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segunda-feira, agosto 21, 2017

A PRAÇA DE SHOWS DE ESTOCOLMO VIROU UM ABSURDISTÃO


Em 2011 estive em Estocolmo para a solenidade de premiação do poeta e tradutor sueco, Tomas Tranströmer, ganhador do Nobel de Literatura 2011. 

Caminhando com Rossana pelo centro de Estocolmo, deparamo-nos com uma multidão de fãs que se aguardavam com entusiasmo a aparição pública de um garoto, cantor canadense-inglês, de nome Justin Bieber. 



Em verdade eu não sabia da existência desse cantor, mas resolvi filmar a algazarra da juventude. Recentemente, a mesma praça festiva onde estivemos foi tomada de surpresa pelos bandos de muçulmanos que aportaram naquele país ao longo dos anos. O resultado dessa política de imigração pró-islâmica tem sido a gradual corrosão do tecido social sueco, com o aumento generalizado da violência e da criminalidade, especialmente crimes sexuais praticados por muçulmanos contra mulheres suecas. 

Não sem razão, Estocolmo há anos ostenta o título constrangedor de capital europeia do estupro. Do lado do governo, a atitude tem sido a mesma do restante da esquerda globalista que governa o continente europeu ocidental: negar a realidade da existência de um problema com a invasão muçulmana que ocorre há décadas no país, invasão essa patrocinada pela elite globalista sueca para fins de engenharia social. Nem de longe poderíamos imaginar que a belíssima e outrora segura e pacata Estocolmo, estaria seriamente ameaçada pelos bandos de criminosos islamistas e pelas turbas de loucos-ensandecidos, adeptos da famigerada e Sharia.


Atualmente a polícia sueca está pedindo ajuda externa para controlar a violência no país, pois os relatórios de avaliação de riscos demonstram que é apenas uma questão de tempo, antes de o país precisar de uma intervenção militar para evitar uma catástrofe humanitária.

Essa negação da realidade não decorre de modo algum de uma suposta incompetência. A negação faz parte da estratégia empreendida pela socialdemocracia de submissão da sociedade sueca ao islã. Uma estratégia que inclui a imposição da censura aos que criticam políticas imigratórias suecas. Uma censura que se dá através da pressão social exercida por meio dos preceitos do politicamente correto e do multiculturalismo, e também por meios legais, uma vez que qualquer cidadão sueco pode ser processado por crime de racismo ou islamofobia se fizer críticas às políticas imigratórias do país.

Os episódios de violência islâmica em Rinkeby ocorreram poucas horas após o premier sueco Stefan Löfven ter afirmado que estava surpreso com declaração dada por Donald Trump, que afirmou no fim de semana que os suecos estavam tendo problemas que eles nunca haviam imaginado antes, referindo-se à questão das políticas imigratórias. Stefan Löfven reagiu à fala de Donald Trump, insinuando que o presidente norte-americano deveria procurar se informar melhor antes de fazer declarações.

Horas após a declaração do chefe de governo sueco, a realidade em Rinkeby mostrou que Donald Trump estava correto, e que seria talvez o caso de sugerir que quem deveria procurar se informar sobre a Suécia, antes de fazer declarações, é o próprio primeiro ministro do país. Mas como dissemos anteriormente, Stefan Löfven é muito bem informado e sabe o que ocorre na nação escandinava. Sua sua contestação à fala de Donald Trump foi apenas mais um capítulo do exercício de negação da realidade que a esquerda globalista exerce continuamente, como forma de assegurar a submissão da Suécia ao islamismo.

A realidade da invasão e dominação islâmica da Suécia é resultante da estupidez do governo. Os episódios de violência ocorridos na segunda-feira em Rinkeby não correspondem a um fato isolado. Eles foram apenas uma amostra da realidade de inúmeras cidades e regiões suecas que são na prática controladas por muçulmanos, tanto recém-chegados na condição de supostos refugiados, ou muçulmanos nascidos no país e filhos de segunda ou terceira geração de muçulmanos que vieram por lá.

(Vejam o Vídeo) INVASÃO 

Quando os homens muçulmanos imigraram à Suécia, eles trouxeram a cultura islâmica da permissão do estupro. Trata-se de uma cultura entranhada e vinculada ao tratamento de suas próprias mulheres. Conforme a Sharia, lei islâmica, as mulheres têm a obrigação de cuidar da casa e das crianças e atender os desejos sexuais dos maridos. Uma mulher não submissa corre o risco de ser estuprada pelo próprio marido. Entretanto, ainda conforme a Sharia, essa cultura do sexo forçado impacta também as mulheres suecas, pois, como “infiéis” (não muçulmanas), servem legalmente de alvo de ataque por homens muçulmanos. Tal sistema de crença tem levado à disparada nos casos de estupro na Suécia, mais de 1 mil, desde que as portas do país foram abertas para a imigração muçulmana.



