais confortável do que todos os barracos em que vivera a sua infância e juventude. 



Lula teve o prazo que quis para se entregar, com direito a churrasco, bebedeira, missa, comício, não fora arrancado de casa e não pegou algemas nos punhos. Seu novo endereço fica no 4º e último andar do prédio da Polícia Federal, localizado no bairro de classe média alta, no Jardim Santa Cândida, região central de Curitiba. Sem pagar aluguel, condomínio e nenhuma conta doméstica, Lula poderá desfrutar de um espaço silencioso; de uma cama com lençóis e travesseiros limpos; de uma mesa com cadeira para anfitrionar seus visitantes; tem o privilégio de engordar às custas do contribuinte; pode se banhar com água aquecida; pode passar horas e horas despejando suas imundícies viscerais no trono privado; pode receber mimos extras da camarilha; não será admoestado pelos brasileiros que desejam o fim da impunidade de bandidos; não terá a barba e a cabeleira raspadas; não usará o velho pijama listrado e, quem sabe, seus muito bem pagos defensores possam requerer aos ministros, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Celso de Mello, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, o auxílio presidiário para embriagar-se com cachaça e poder dormir sem pensar na possiblidade real de fazer a sua SUPER DELAÇÃO PREMIDA. 

Como Lula não tem caráter e nem a mínima vergonha de culpar os outros por seus crimes, o que mais perturba a sua defesa, aos petistas e a uma centena de autoridades, é a possibilidade real de um acordo (durante os banhos de sol) entre Lula e seus comparsas, agora seus delatores, Antônio Palocci, Renato Duque, Agenor Franklin, Adir Assad e Léo Pinheiro, justamente os que mais sabem, em pormenores, dos crimes cometidos pela ORCRIM, pois contribuíram diretamente para tantos. 

Se um punhado de ministros defensores da IMPUNIDADE não estivessem tão dispostos a humilhar o povo brasileiro e a desmoralizam a própria justiça, no prazo de um mês o CAPI DI TUTTI CAPI da MÁFIA PETISTA poderá fazer de fato a sua tão protelada quanto adiada DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO. 

Ruy Câmara

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2018/04/lula-o-presidiario-de-luxo-da-quadrilha.html

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

O TRISTE FIM DO CHEFÃO DA MAIOR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO PLANETA



O STJ (Superior Tribunal de Justiça) adiou para dia 06/03 o julgamento do habeas corpus preventido do bandido e FICHA-SUJA, LULA, que vem fugindo da prisão como o diabo foge da cruz. 

Vale lembrar que esse mesmo habeas corpus, impetrado pelos caríssmos advogados de LULA, já havia sido negado em caráter liminar pelo vice-presidente do STJ, Humberto Martins, no dia 30 de janeiro. 

O desespero de Lula fez com que seus advogados impetrassem um pedido liminar junto ao STF, o qual foi negado pelo ministro, Edson Fachin no dia 09/02 e, ato contínuo, o submeterá à apreciação do plenário da Corte. Um dos motivos pelos quais Fachin negou o pedido de Lula foi justamente o fato de que o processo ainda não havia sido completamente julgado pelo STJ. 

Já é consenso entre os juristas que o desfecho do julgamento desse habeas corpus não será diferente dos outros 9 processos já julgados pela 5ª Turma do STJ somente neste ano, envolvendo políticos e empresários que já estão cumprindo pena em regime fechado. 

Importa observar que em todos esses 9 processos, o colegiado do STJ adotou o mesmo entendimento do STF, considerando que a prisão nesta fase não viola o princípio constitucional da presunção de inocência, que é um dos fundamentos subscritos pelos 20 advogados de Lula.

Por mais influentes e bem pagos que sejam os seus advogados, Lula já está completamente fora do jogo eleitoral porque é FICHA-SUJA e não escapará da CADEIA. 

Ruy Câmara

quinta-feira, janeiro 11, 2018

A POTÊNCIA DA VERDADE

A VERDADE é dotada de uma potência invisível tão poderosa que, mesmo tendo sido sepultada nas valas mais profundas do tempo e por lá tenha sido sufocada pelos entulhos putrefatos de mentiras, ardis, farsas, embustes e simulacros, ela, a VERDADE, mais amanhã, mais hoje, sempre se levantará e se afirmará com autarcia e plenitude para triunfar no passo da história e dos séculos.

