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segunda-feira, maio 29, 2017

EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA ÀQUELES QUE ELEGERAM A CHAPA DILMA-TEMER



No momento os políticos, juristas e as autoridades das cortes de justiça do país debatem sobre o que poderá ocorrer, caso a situação do presidente Temer se torne insustentável.

É evidente que existem movimentos sociais patrocinados com dinheiro sujo que se empenham com ardis na tarefa de desestabilizar o governo. A oposição defende que Temer poderá ser afastado do cargo por 4 (quatro) caminhos distintos: Impeachment, cassação da chapa Dilma-temer, renúncia ou por Condenação no STF.

Vejamos cada uma das situações:

1. Impeachment: Como como vimos no caso da Dilma, seria a opção mais demorada e mais desastrada para o pais, pois poderia se arrastar fácil por 1 ano e com desfecho incerto, afinal, Temer tem uma base de sustentação muito sólida no Congresso e dificilmente seus adversários (minoria) conseguiriam o apoio de 2/3 da Câmara (342 votos) e 2/3 do Senado (54 votos). 


2. Cassação da chapa Dilma-Temer pelo Superior Tribunal Eleitoral: como o julgamento iniciar-se-á a partir do dia 06 de junho, a decisão poderá se estender por tempo indefinido, uma vez uma vez que os ministros daquela corte poderão pedir vistas ao processo e também porque, tanto as partes (Dilma e Temer), quanto o Ministério Público, poderão ingressar com recursos e mais recursos, protelando assim o desfecho.

3. Renúncia: essa hipótese teria um desfecho muito rápido, mas é improvável que ocorra, porque Temer já anunciou aos quatros ventos que não renunciará jamais. 

4. Condenação no STF: O STF só pode acolher uma denúncia do Procurador Geral contra o presidente da república se tiver a aprovação de 2/3 da Câmara Federal. Se a Câmara aprovar (o que é improvável ocorrer, Temer seria afastado por 180 dias, prazo que o STF teria para iniciar o julgamento. Contundo, o afastamento só ocorreria após o presidente se tornar réu e mesmo assim, uma eventual condenação só seria prolatada após a comprovação real de que o presidente cometera de fato crimes em função da delação da JBS. 

A proposta de ELEIÇÕES DIRETAS para uma eventual substituição de Temer (no caso de renúncia) já está completamente descartada no Congresso Nacional polos seguintes motivos. 

a) Porque é anticonstitucional e a Constituição Federal determina claramente que, no caso de renúncia do presidente, assume o 1º na linha sucessória (Rodrigo Maia) a quem compete convocar ELEIÇÕES INDIRETAS no prazo de 30 dias. 

b) As 10 maiores bancadas do Congresso Nacional já admitem que não há a mínima condição de aprovar uma PEc à toque de caixa, apenas para alterar a Constituição Federal e impor ao país eleições diretas. 

c) Essas bancadas juntas representam 70% dos votantes no Congresso e para que uma alteração na CF seja aprovada é preciso o apoio de 60% dos parlamentares. 

d) Como só restam 19 meses para o fim do mandato de Temer, em qualquer uma das possibilidades acima citadas, prevalecerá o disposto no Art. 81 da Constituição Federal, que determina o seguinte: “Ocorrendo a vacância nos últimos 2 anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos (presidente e vice) será feita 30 dias depois da última vaga pelo Congresso Nacional.” Ou seja, a CF determina que o substituto será eleito pelos deputados e senadores, em eleição indireta.

Diante de tantos entraves jurídicos e políticos, talvez seja mais fácil para aqueles que elegeram Temer e agora tentam derrubá-lo, pedir a Lula para convencer os irmãos Castros e Nicolas Maduro a renunciarem aos seus mandatos ou a convocarem eleições diretas em Cuba e na Venezuela. 

Seria no mínimo uma demonstração de coerência da oposição petista e sindicalista brasileira diante das esquerdas da Amárica Latina que poiam e aplaudem ditaduras e ditadores  que arruinaram suas nações ao longo de décadas no poder.   

Ruy Câmara

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/05/explicacao-necessaria-aqueles-que.html



quinta-feira, maio 23, 2013

A C.I.A CUIDARÁ DELE

quinta-feira, 23 de maio de 2013


O aprendiz de ditador da Venezuela, Nicolas Maduro - apoiado pela velha comunista, Dilma, pelos dinossauros de Cuba, Fidel e Raul, pelo índio da Bolívia, Evo Morales - está criando "milícias operárias", que são grupos armados para defender o regime ditatorial deixado de herança pelo falastrão, Hugo Chávez. 



Maduro, presidente da Venezuela (Imagem de Carlos Garcia Rawlins/Reuters)


Após ameaçar cidadãos venezuelanos, afirmando saber quem votou em seu opositor, em meio a denúncias de fraudes nas eleições e violações constitucionais, Maduro anunciou incentivo à criação de mílicias operárias uniformizadas, ampliando grupos armados ligados ao governo.

Vale ressaltar que já existe a Milícia Nacional Bolivariana, criada por seu antecessor. O objetivo seria, alega MADURO, fortalecer o regime a aliança operário-militar.




