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segunda-feira, agosto 21, 2017

A PRAÇA DE SHOWS DE ESTOCOLMO VIROU UM ABSURDISTÃO


Em 2011 estive em Estocolmo para a solenidade de premiação do poeta e tradutor sueco, Tomas Tranströmer, ganhador do Nobel de Literatura 2011. 

Caminhando com Rossana pelo centro de Estocolmo, deparamo-nos com uma multidão de fãs que se aguardavam com entusiasmo a aparição pública de um garoto, cantor canadense-inglês, de nome Justin Bieber. 



Em verdade eu não sabia da existência desse cantor, mas resolvi filmar a algazarra da juventude. Recentemente, a mesma praça festiva onde estivemos foi tomada de surpresa pelos bandos de muçulmanos que aportaram naquele país ao longo dos anos. O resultado dessa política de imigração pró-islâmica tem sido a gradual corrosão do tecido social sueco, com o aumento generalizado da violência e da criminalidade, especialmente crimes sexuais praticados por muçulmanos contra mulheres suecas. 

Não sem razão, Estocolmo há anos ostenta o título constrangedor de capital europeia do estupro. Do lado do governo, a atitude tem sido a mesma do restante da esquerda globalista que governa o continente europeu ocidental: negar a realidade da existência de um problema com a invasão muçulmana que ocorre há décadas no país, invasão essa patrocinada pela elite globalista sueca para fins de engenharia social. Nem de longe poderíamos imaginar que a belíssima e outrora segura e pacata Estocolmo, estaria seriamente ameaçada pelos bandos de criminosos islamistas e pelas turbas de loucos-ensandecidos, adeptos da famigerada e Sharia.


Atualmente a polícia sueca está pedindo ajuda externa para controlar a violência no país, pois os relatórios de avaliação de riscos demonstram que é apenas uma questão de tempo, antes de o país precisar de uma intervenção militar para evitar uma catástrofe humanitária.

Essa negação da realidade não decorre de modo algum de uma suposta incompetência. A negação faz parte da estratégia empreendida pela socialdemocracia de submissão da sociedade sueca ao islã. Uma estratégia que inclui a imposição da censura aos que criticam políticas imigratórias suecas. Uma censura que se dá através da pressão social exercida por meio dos preceitos do politicamente correto e do multiculturalismo, e também por meios legais, uma vez que qualquer cidadão sueco pode ser processado por crime de racismo ou islamofobia se fizer críticas às políticas imigratórias do país.

Os episódios de violência islâmica em Rinkeby ocorreram poucas horas após o premier sueco Stefan Löfven ter afirmado que estava surpreso com declaração dada por Donald Trump, que afirmou no fim de semana que os suecos estavam tendo problemas que eles nunca haviam imaginado antes, referindo-se à questão das políticas imigratórias. Stefan Löfven reagiu à fala de Donald Trump, insinuando que o presidente norte-americano deveria procurar se informar melhor antes de fazer declarações.

Horas após a declaração do chefe de governo sueco, a realidade em Rinkeby mostrou que Donald Trump estava correto, e que seria talvez o caso de sugerir que quem deveria procurar se informar sobre a Suécia, antes de fazer declarações, é o próprio primeiro ministro do país. Mas como dissemos anteriormente, Stefan Löfven é muito bem informado e sabe o que ocorre na nação escandinava. Sua sua contestação à fala de Donald Trump foi apenas mais um capítulo do exercício de negação da realidade que a esquerda globalista exerce continuamente, como forma de assegurar a submissão da Suécia ao islamismo.

A realidade da invasão e dominação islâmica da Suécia é resultante da estupidez do governo. Os episódios de violência ocorridos na segunda-feira em Rinkeby não correspondem a um fato isolado. Eles foram apenas uma amostra da realidade de inúmeras cidades e regiões suecas que são na prática controladas por muçulmanos, tanto recém-chegados na condição de supostos refugiados, ou muçulmanos nascidos no país e filhos de segunda ou terceira geração de muçulmanos que vieram por lá.