No dia 24 deste janeiro esperançoso, o bandido e chefão máximo da organização criminosa mais nociva do planeta, LULA DA SILVA, será finalmente desmascado, em seguida condenado pela Justiça-justa e, após 3 dias do sumário veredicto, Lula passará a ser ignorado, demerecido e completamente desprezado por seu bando como um verme peçonhento, quando passará a viver a sua velhice solitária, sentindo no cárcere (público ou domiciliar) as ardências mais ardidas da sua consciência ordinária.

O Brasil decente espera, clama e deseja que o bandido Lula receba o seu merecido castigo por todos os males que causou ao país e ao povo Brasileiro e só então ele comprenderá a inutilidade dos seus atos criminosos e das das suas mentiras em série.

É provavel que que durante o cumprimento de sua merecida pena, Lula, já arruinado moral e mentalmente, sucumbirá em silêncio e ver-se-á sozinho, triste e sorumbático como uma hiena raivosa defenestrada da matilha.

Ruy Câmara.

terça-feira, agosto 22, 2017

LULA, DE APEDEUTA A "DOTÔ DE ARAQUE" PELA UFRB


Em Cruz das Almas, Bahia, o VIGARISTA e APEDEUTA, LULA, visitou a UFRB, onde receberia o GLORIOSO título de DOUTOR HONORIS CAUSA das mãos do reitor daquela universidade. 

Mas, por força de uma decisão judicial a honraria oficial foi substituída por um título fajuto, de doutor honoris causa, concedido por parte do alunado, que o assinou o diploma tal como o vemos na foto abaixo: DICENTES DA UFRB. 



O termo “DICENTES”, empregado pelos apedeutas daquela universidade, doeu no meu tímpano direito. Mas deveria doer e arder muito mais nos ouvidos moucos da banda esquerdista, já que o termo usado no diploma fajuto não existe em língua alguma do planeta. 

Mas, um erro com tal espessura não tem a mínima importância para os burros que puxam a caravana do PT pelo Nordeste, afinal, a honraria é apenas um papelucho ou uma farsa a mais para inflar o cérebro obtuso de um analfabeto que sequer sabe que o termo correto seria “DISCENTES”, que alude àqueles que aprendem, pois trata-se de um adjetivo de dois gêneros, originário do latim "discente", que significa "aluno" ou àqueles que frequentam escolas e universidades que deveriam ensinar para retirar os estúpidos da ignorância. 

Ocorre que a jumentice crônica dos chamados “DICENTES” não parou aí. Apesar das poucas linhas, o diploma de Lula leva outro erro gramatical grave, como se vê na posição da vírgula, separando sujeito e predicado: 

“A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, concede ao maior presidente da República Federativa do Brasil, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, o torneiro mecânico, o título de doutor honoris causa”.

Fato é que o reitor da UFRB ficou tão envergonhado com os fiascos que, rapidamente cuidou de enviar uma nota à imprensa negando a concessão da honraria ao burro que puxa o comboio petista. 

É provável que os “docentes” e “discentes” da universidade do recôncavo baiano não saibam sequer que “Honoris Causa” é uma expressão em latim que alude a título honorífico e significa literalmente “por causa de honra”. Repita-se firmemente: “por causa da honra”. 

Caberia perguntar àquela gente o seguinte: que honra tem o bandido, Lula, para merecer distinção pela sua honra? 

Honra tem uma pessoa que pauta a sua vida por uma conduta proba, ilibada, virtuosa, plena de bons exemplos e norteada por valores morais e éticos que o permitam desfrutar de ótimo conceito junto às instituições jurídico-políticas do Estado e, principalmente, perante a sociedade. 

Merece todos os aplausos o juiz que proibiu a UFRB de honrar Lula, não só por desvio de finalidade da honraria, mas porque Lula é a negação tácita de tudo o que diz respeito à honra, tanto que já foi condenado pela justiça a cumprir 9 anos de cadeia e ainda segue teimosamente como um burro pachorrento puxando uma carroça atulhada de processos criminais. 

Ruy Câmara 

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/08/em-cruz-das-almas-bahia-o-vigarista-e.html










segunda-feira, julho 24, 2017

O MOLUSCO DE 9 DEDOS E A SINA DOS 9


Parece que o numeral 9 tornou-se cabalístico para o molusco, Lula. 

Ele nasceu em Caetés, microrregião de Garanhuns, palavra com 9 letras. 

Nasceu no dia 27 - somando 2+7 = 9.

