sexta-feira, outubro 28, 2016

O FARSANTE LULA E A PESQUISA ENCOMENDADA PELA CNT AO INSTITUTO MDA.


O MDA é um INSTITUTO de PESQUISAS criado em 1988 por professores de visão socialista vinculados à UFLA - Universidade Federal de Lavras - MG.

A micro-empresa não tem funcionários e funciona nessa casinha modesta, em Lavras, interior de Minas Gerais, mas também faz negócios na salinha de Nº 402 no subúrbio de Belo Horizinte.

Reparem bem que na fachada decadente da sede social do Instituto de Pesquisas MDA não há sequer uma placa de identificação.

Apesar das limitações físicas, os maiores clientes do MDA são empresas estatais, Agências Reguladores do Governo e diversas instituições sindicais, dentre elas: a CNT, Governo de Minas, Cia de Águas de Minas, Cia de Energia de Minas, Correios, Imetro, Sebrae, Senac, dentre outras concessionárias que vivem de verbas públicas. 

Já a CNT - Confederação Nacional dos Transportes - é uma confederação sindical classista que recebe grana preta do governo e é comandada há mais de 20 anos pelo empresário mineiro, Clésio Soares de Andrade, seu atual presidente pela enésima vez.

Recentemente o presidente da CNT, Clésio Soares de Andrade, pagou ao Instituto MDA para fazer uma pesquisa que foi divulgada no dia 8/10), na qual o vigarista, LULA, lidera com 22% as intenções de voto para presidente em 2018. Mas quem é o manda-chuva na CNT?

Nos anos 90, Clésio era patrão e depois sócio de Marcos Valério na SMP&B e DNA Propaganda, empresas envolvidas no "Valérioduto” e posteriormente no Mensalão mineiro e no Mensalão petista. 

No início do governo LULA Clésio assumiu a presidência da CNT (2003 à 2004) e protagonizou uma operação considerada suspeita pelo Ministério Público: sua assessora comandou um esquema em que R$ 31 milhões foram sacados pela CNT na boca do caixa de diversas agências bancárias. 

Esses valores eram parte de um montante de R$ 46 milhões, destinados pelo Sest e pelo Senat a duas entidades: o Instituto de Desenvolvimento, Assistência Técnica e Qualidade em Transporte (Idaq) e o Instituto João Alfredo Andrade (IJAA). 

Os promotores afirmam que não houve prestação de contas e parte dos saques, cerca de R$ 7 milhões, foi feita na mesma agência do Banco Rural em Brasília, onde os mensaleiros de LULA fizeram os saques do esquema do mensalão, comandado por José Dirceu, Delúbio Soares e pelo lobista-carequinha, Marcos Valério.

A esposa de Clécio, Adriene Barbosa de Faria Andrade, foi nomeada pelo então governador Aécio Neves como conselheira e depois presidente do TCE-MG e o próprio Clécio, foi vice-governador de Minas Gerais pelo PMDB, na chapa de Aécio. 

Entre 2011 e 2014, Clécio foi senador suplente e assumiu a cadeira de Eliseu Resende, mas quando se tornou réu do Mensalão mineiro, renunciou ao mandato em 2014, supostamente para não ser julgado pelo STF. Em seu lugar, assumiu Antônio Aureliano Sanches de Mendonça, filho do ex-vice-presidente da República Aureliano Chaves. 

Em setembro de 2014 o Ministério Público do Distrito Federal descobriu um desvio de mais de R$ 20 milhões do Sest (Serviço Social do Transporte) e do Senat (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), entidades administradas pela CNT, que recebem verba do governo federal para custear cursos profissionalizantes e prestar assistência a trabalhadores do setor.

O MP e a VEJA demonstraram que a CNT deu R$ 120 mil ao irmão de Dilma, Igor Rousseff, que aparece nas lista de beneficiários de pagamentos irregulares oriundos da Confederação Nacional dos Transportes. 

Nos últimos 20 anos, Clésio foi sócio de, pelo menos 40 empresas. Hoje ele participa de 10 companhias e 3 holdings e é dono do Instituto SENSUS, aquele que vendia e divulgava pesquisas fajutas nas quais Aécio aparecia com 17 pontos à frente de Dilma. 

Os principais clientes desse instituto também são Estatais e governos: Presidências da República do Brasil e de Angola; CNT: Ministérios do Trabalho; Ministério da Educação, TSE, Exército Brasileiro, Polícia Federal, Febraban – Federação de Bancos; Câmara Brasileira da Indústria de Construção... 

A CNT é formada por 19 associações, 5 sindicatos e 37 confederações, sendo uma dela o SINEAA - Sindicato Nacional das Empresas de Administração Aeroportuária, presidida pelo sindicalista, Pedro Gilson Azambuja, nome que teve 3 processos na Justiça Federal, acusado de beneficiar empreiteiras e a cooperativas de taxistas quando era assessor especial no Aeroporto do Galeão. 

Segundo Sérgio Gaudenzi, ex-presidente da Infraero, Pedro Gilson não foi demitido à época do Aeroporto do Galão, por ser um ex-sindicalista do PT, porque era protegido do Palácio do Planalto e porque no passado, morou com José Dirceu e com Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula.

Pergunto ao leitor: DEU para ENTENDER as bases morais que levam LULA e seu bando a acusar os JUÍZES de perseguir o CHEFE DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA que reaparece muito bem cotado nessas pesquisas fajutas? 

Ruy Câmara

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2016/10/o-farsante-lula-e-pesquisa-encomendada.html