(Vejam o Vídeo) INVASÃO 

Quando os homens muçulmanos imigraram à Suécia, eles trouxeram a cultura islâmica da permissão do estupro. Trata-se de uma cultura entranhada e vinculada ao tratamento de suas próprias mulheres. Conforme a Sharia, lei islâmica, as mulheres têm a obrigação de cuidar da casa e das crianças e atender os desejos sexuais dos maridos. Uma mulher não submissa corre o risco de ser estuprada pelo próprio marido. Entretanto, ainda conforme a Sharia, essa cultura do sexo forçado impacta também as mulheres suecas, pois, como “infiéis” (não muçulmanas), servem legalmente de alvo de ataque por homens muçulmanos. Tal sistema de crença tem levado à disparada nos casos de estupro na Suécia, mais de 1 mil, desde que as portas do país foram abertas para a imigração muçulmana.



Um relatório emitido pelo Conselho Sueco de Prevenção ao Crime de 1996 enfatizou que os imigrantes muçulmanos oriundos no norte da África tende 23 mais a cometer estupro que os homens suecos. Os índices reforçam a fama que a Suécia é atualmente a “capital do estupro” no ocidente. Ainda mais chocante, o politicamente correto que lança sombra sobre a denúncia dos casos de abuso. Sensíveis às acusações de islamofobia, a imprensa sueca, aparentemente, se recusa a soar o alarme para as mulheres nativas sobre quem são esses predadores, ou seja, quando um muçulmano comete um estupro, a mídia se refere a ele como sueco.

Mas, a falha em identificar os estupradores muçulmanos permitiu que se eles se escondam nas sombras para cometer crimes sexuais ainda mais graves. Sem medo de serem punidos, os predadores adotaram a mentalidade da matilha de lobos. Um crime virtualmente não existente na Suécia na década de 70, o estupo em grupo tornou-se agora comum no país.

Entre 1995 e 2006, o governo sueco monitorou a incidência de estupros perpetrados por vários homens ao mesmo tempo (gang rape) e percebeu o aumento drástico da tendência. Entretanto, após identificar o problema, as autoridades “enterraram a cabeça na areia”, suspendendo qualquer estudo sobre o assunto. Aparentemente, o temor do governo sueco em parecer islamofóbico parece ser maior que a segurança das mulheres suecas. Em decorrência do fato de nenhum estudo ter sido realizado sobre o tema desde 2006, especula-se que esse número possa aumentar.

Uma comparação interessante entre a Suécia e o Japão revela constrastes profundos. O Dr. Mordechai Kedar, agente do Departamento de Inteligência de Israel, observou em seu artigo publicado em 20 de maio de 2013: “Um país sem muçulmanos”, embora o país tenha uma população de 127 milhões de habitantes, há somente 10 mil residentes muçulmanos. Os muçulmanos totalizam menos de 0.01% da população, em contraste com os países europeus. Apesar de o Japão não considerar a imigração muçulmana uma fonte de preocupação, Kedar explica que os japoneses permanencem preocupados com a influência muçulmana no país.

O especialista explica que: “primeiramente, o japonês tende a agrupar todos os muçulmanos como fundamentalistas que não estão dispostos a abandonar seus pontos de vista tradicionais e adotar formas novas de pensar e se comportar. No Japão, o Islamismo é visto como uma religião estranha, que qualquer pessoa inteligente deva evitar”.

“A maioria dos japoneses não possui religião, mas comportamentos ligados à religião Shinto, com elementos do Budismo integrados aos costumes nacionais. No Japão, a religião está conectada ao conceito nacionalista, portanto, o preconceito existe contra os estrangeiros, sejam chineses, coreanos, malaios, indonesianos e os ocidentais não escapam desse fenômeno tampouco”, acrescentou. “Algumas pessoas consideram isso ‘conceito desenvolvido de nacionalismo’ e outras que o consideram ‘racismo’, embora as duas, aparentemente, possam não estar erradas”.

Kedar também explicou que “em último lugar, os japoneses ignoram o conceito de monoteísmo e fé em um deus abstrato, pois o conceito deles de mundo é aparentemente conectado ao material e não à fé e emoções. Parece que eles igualam o Judaísmo ao Islamismo.

Quando a comunidade internacional foi chamada para ajudar no reassentamento dos refugiados muçulmanos, o Japão ofereceu ajuda financeira, mas rejeitou abrir suas portas para a imigração. O tema tras à tona até que ponto é importante a assimilação cultural dos novos imigrantes nos países hospedeiros.


Atualmente, milhares de recrutadores atuam na Suécia subvertendo os jovens e convertendo-os ao islã. Portanto, não será nenhuma novidade quando Donald Trump anunciar para o mundo que a pacífica Suécia virou um país exportador de extremistas islâmicos.