Ele tem hoje 72 anos - somando 7+2 = 9 

Seu nome (Luis Inácio Lula da Silva) é formado por 5 palavras. O nome mais conhecido (Lula) tem 4 letras - somando 5+4 = 9 

Em 1980 Lula foi detido no DOPS durante 36 dias - somando 3+6 = 9

Lula tornou-se comunista, palavra com 9 letras.

Foi derrotado por Collor em 1989. Somando 1+9+8+9 = 27, noves fora...

Foi derrotado por FHC em 1998. Somando 1+9+9+8 = 27, noves fora..

Os nomes Collor e FHC juntos tem 9 letras

Foi eleito pela 1ª vez no dia 27/10 - somando 2+7 = 9

Lula nomeou Dilma para a Casa Civil, palavras com 9 letras

Dilma foi eleita presidente por Lula. Lula e Dilma tem 9 letras

Ambos foram diplomados pelo Tribunal Superior Eleitoral, palavras com 27 letras - somando 2+7 = 9 

Ambos iludiram o povo com o PAC Programa de aceleração de crescimento, palavras com 36 letras - somando 3+6 = 9

Uma das suas frases mais desastradas tem 153 letras: “Eu estou muito confiante de que a crise americana se ela chegar aqui. Ela lá é um tsunami, aqui ela vai chegar uma marolinha, que não dá nem pra esquiar.” - somando 1+5+3 = 9 

Em 03/03/2010 a popularidade de Lula atingiu o teto máximo de 72% - somando os números da data, 3+3+2+1 = 9 - somando os números do índice de popularidade: 7+2 = 9

Os comunistas de algumas universidades deram ao Lula títulos de: doutor honoris causa, palavra juntas com 18 letras - somando 1+8 =9 

Os nomes das suas mulheres e amantes: Maria de Lurdes, Rosymary Noronha, Juvendia Moreira Leite e Marisa Letícia Lula da Silva têm juntas 72 letras - somando 7+2 = 9

Lula foi diagnosticado com um câncer pelo médico: Paulo Hoff, nome com 9 letras. 

Lula doou grandes somas do BNDES à VENEZUELA, palavra com 9 letras 

Os nomes dos seus parceiros, Fidel Castro, Hugo Chaves e Maduro tem 27 letras - somando 2+7 =9 

Lula doou dinheiro da nação ao ditador do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, nome com 18 letras - somando 1+8 =9

Os principais membros do bando do mensalão de Lula eram: José Dirceu, José Jenuino e Delúbio Soares. Juntos, os nomes têm 36 letras - somando 3+6 = 9

Lula escapou do Mensalão graças aos préstimos de Ricardo Lewandowski, nome com 18 letras - somando 1+8 =9 

Lula Caiu em desgraça em 2016 - somando 2+0+1+ 6 = 9

Em 21/06/2016 o MPF aprontou a denúncia contra Lula - somando dia e mês: 2+1+0+6 =27 noves fora 9; e somando o ano: 2+0+1+6 = 9

Lula é o chefe da quadrilha e comandou a roubalheira na PETROBRAS, palavra com 9 letras.

Lula diz que ficou milionário fazendo PALESTRAS, palavra com 9 letras.

As propinas disfarçadas de palestras eram pagas pela ODEBRECHT, palavra com 9 letras

O molusco tem 9 dedos, pegou 9 anos de CONDENAÇÃO e tem R$ 9 milhões de Reais bloqueados pelo juiz Sérgio Fernando Moro, cujo nome tem 18 letras - somando 1 + 8 = 9. 

Desse VIGARISTA restará apenas a pecha de LULARÁPIO, adjetivos que também tem 9 letras cada. 

Notas:

O numeral 9 é usado na prova dos noves, uma forma de verificar erros nas operações de soma, subtração, multiplicação e divisão, realizadas com números de base decimal. 

Para a numerologia o 9 é o sinalizador do fim da linha, porque é o último da sequência numérica. Somando 1+2+3+4+5+6+7+8+9 = 45 - Somado 4+5 = 9 

Se suprimirmos o 9 da sequência 1+2+3+4+5+6+7+8 = 36 cuja soma 3+6 = 9
As formas geométricas mais perfeitas são o quadrado e a circunferência. O quadrado é formado por 4 ângulos retos de 90º. Logo 4 x90º = 360º ; somando 3+6=9; A circunferência tem 360º. Somando 3+6 =9. 