Dilma presta apoio ao Regime "Bolivariano", após a assunção de Maduro (anos após a consolidação da MNB)
Afirmou: "As milícias serão ainda mais respeitadas se tiverem 300 mil, um milhão, dois milhões de trabalhadores e trabalhadoras uniformizados e armados, prontos para a defesa da soberania e da revolução". O efetivo oficial, atualmente, é de 130 mil homens da "Resistência Bolivariana". Vale ressaltar que a população venezuelana é de cerca de 29 milhões de habitantes, o que indica um agudo desejo de militarização e armamento da "revolução bolivariana".




Milícias bolivarianas em apresentações públicas. Em meio a bandeiras da Venezuela, destaca-se a bandeira de Cuba (canto superior direito)

Juramento da milícia


Culto de personalidade a Chávez em apresentações de milícias


Milícias bolivarianas marcham pelas ruas da Venezuela


Ala feminina da Milícia Nacional Bolivariana em forma


Qual a razão de, em uma democracia, formar grupos armados partidários? Segundo diversas denúncias, as já existentes estão sendo utilizadas como forma de coação e intimidação de opositores. Para defensores do regime, são um meio de resistir à opressão de adversários internos e externos. Resta lembrar que o regime democrático deve ser pautado pelo diálogo, pelo discurso, pela representação, não pela força física e pela intimidação.



Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - FARC)


Milícia "Camisas Negras", ligada ao fascista italiano Benito Mussollini

Outra questão relevante consiste na razão do apoio prestado por Dilma Rousseff ao regime, inclusive segurando imagens que desvelam o culto de personalidade ao antecessor Hugo Chávez. Não se sabe do apoio à criação das novas milícias, mas, até o momento, a presidente não se pronunciou sobre o caso, sendo mantido, ainda que por inércia e omissão, o apoio ao regime.

Para os governantes brasileiros, inclusive Dilma Roussef, a democracia não é importante? A coação e o uso de milícias são condutas legítimas e dignas de apoio. 
Por que a omissão? Leia mais sobre o caráter fascista, militarista, partidarista e totalitarista das milícias bolivarianas: http://www.folhapolitica.org/2013/05/milicia-bolivariana-tem-nitido-carater.html




A criação de milícias partidárias não é novidade. Imagem da Waffen-SS na Alemanha Nazista.




A criação de milícias partidárias não é novidade. Imagem da Waffen-SS na Alemanha Nazista.


Lígia Ferreira é analisa de sócio-mecanismos.
Com informações de France Press, Estadão, Veja, Blog de Fidel Castro e Venezuela Defensa.

quinta-feira, março 14, 2013

OS COMUNISTAS SEPULTARAM A VERDADE BOLIVARIANA ANTES DO CADÁVER DE HUGO CHÁVEZ

O cadáver usado como instrumento de chantagem emocional e exposto pelos comunistas da republiqueta bolivariana (VENEZUELA) para compra de votos da massa de manobra, não era do Stalin caribenho, Hugo Chávez, mas uma réplica feita de cera. 




A vedete socialista, Cristina Kirchner, olhou toda sentida para o morto e, ao perceber a armação, fechou a cara, deixou o velório e foi para o aeroporto, onde disse, sem esconder a decepção, que não faria discurso para um boneco. 

Seus assessores afirmam que Nicolas Maduro, tentou convencê-la a permanecer, mas a vedete retornou à Argentina, deixando sem carona o colega uruguaio, José Mujica. 

A dupla aburguesada do Brasil, Dilma e Lula, ao serem avisados da farsa, olharam rapidamente para réplica de cera bolivariana e também se foram, alegando compromissos urgentes no Brasil. 

A armação reforça a tese de que Hugo Chávez morrera de fato em Cuba muito antes da data anunciada, não só em decorrência do sarcoma com suas metástases, mas por haver ele contraído uma infecção pulmonar nas espeluncas hospitalares de Cuba, onde um médico e um cortador de cana se obrigam a viver ganhando no máximo U$ 2,00 por dia de serviço. 

No dia 27/02 o ex-embaixador panamenho, Guilhermo Cochez, afirmou na OEA que Chávez já estava morto há quatro dias e seu cadáver será despachado para a Venezuela, evitando que sua morte seja anunciada em Cuba. 

A diplomacia do governo americano afirma que Chávez teria morrido em Cuba logo no início de janeiro de 2013, e ali fora mantido para garantir a transição provisória do poder para Maduro. 

Fica, portanto, evidente que, os prantos derramados pelos eleitores ingênuos diante do simulacro de um cadáver, reflete bem o êxito da farsa e o embuste político, tramados secretamente para garantir a eleição de um embusteiro travestido de herdeiro do trono bolivariano, um sujeito completamente desdotado de dignidade, escrúpulos e até mesmo de respeito pela dor alheia. 

Não foram o câncer nem a CIA que interromperam a vida de Chávez. Ele foi removido do trono e da vida por vontade dos desígnios e com seu fim, evolar-se-á em breve no éter o sonho sonambúlico de um regime desastrado e inconsequente, a cujas metástases podem ser vistas nas misérias espalhadas numa Venezuela empobrecida, reprimida e amordaçada.


Ruy Câmara
Escritor