(Vejam o vídeo) SUÉCIA é o ABSURDISTÃO

Ruy Câmara

quinta-feira, março 12, 2015

USA despierta en la pesadilla venezolana, por Juan Carlos Sosa Azpúrua


En 2003, me encontraba en Madrid demandando al régimen de Chávez por crímenes de terrorismo de Estado y Lesa Humanidad. Nuestra premisa se basaba en la persecución política sistemática que estábamos sufriendo en Venezuela aquellos que no comulgábamos con la ideología que se estaba implementando totalitariamente. 


Se acumulaban las estadísticas de muertos y heridos que, directa e indirectamente, eran la consecuencia de un lenguaje de odio; una rabia hecha discurso desde las más altas esferas del poder, acompañado de la patente de corso conferida a los agentes del régimen para cometer sus crímenes con impunidad. 

Allí en España recibí al Wall Street Journal, que me hizo una entrevista para conocer más a fondo los delicados asuntos que estaba este periódico por revelar y que demostraban el altísimo grado de peligrosidad que representaba el régimen chavista para la seguridad del planeta (http://bit.ly/1C6Jsup). 

La publicación estadounidense venía investigando los nexos del régimen con grupos extremistas islámicos, así como su activa colaboración con las actividades de los carteles de la droga colombianos, camuflados en movimientos guerrilleros. Sugería Mary Anastasia O'grady, editora para las Américas del Wall Street Journal, que el comisionado de la CIA para asuntos Latinoamericanos, Fulton T. Armstrong, debía ser depuesto de su cargo por rehusarse a hablar en una audiencia parlamentaria sobre "tendencias políticas y económicas en el hemisferio occidental”. 

El riguroso diario estadounidense afirmaba que no era momento para tomarse a la ligera "la peligrosa amenaza para la seguridad nacional de los Estados Unidos" que constituía el régimen, que lideraba en aquel entonces Hugo Chávez. Citó las acciones judiciales que estábamos impulsando en España (y que finalmente fueron remitidas por su Audiencia Nacional a la Corte Penal Internacional de la Haya), y mencionó la información que le suministré, que era parte del material probatorio que sustentaba nuestra demanda legal, que corroboraba la preocupación del Wall Street Journal sobre la poca atención que le estaba prestando la CIA a estos temas. 

Durante la entrevista salieron a flote, entre otras amenazas, la nefasta influencia del Foro de Sao Paulo en la desestabilización del continente, el cómo sentaba en su Junta Directiva a connotados guerrilleros y narcotraficantes, entre ellos figuras prominentes que formaban parte del régimen chavista; también el equipamiento bélico de las fuerzas de choque, los denominados "círculos bolivarianos"; el adoctrinamiento ideológico marxista en las escuelas venezolanas, así como la presencia de guerrilla colombiana y grupos terroristas islámicos en nuestro territorio. 

La lista de peligros era larga y suficiente para justificar plenamente la activación de una política internacional seria y efectiva que pusiera énfasis en la necesidad de desenmascarar al régimen chavista y ponerle fin al mismo, a través de mecanismos institucionales avalados por los estatutos jurídicos vigentes en el planeta y vinculantes extraterritorialmente. 

Para aquel entonces, Estados Unidos se encontraba en el centro del infierno, ya que su guerra en el Medio Oriente estaba en su momento cumbre y las presiones que recibía por parte de la comunidad internacional eran más parecidas a una avalancha que a cualquier otra cosa. 

Para oscurecer el cuadro, las cotizaciones del petróleo tenían un sostenido ascenso, la geopolítica de Eurasia, el rol de China en los mercados, la debilidad del dólar y la multiplicidad de crisis internas fueron suficientes elementos para distraer la atención del gobierno norteamericano respecto a lo que estaba gestándose en su propio continente: un feto criminal con rasgos supra hemisféricos, concebido por Fidel Castro y financiado con petrodólares venezolanos. 

Aquí en Venezuela, caímos en un agujero negro que nos fue chupando como fideos con su energía devastadora. Tras los sucesos de abril 2002, el régimen intensificó la presencia cubana en todos los organismos del Estado, incluyendo principalmente el aparato de inteligencia e identificación nacional y la estructura electoral, para garantizar el monopolio absoluto de las variables necesarias para consolidar su poder y conservarlo indefinidamente. 