O mito mais representativo da essência do 9 é o mito da Descida aos Infernos de Ishtar, uma deusa sumeriana que vai descendo ao interior de uma imensa caverna vertical e a cada estágio um guardião dos infernos retira uma peça de seu vestuário de rainha: a coroa, o cetro, o cinto, a espada, etc. Quando ela chega aos “confins dos infernos”, está totalmente nua, sem suas armas, sem prestígio, sem atributos e despossuída dos símbolos e do status de realeza. 

Ruy Câmara 

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/07/o-molusco-de-9-dedos-e-sina-dos-9.html

segunda-feira, maio 29, 2017

EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA ÀQUELES QUE ELEGERAM A CHAPA DILMA-TEMER



No momento os políticos, juristas e as autoridades das cortes de justiça do país debatem sobre o que poderá ocorrer, caso a situação do presidente Temer se torne insustentável.

É evidente que existem movimentos sociais patrocinados com dinheiro sujo que se empenham com ardis na tarefa de desestabilizar o governo. A oposição defende que Temer poderá ser afastado do cargo por 4 (quatro) caminhos distintos: Impeachment, cassação da chapa Dilma-temer, renúncia ou por Condenação no STF.

Vejamos cada uma das situações:

1. Impeachment: Como como vimos no caso da Dilma, seria a opção mais demorada e mais desastrada para o pais, pois poderia se arrastar fácil por 1 ano e com desfecho incerto, afinal, Temer tem uma base de sustentação muito sólida no Congresso e dificilmente seus adversários (minoria) conseguiriam o apoio de 2/3 da Câmara (342 votos) e 2/3 do Senado (54 votos). 


2. Cassação da chapa Dilma-Temer pelo Superior Tribunal Eleitoral: como o julgamento iniciar-se-á a partir do dia 06 de junho, a decisão poderá se estender por tempo indefinido, uma vez uma vez que os ministros daquela corte poderão pedir vistas ao processo e também porque, tanto as partes (Dilma e Temer), quanto o Ministério Público, poderão ingressar com recursos e mais recursos, protelando assim o desfecho.

3. Renúncia: essa hipótese teria um desfecho muito rápido, mas é improvável que ocorra, porque Temer já anunciou aos quatros ventos que não renunciará jamais. 

4. Condenação no STF: O STF só pode acolher uma denúncia do Procurador Geral contra o presidente da república se tiver a aprovação de 2/3 da Câmara Federal. Se a Câmara aprovar (o que é improvável ocorrer, Temer seria afastado por 180 dias, prazo que o STF teria para iniciar o julgamento. Contundo, o afastamento só ocorreria após o presidente se tornar réu e mesmo assim, uma eventual condenação só seria prolatada após a comprovação real de que o presidente cometera de fato crimes em função da delação da JBS. 

A proposta de ELEIÇÕES DIRETAS para uma eventual substituição de Temer (no caso de renúncia) já está completamente descartada no Congresso Nacional polos seguintes motivos. 

a) Porque é anticonstitucional e a Constituição Federal determina claramente que, no caso de renúncia do presidente, assume o 1º na linha sucessória (Rodrigo Maia) a quem compete convocar ELEIÇÕES INDIRETAS no prazo de 30 dias. 

b) As 10 maiores bancadas do Congresso Nacional já admitem que não há a mínima condição de aprovar uma PEc à toque de caixa, apenas para alterar a Constituição Federal e impor ao país eleições diretas. 

c) Essas bancadas juntas representam 70% dos votantes no Congresso e para que uma alteração na CF seja aprovada é preciso o apoio de 60% dos parlamentares. 

d) Como só restam 19 meses para o fim do mandato de Temer, em qualquer uma das possibilidades acima citadas, prevalecerá o disposto no Art. 81 da Constituição Federal, que determina o seguinte: “Ocorrendo a vacância nos últimos 2 anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos (presidente e vice) será feita 30 dias depois da última vaga pelo Congresso Nacional.” Ou seja, a CF determina que o substituto será eleito pelos deputados e senadores, em eleição indireta.

Diante de tantos entraves jurídicos e políticos, talvez seja mais fácil para aqueles que elegeram Temer e agora tentam derrubá-lo, pedir a Lula para convencer os irmãos Castros e Nicolas Maduro a renunciarem aos seus mandatos ou a convocarem eleições diretas em Cuba e na Venezuela. 

Seria no mínimo uma demonstração de coerência da oposição petista e sindicalista brasileira diante das esquerdas da Amárica Latina que poiam e aplaudem ditaduras e ditadores  que arruinaram suas nações ao longo de décadas no poder.   

Ruy Câmara

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/05/explicacao-necessaria-aqueles-que.html



terça-feira, maio 23, 2017

JUSTICEIROS PREMIAM CARNICEIROS COM MÃOS LIVRES E BOLSOS CHEIOS.


Grande parte da imprensa errou ao divulgar com estardalhaço a transcrição da gravação clandestina feita por Joesley Batista. Como provado está, a transcrição divulgada não era fiel à gravação que levou o país a mergulhar numa crise de governabilidade.


Pelo que já sabemos, as gravações de Joesley Batista foram colhidas às escondidas, de forma traiçoeira e com duplo objetivo: livrar-se da cadeia e desestabilizar o governo Temer, um governo que bem ou mal, vem fazendo as reformas que nenhum outro ousou fazer nos últimos 30 anos e mais, que vem despendo grandes esforços para consertar parte do desmantelo econômico herdado após 14 anos de roubalheira petista.


O país inteiro se pergunta intrigado e muito desconfiado: quais foram as motivações que levaram o Ministério Público de Brasília e o ministro Edson Fachin a ouvir tantas confissões criminosas (crimes gravíssimos) e ao final decidiram perdoar todos os crimes confessados pelos bandidos da JBS?


Outra pergunta que o Brasil exige resposta: por que o ministro Fachin não mandou prender, em primeiro lugar e no ato, Joesley Batista, o bandido que confessou que teria comprado 2 juízes?; que disse garbosamente que infiltrou um espião (o procurador Angelo Goulart) na operação Greenfield para atuar a serviço do bando da JBS?; que acertou com o ex-ministro da fazenda, Guido Mantega, uma propina depositada numa conta no exterior, no montante de U$ 150 milhões, para bancar Lula e Dilma?; que recebeu do Estado do Ceará uma restituição de ICM no valor de R$ 110 milhões e deu R$ 20 milhões de propina para Cid Gomes?; que deu R$ 600 milhões do dinheiro rapinado do BNDES para comprar 1.829 políticos nos últimos anos?; que no rol das propinas figuram 129 deputados estaduais de 23 estados; 167 deputados federais de 19 partidos e 28 senadores; 16 governadores eleitos?



Mesmo estando ciente dos crimes cometidos e confessados pelos mafiosos da JBS (todos réus confessos) o ministro Fachin decidiu, monocraticamente, com base na gravação fajuta, abrir inquérito contra o presidente Temer, acusado pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, de obstrução da Justiça, de corrupção passiva e de participação em organização criminosa.


Toda contradição carrega no seu bojo incoerência proposital. Esse acordo ou melhor, esse prêmio concedido à JBS jamais poderia ter sido homologado por decisão monocrática de um ministro que comprovadamente recebeu ajuda dos criminosos a quem perdoou para se tornar ministro do STF. O benefício concedido por Fachin carece de fundamentação idônea, porque afronta os dispositivos jurídicos de proporcionalidade, razoabilidade e moralidade.

Claro que temos todo o direito de desconfiar de que tudo isso faz parte de uma conspiração e de um plano muito bem urdido para sabotar e derrubar o governo, afinal os atos criminosos que encobrem cada etapa dessa operação são gravíssimos e comprometem diversos agentes públicos que atuaram ou atuam no enredo para salvar os criminosos da JBS. Por exemplo:

Francisco de Assis e Silva, diretor jurídico da JBS e homem de confiança dos Batistas, teve aulas de “delação premiada” com Anselmo Lopes, procurador da República e com Rubia Pinheiro, delegada da Polícia Federal, duas autoridades que lideravam a Operação Greenfield, da PF, que investiga os crimes da quadrilha da JBS.

Outro fato que comporta suspeitas: o procurador Marcelo Miller, homem de confiança de Rodrigo Janot na Operação Lava Jato, demitiu-se em março de 2017 do Ministério Público Federal para atuar como advogado na iniciativa privada, levando consigo uma montanha de informações sigilosas, afinal, por ele passaram todos os procedimentos que viabilizaram a delação da Odebrecht; as denúncias do ex-senador Delcídio do Amaral e a delação de Sérgio Machado, outro delator que embolsou uma fábula de dinheiro e hoje está soltinho da silva graças aos préstimos das autoridades de Brasília. Hoje Marcelo Miller trabalhando no escritório Trench, Rossi e Watanabe, que participou da elaboração do acordo de leniência da J&F, a holding dos irmãos Batista.