La dinámica política fue degradándose a pasos acelerados. Desmantelada PDVSA, destruida la fuerza sindical, infiltrados los partidos y ONGS, inyectado el virus de la corrupción en las arterias del cuerpo social y económico (gracias a la lluvia de petrodólares precipitándose torrencialmente en las arcas del ejecutivo); se orquestaron fraudes sistemáticos que erosionaron la poca institucionalidad que aún sobrevivía. Se implantó una matriz de opinión deliberada, con la única idea de lavarle el cerebro a la sociedad civil, convenciéndola que las luchas políticas eran asunto exclusivo de los partidos, y que nada que tuviera peso en la vida del país podía ser de su incumbencia. 

La política se hizo sinónimo de elecciones. Los asuntos de Estado se relegaron a las sombras de la nada, y los únicos temas que captaron la atención nacional fueron asuntos subalternos, todos consecuencias de una causa que se hizo anatema. 

La naturaleza criminal del régimen y su esencia totalitaria no parecían importarle a quienes manejaban los hilos de la política venezolana, y aquellas denuncias hechas por el Wall Street Journal, que tan acertadamente resumían nuestras acciones legales en las cortes internacionales, simplemente pasaron sin pena ni gloria, como un soplido de viento que no despeinó la consciencia de nadie.  
Y pasaron los años, doce para ser exactos, y aquí nos encontramos. 

Hoy Venezuela es irreconocible. Las cifras de muertos y heridos son tan largas que cuesta tabularlas sin morir de tristeza. Somos el país más corrupto del planeta, más inseguro para la vida y para las inversiones. Nuestra moneda es de agua y la inflación la gasifica, la infraestructura es una fractura de guerra, los cerebros emigran como aves en invierno. El dinero de la droga es el cemento que levanta centros comerciales y restaurantes, robusteciendo las cotizaciones de unos bienes raíces que no se venden tan caros ni en Park Avenue. En las cárceles se hacinan los inocentes, presos sin delito; mientras en el poder están los más peligrosos delincuentes. Las calles podrían ser rojas, porque es demasiada la sangre derramada por jóvenes que han luchado por la libertad que nadie, salvo ellos y un puñado más, parece apreciar. 

Dentro de este escenario dantesco, las ilusiones se debilitan por falta del sustento que les podría dar vida. Y ese sustento es la coherencia que no existe en el liderazgo nacional. Salvo excepciones, la misma nube negra que cubre todas las variables importantes que dan existencia a nuestra sociedad, tapa por completo el espectro de la política. Estamos en el momento más peligroso de todos, porque si la ilusión se desvanece, entonces lo que sigue es la resignación, y con ese espíritu apagado ningún país se levanta. 

Este nueve de marzo, Estados Unidos emitió un decreto ejecutivo que rescata el sentimiento que debió despertarse aquel lejano año de 2003, cuando el Wall Street Journal hizo su grave advertencia. 

La orden ejecutiva del presidente Barack Obama resume perfectamente lo que nos pasa: "declaro que la situación en Venezuela, incluida la erosión de garantías constitucionales por parte del Gobierno de Venezuela, la persecución de los oponentes políticos, el constreñimiento de la libertad de prensa, el empleo de la violencia y las violaciones y abusos de derechos humanos en respuesta a las protestas antigubernamentales, y el arresto y la detención de manifestantes antigubernamentales, así como el agravante de una corrupción pública significativa, constituye una amenaza inusual y extraordinaria a la seguridad nacional y a la política externa de Estados Unidos, y yo por la presente declaro emergencia nacional para abordar esa amenaza." 

Aunque formalmente se trata de una acción puntual, dirigida a siete gánsteres del régimen, la motivación inequívoca es más trascendental y afecta la médula del problema: Venezuela está secuestrada por un régimen forajido que viola sistemáticamente los derechos humanos y constituye una amenaza no solamente para los venezolanos, sino también para la humanidad entera, incluyendo obviamente a los Estados Unidos. 

Cuando una organización criminal controla el poder de una nación y se vale de las instituciones del Estado para cometer sus fechorías, los problemas de seguridad se incrementan aceleradamente en ritmos que van escalando fronteras. Y es mucho peor el problema, si ese secuestro criminal se da en un país que controla unas reservas energéticas de escala planetaria y con posición geopolítica estratégica, que ha creado vínculos con células terroristas e ideológicamente nefastas, usando su jurisdicción territorial como puente terrestre, marítimo y aéreo para la droga que destruye vidas en América y Europa. 