Ora, a gravação de uma conversa criminosa de Lula com Dilma (aquela em que Dilma nomeava Lula ministro, apenas para ele não ser preso), gravação feita com autorização do juiz Sergio Moro, foi anulada como prova de crime pelo STF, mas a gravação clandestina do bandido da JBS, feita sem autorização de nenhuma autoridade, está valendo como prova contra o presidente Temer.

Janot e Fachin foram tão ligeiros no gatilho, que não tiveram sequer o cuidado de mandar periciar a gravação ilegal da conversa com o Temer. Tanto é verdade que a Associação Nacional dos Peritos Criminais, afirma ser “inaceitável que não se tenha solicitado a necessária análise técnica no material divulgado.

São diversas as confissões criminosas dos irmãos Batistas. José Cláudio Rego Aranha, o diretor que dava pareceres no BNDES para aprovar em tempo record os pleitos da JBS, era membro do conselho de administração da JBS.

Joesley Batista, ciente de que a armação causaria um terremoto político no país, aproveitou para lucrar com isso: vendeu R$ 300 milhões de ações da JBS em alta e lucrou em poucas horas 9,68% por ação. Comprou US$ 1 bilhão de dólares a R$ 3.10 e logo após a delação o dólar subiu para R$ 3.44, gerando um lucro de R$ 0,34 por dólar, algo em torno de R$ 300 milhões somente nessa falcatrua.

Quando os Batistas terminaram o cafezinho na sala do ministro Fachin, a bomba estourou no noticiário, causando prejuízos para a empresas brasileiras que operam na Bolsa de Valores de R$ 200 bilhões.

Só esses fatos são suficientes para provar a intenção criminosa dos Batistas. Mas nada disso foi considerado pelas autoridades de Brasília. E de quebra os Batistas ganharam imunidade total e o direito de viverem livres, leves e soltinhos da silva nos Estados Unidos, sem riscos de serem presos, sem tornozeleiras e gozando de todas as regalias que o dinheiro sujo pode comprar.

O procurador Janot acusa Temer de haver prevaricado pelo fato de ouvir o carniceiro da JBS confidenciar alguns atos criminosos e não ter feito nada. Ora, o próprio Janot e Edson Fachin, duas autoridades do judiciário com poderes para enquadrar criminosos, também ouviram um Everest de confissões criminosas do bufão da JBS e o perdoaram, o tornaram intocável, impune e de quebra o premiaram com os benefícios de uma delação superpremiadíssima.

Vejam o quanto o ministro Fachin foi bondoso para com os bandidos da JBS ao aprovar os termos de uma cláusula de impunidade desproporcional que prevê a extensão da impunidade, não só no presente, como no futuro: "No caso de existirem investigação criminal e/ou denúncias já oferecidas” em outras instâncias, o benefício dado aos delatores será, “no caso das investigações, a imunidade”, e, no caso de denúncias já oferecidas, “o perdão judicial”. Tanto é verdade que, dois dias depois a Polícia Federal não pode cumprir um mandato judicial de condução coercitiva dos Batistas para explicar uma série de falcatruas envolvendo R$ 8 bilhões que o bando recebeu do BNDES para a compra de companhias rivais, sufocação de concorrentes e para subornar políticos corruptos.

O ministro deu esse prêmio fabuloso aos Batistas com base numa jurisprudência ordinária do STF, que define o seguinte: os terceiros, ainda que acusados por delatores, não têm interesse processual para questionar cláusulas de acordos de delação. Ora, em verdade se aproveitaram da falta de previsões legais concretas e firmaram um acordo de delação desproporcional que podemos chamar de: acordo de delação das mãos livres e bolsos cheios.
   
E a multinha imposta aos Batistas (de R$ 110 milhões) foi outro prêmio fabuloso, que poderá ser paga em 10 anos a partir de 2018. Ora, só o APARTAMENTO deles em Ney York foi comprado A VISTA por U$ 35 milhões (R$ 115 milhões de reais).

Claro que colegiado do STF não terá peito para cancelar toda essa armação, toda essa trama sórdida que tanto beneficiou os mafiosos da JBS.