Cuando un país sufre semejante tragedia, el calor de su destrucción evapora cualquier noción de soberanía y autodeterminación. No tiene caso siquiera considerar a dicho país como una nación soberana, ya que ningún tipo de soberanía califica cuando la voluntad libre para escoger un sistema u otro no es una variable en la ecuación que determina si el estado de cosas amerita una intervención radical. 

La violación sistemática de los derechos humanos, el terrorismo de Estado que persigue y suprime la libertad de consciencia y el libre proceder; en pocas palabras, la presencia indiscutible de un sistema que atenta contra la dignidad de las personas en su esencia nuclear, es una premisa que justifica la preocupación del mundo y el accionar concreto de cualquier país que se sienta amenazado. 

La acción ejecutiva de Obama con relación a Venezuela es el pago de una deuda que tenía intereses moratorios. El hecho de ser la primera potencia mundial es motivo de orgullo para Estados Unidos, pero también una gran responsabilidad para con el planeta. 

El mensaje es oportuno y muy significativo. Estados Unidos se está comportando con seriedad y compromiso con las causas que realmente importan a la hora de definir el tipo de mundo que deseamos vivir, y los valores que hemos de defender para alcanzarlo. 

El país norteamericano no está entrometiéndose en un asunto que no le incumbe. Por el contrario, si Estados Unidos no se pronunciase sobre lo que está ocurriendo en Venezuela, debería sentir vergüenza. 

Y esa es la misma vergüenza que necesariamente debe abrogársele a todo venezolano que no se conecte con la profundidad de esta realidad. No se trata de tener injerencia foránea en asuntos de política interna de un país, esto sí debe evitarse. Aquí están en juego los valores fundamentales de la civilización mundial que afectan el equilibrio del planeta. 

Venezuela está a punto de extinguirse, para darle paso a un espectro tiránico donde el hombre es más parecido a un animal que a un hombre. Y eso que nos carcome como sociedad, es un virus que se exporta, y que al entrar en contacto con cualquier país, le produce lo mismo que nos está haciendo a nosotros. Por eso no es, ni debe ser jamás, un asunto de política interna, aislado de la comunidad de naciones. 

Venezuela no es el problema; es el sistema criminal que la secuestró el que debe confrontarse y erradicarse. Estados Unidos lo ha comprendido finalmente, bastante tarde a mi parecer (pero mejor tarde que nunca). 

Lo insólito es que haya sido Estados Unidos y no Venezuela (nosotros venezolanos), la responsable del primer pitazo. Es francamente preocupante la reacción de la dirigencia política nacional a la acción ejecutiva de Obama. Hemos visto con consternación el cómo estas reacciones reflejan un total desprecio o desconocimiento de nuestra realidad, confirmando lo que venimos sosteniendo desde hace años: que la política en Venezuela consiste en hacer elecciones fraudulentas y punto. 

La gravedad de la tragedia amerita un abordaje urgente de estos asuntos, dejando de lado cualquier otro tema subalterno. 

En conclusión, se necesita para ayer la reacción sonora y contundente de la sociedad venezolana. Llegó la hora de retomar los asuntos vitales para nuestra superviviencia y llevarlos a cada uno de los diversos escenarios del país, haciéndonos -todos y cada uno de nosotros- los protagonistas de la historia. 

La política es algo demasiado importante como para dejársela en exclusividad a los políticos... especialmente si es un asunto de vida o muerte.

Juan Carlos Sosa Azpúrua é Escritor; Empresario; Editor y Abogado especialista en Negociación y Resolución de Conflictos; Energía, Petróleo y Geopolítica Internacional de la Energía.

quarta-feira, julho 27, 2011

TERROR, UM OBJETIVO CELESTE

Este artigo foi escrito e publicado no Jornal Diário do Nordeste em 17.09.2001, portanto, há quase 11 anos.  


O terrorismo é um empreendimento caro, que exige patrocínio de pessoas, instituições ou do Estado para levar adiante sua causa e o seu objetivo. Sua ação criminosa e anárquica atinge a ordem e a paz, e sua vítima é sempre a sociedade. 

A lógica do terror é ter um inimigo disposto a retaliações que ampliem a crise e conseqüentemente a sua importância. A psicologia de aliciamento do terrorista baseia-se na crença de o sujeito-moral passar a pertencer a um grupo solidário, de ideal revolucionário, utópico ou metafísico.

O pior terrorismo é o carismático, ou o chamado apocalíptico e de libertação. Esse tipo de terror não está interessado no que a seu respeito pensamos nós, pois se caracteriza pelo total desprezo à vida individual e à vida coletiva. Por que isso?