Se o STF fosse um tribunal de justiça-justa, o bando da JBS iria pagar pelos crimes na cadeia e seus bens seriam confiscandos para garantir os desfalques continuados aplicados no país.

É certo que Temer prevaricou ao ouvir as confidências de um bandido e não fez nada, mas prevaricaram em maior grau de comprometimento as autoridades (Janot e Fachin) que também ouviram o bandido confessar tudo e ainda o perdoaram e o premiaram.

O governo Temer sofreu um abalo, mas não tombará em função dessa armação, porque o povo já percebeu que incertos mesmo serão os próximos meses em que as forças ocultas e muito traiçoeiras conspiram de todas as formas para que nada dê certo no Brasil. E quem pagará caro por tantas incertezas e desatinos? Nós, contribuintes.

Eu acredito sinceramente que tudo isso poderá mudar de repente e haverá de mudar de fato. Basta que surjam por aí novas revelações que possam comprometer certas autoridades do STF envolvidas na trama, quando então o próprio ministro Fachin se verá compelido a anular todos os benefícios que ele mesmo concedeu aos seus amigos da JBS. Aguardemos o que virá em breve!! 



Ruy Câmara.































https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/05/carniceiros-justica-injusta-e.html

segunda-feira, dezembro 12, 2016

75 LARÁPIOS DA ODEBRECHT E A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO



Venho acompanhando atentamente o que a imprensa noticia a respeito da chamada “delação do fim do mundo”, envolvendo o mundo político com os 75 executivos larápios da Odebrecht. 

No momento pesa sobre importantes líderes políticos do Brasil a acusação de que receberam propinas em forma de doações para campanhas eleitorais e que muitos deles estão envolvidos em corrupção e em outros crimes previstos nos códigos, penal e eleitoral. 

A primeira lista, com 300 narrativas de elevado potencial de estrago, alcança dezenas de nomes, envolvendo Dilma, Lula, José Serra, Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia, Eduardo Cunha, Romero Jucá, Geddel Vieira, Lindberg Farias, Gleise Hoffmann, Lidce da Mata, Eduardo Paes, Sergio Cabral e tantos outros nomes, inclusive o presidente Michel Temer, pelo fato de haver ele solicitado o apoio da Odebrecht para as campanhas dos candidatos do PMDB de 2014, notadamente para a companha do Sr. Paulo Skaf, candidato derrotado ao governo de São Paulo.


Da forma como as delações são vazadas e divulgadas pela mídia, o público entende que todos os políticos que obtiveram o apoio financeiro de empresas para financiar suas companhas, cometeram crimes. Ocorre que, perante a legislação eleitoral vigente, a criminalização de um candidato não é tão simples assim, porque a Lei permite a captação de recursos financeiros, inclusive concedendo incentivos fiscais ao doador na sua declaração de imposto de renda. 

Historicamente, só pode entrar na corrida eleitoral os candidatos homologados por partidos políticos legalmente aptos, mas as chances de vitória são daqueles candidatos que têm apoios partidários, que convencem com um discurso de oportunidade, que dispõem de tempo de exposição midiática para conquistar os votos e principalmente, de recursos financeiros para custear todos os gastos de sua campanha. 

Portanto, é ingenuidade pensar que se elege um candidato (seja a vereador, prefeito, deputado, senador ou a presidente), sem apoio partidário e recursos financeiros doados por terceiros, afinal, tudo envolve custos e os gastos de uma campanha eleitoral majoritária são diversos e bastante elevados. 

Na prática, os candidatos com mais chances, quase sempre contam com a ajuda e prestígio dos líderes do seu partido. Nesse aspecto, vale dizer que uma das tarefas do bom dirigente partidário é gerenciar seu partido, outra tarefa é administrar os conflitos e a mais difícil das tarefas é conseguir recursos financeiros de doadores para financiar as campanhas dos seus candidatos. Já a tarefa do tesoureiro de uma campanha ou de um partido é receber, contabilizar os recursos captados pelos dirigentes ou por seus prepostos, devendo prestar contas das despesas (partidária ou de companha) perante a justiça eleitoral. 

Mas, desde o mensalão a tarefa de conseguir e de administrar recursos vem sendo demonizada no Brasil, em função vários fatores, sendo os mais graves: o famigerado advento do caixa 2 (dinheiro roubado das estatais e não contabilizado); a captação de recursos de doadores sabidamente envolvidos com corrupção e a prestação de contas fraudulentas, com documentos falsos, perante a justiça eleitoral. 

Tanto é verdade que o principal desafio do dirigente partidário na atualidade é estancar os fluxos de recursos suspeitos que ingressam no partido para financiar seus candidatos e renunciar o apoio financeiro de empresas e de pessoas envolvidas com corrupção.

Ocorre que durante uma campanha eleitoral nem sempre é possível identificar a procedência dos recursos, uma vez que os fundos não tem a sua origem carimbada (esse é doação limpa, aquele é oriundo de corrupção, aquele outro vem do tráfico de drogas ou do dízimo recolhidos na igrejas...) de modo que, quando alguém (seja um doador sério, seja um delator da lava jato) diz que doou uma determinada quantia para um parlamentar ou para um partido, não significa dizer que o beneficiário cometeu crime de corrupção. 

O que levanta suspeitas e determina se a doação é lícita ou ilícita, é a forma como o beneficiário recebe a doação. Se a doação de um valor elevado é feita em dinheiro vivo, pode-se arguir que se trata de uma transação suja ou fraudulenta. Mas se a doação é feita através de cheque nominal e mediante recibo, ou via depósito bancário identificado, não se pode criminalizar o beneficiário, salvo se o mesmo não contabilizar corretamente os recursos ou se omitir o valor recebido da sua prestação de contas perante a justiça eleitoral. 

Mas se o beneficiário comprovar que os valores recebidos (para sua própria campanha ou para as campanhas do seu partido) foram contabilizados corretamente, foram declarados na forma da lei e foram feitas as prestação de contas perante a justiça eleitoral, não há o que se falar de crime. Isso vale para todos, sem distinção.
Do ponto de vista político-institucional, todos os nomes citados pelos delatores da Lava Jato, inclusive o presidente Michel Temer, têm o dever de comprovar perante a sociedade que os recursos captados para as campanhas eleitorais estão devidamente contabilizados, declarados na forma da Lei e que as prestações de contas foram aprovadas perante a justiça eleitoral. 

Aqueles que assim procederam não terão com o que se preocupar, mas os que receberam propinas disfarçadas de doações e que agiram de forma diversa à legislação, deverão ser criminalizados e punidos severamente, seja perdendo os mandatos ou mesmo cumprindo pena em cadeia pública.

A imprensa, no afã de impactar o público, coloca todos os nomes citados pelos delatores no mesmo saco de ratos e vaza a notícia como se delação servisse de material-prova criminal, quando em verdade apenas indica os caminhos para que se aprofundem as investigações.  


O impacto midiático produzido pela quadrilha da Odebrecht vem ganhando tanta repercussão que, já se alardeia por aí que as narrativas explosivas dos 75 larápios liderados polos gangsteres, Emílio e Marcelo Odebrecht, arrasarão o mundo político. Para sorte ou azar do Brasil, a maioria citada nas delações tem Foro Privilegiado, devendo ser julgada pelo STF, aquele antro da antijustiça que demora 8 anos para proferir sentença contra gente graúda dessa política ordinária. 

Ao contrário do que parte da imprensa vem afirmando, notadamente o jornalista Josias de Sousa, sou capaz de apostar que a grande faxina política no Brasil só será feita em 2018, não pela justiça, mas por vontade do povo brasileiro, que terá a chance de eleger um novo presidente para substituir Michel Temer. 

Até lá, resta-nos rogar aos céus para que “o Brasil sobreviva” e reencontre o caminho da ordem e do progresso.


Ruy Câmara
Escritor e sociólogo

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2016/12/70-larapios-da-odebrecht-e-delacao-do.html


Nota: Clique no link para acessar a versão em PDF da 12ª edição, atualizada em 28.4.2016, reúne as alterações legislativas realizadas até o dia 17.12.2015. 

O Código Eleitoral anotado e legislação complementar é uma publicação da Coordenadoria de Jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral. Em sua 12ª edição, a obra traz as inovações promovidas pela Lei nº 13.165/2015 (Minirreforma Eleitoral), além de notas jurisprudenciais e remissivas para as mais relevantes interpretações dadas pelo TSE aos dispositivos que compõem a normatização eleitoral. Destaque para a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), a Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995), a Lei de Inelegibilidade (LC nº 64/1990) e para o próprio Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). 

O Código Eleitoral anotado e legislação complementar conta com uma edição impressa, que é revisada e publicada a cada biênio, nos anos eleitorais.