Porque em sendo a fé (em Deus, Alá, Messias e outros) a sua ancoragem última e sua lógica falibilista, o fanático encontra aí a justificativa para levar no corpo, na alma e nos sentidos, o caos estremo. Isso explica porque o terrorismo político-ideológico, historicamente  em sua maioria inspirado em Marx, logo se converte em terrorismo dogmático. 

As premissas celestes, todas maniqueístas, e as delícias do paraíso, são fundamentos extremamente sedutores que foram retirados dos versos de algum profeta para dar sentido ao que não faz sentido algum. Ora, como em todo livro sagrado pode-se achar verdades para tudo que se procura, não é estranho que os grupos radicais encontrem nalguma escritura dita sagrada a justificativa para o terror, já que o terror tem sempre uma justificativa para a sua causa, uma causa que em última instância se configura patológica.

Quando o terrorismo não tinha pleno acesso às tecnologias de matar, a atividade era uma plataforma de expressão máxima da opressão social e não tinha como alvo principal a eliminação de inocentes. 

Hoje o terrorismo é letal e está disposto a trocar vidas por notoriedade. A invenção da ação suicida é um fator supremamente amedrontador e desse modo o terror consegue recursos de doadores privados fazendo extorsão. Alguns grupos fanáticos, não suportando mais esperar o dia do juízo final, precipitam-se para o fim abrindo a caixa de Pandora num lugar estratégico que possibilite a destruição massiva.

Com a derrocada da Cortina de Ferro no leste europeu, muitos cientistas inativos passaram a prestar valiosos serviços a vários grupos terroristas no Oriente e no Ocidente. Atualmente a maior arma em favor do terrorismo é a mídia universal. Sem mídia o terrorismo se tornaria quase impotente. Por que isso?

Como a sua significação é simbólica, tanto pelo mal que infunde, quanto pelo dano real da ação, a recente ameaça de uso de armas químicas, significa mais poder de barganha do que o próprio uso do acervo mortífero. Lembremo-nos aqui das disputas pelo domínio nuclear!

Se observarmos a história do terror, perceberemos que os firmes objetivos do terrorismo nunca foram plenamente alcançados. Os palestinos, mais antigos no negócio de matar, apesar da conquista da faixa de Gaza, continuam a disputar espaços com os árabes, seus irmãos de origem. 

O PKK, dos curdos sediados em Atenas, abandonaram o marxismo e se converteram num tipo de islamismo deformado quando deixaram de receber patrocínio dos russos e do Irã. 

O ETA, especialista em atentados de qualidade política, já há muito perdeu o apoio europeu para criar o país Basco na Espanha. 

O GNA, na Argélia, apesar das vidas que eliminou, não criou o estado islâmico de libertação argelina. 

O Sendero Luminoso, no Peru, que anda de mãos dadas com os chefões da droga, nunca conseguiu impor suas premissas xenófobas. 

O Tupac Amaru, mortalmente atingido por Fujimori no episódio da embaixada do Japão em Lima, nunca conseguiu estabelecer um Estado marxista no Peru. 

O LTDE, dos tigres-hindus, inspirados no marxismo-trotskista-leninista-maoista, que massacrou milhares de budistas e mulçumanos, transformou-se numa campanha clássica de faxina étnica. Cem mil indivíduos foram mortos e ainda não há uma nação Tammel no Oriente. 

Isso prova que o terrorismo como estratégia é sumamente ineficiente no que tange ao objetivo último. Só funciona como mensagem para assustar e extorquir. Como práxis objetiva não há êxito duradouro no terror. O que consegue é despertar ódio e repúdio instantâneo contra suas atrocidades.

Todavia, por detrás de toda ação terrorista há sempre três interesses conflitantes e antagônicos entre si (um político, outro patológico e outro econômico), e juntos confluem para o oportunismo direto dos detentores de poder e do capital beligerante, que se sustenta no tripé: tecnologia de ponta, capital volátil e poder militar. 

Mas como o ideal terrorista deriva muito mais da malignidade humana, que é congênita, nada o exterminará deste mundo velho, tão velho quanto a sombra do Eterno, por isso o terror suicida cobiça a glória, e se esta for póstuma, significa o coroamento do seu celeste objetivo.
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Ruy Câmara, romancista, dramaturgo e sociólogo.

Artigo de 17.09.2001 para o Jornal Diário do Nordeste.