Um relatório emitido pelo Conselho Sueco de Prevenção ao Crime de 1996 enfatizou que os imigrantes muçulmanos oriundos no norte da África tende 23 mais a cometer estupro que os homens suecos. Os índices reforçam a fama que a Suécia é atualmente a “capital do estupro” no ocidente. Ainda mais chocante, o politicamente correto que lança sombra sobre a denúncia dos casos de abuso. Sensíveis às acusações de islamofobia, a imprensa sueca, aparentemente, se recusa a soar o alarme para as mulheres nativas sobre quem são esses predadores, ou seja, quando um muçulmano comete um estupro, a mídia se refere a ele como sueco.

Mas, a falha em identificar os estupradores muçulmanos permitiu que se eles se escondam nas sombras para cometer crimes sexuais ainda mais graves. Sem medo de serem punidos, os predadores adotaram a mentalidade da matilha de lobos. Um crime virtualmente não existente na Suécia na década de 70, o estupo em grupo tornou-se agora comum no país.

Entre 1995 e 2006, o governo sueco monitorou a incidência de estupros perpetrados por vários homens ao mesmo tempo (gang rape) e percebeu o aumento drástico da tendência. Entretanto, após identificar o problema, as autoridades “enterraram a cabeça na areia”, suspendendo qualquer estudo sobre o assunto. Aparentemente, o temor do governo sueco em parecer islamofóbico parece ser maior que a segurança das mulheres suecas. Em decorrência do fato de nenhum estudo ter sido realizado sobre o tema desde 2006, especula-se que esse número possa aumentar.

Uma comparação interessante entre a Suécia e o Japão revela constrastes profundos. O Dr. Mordechai Kedar, agente do Departamento de Inteligência de Israel, observou em seu artigo publicado em 20 de maio de 2013: “Um país sem muçulmanos”, embora o país tenha uma população de 127 milhões de habitantes, há somente 10 mil residentes muçulmanos. Os muçulmanos totalizam menos de 0.01% da população, em contraste com os países europeus. Apesar de o Japão não considerar a imigração muçulmana uma fonte de preocupação, Kedar explica que os japoneses permanencem preocupados com a influência muçulmana no país.

O especialista explica que: “primeiramente, o japonês tende a agrupar todos os muçulmanos como fundamentalistas que não estão dispostos a abandonar seus pontos de vista tradicionais e adotar formas novas de pensar e se comportar. No Japão, o Islamismo é visto como uma religião estranha, que qualquer pessoa inteligente deva evitar”.

“A maioria dos japoneses não possui religião, mas comportamentos ligados à religião Shinto, com elementos do Budismo integrados aos costumes nacionais. No Japão, a religião está conectada ao conceito nacionalista, portanto, o preconceito existe contra os estrangeiros, sejam chineses, coreanos, malaios, indonesianos e os ocidentais não escapam desse fenômeno tampouco”, acrescentou. “Algumas pessoas consideram isso ‘conceito desenvolvido de nacionalismo’ e outras que o consideram ‘racismo’, embora as duas, aparentemente, possam não estar erradas”.

Kedar também explicou que “em último lugar, os japoneses ignoram o conceito de monoteísmo e fé em um deus abstrato, pois o conceito deles de mundo é aparentemente conectado ao material e não à fé e emoções. Parece que eles igualam o Judaísmo ao Islamismo.

Quando a comunidade internacional foi chamada para ajudar no reassentamento dos refugiados muçulmanos, o Japão ofereceu ajuda financeira, mas rejeitou abrir suas portas para a imigração. O tema tras à tona até que ponto é importante a assimilação cultural dos novos imigrantes nos países hospedeiros.


Atualmente, milhares de recrutadores atuam na Suécia subvertendo os jovens e convertendo-os ao islã. Portanto, não será nenhuma novidade quando Donald Trump anunciar para o mundo que a pacífica Suécia virou um país exportador de extremistas islâmicos.

(Vejam o vídeo) SUÉCIA é o ABSURDISTÃO

Ruy Câmara

quarta-feira, julho 30, 2014

OS MORTOS DE GAZA VALEM, OS MORTOS DO BRASIL NÃO!

As imagens dos MORTOS na GUERRA entre ISRAEL e os terroristas do HAMAS continuam repercutindo no planeta como uma catástrofe. 



Mal começou aquela GUERRA velha, tão velha quanto a sombra do Eterno, Dilma apressou-se em condenar Israel pelos contra-ataques às agressões iniciadas pelo Hamas, chegando, inclusive, a fechar a embaixada do Brasil na Terra dita Santa, durante essa conflito trágico que já bebeu o sangue de aproximadamente 1.340 palestinos e 56 israelenses. 

Contraditoriamente, Dilma, Lula e toda a reca petista no poder, nunca deram um pio sobre o ato terrorista russo, ato covarde que abateu com um só disparo, 292 pessoas inocentes em pleno voo. 

Tampouco ouvimos dessa gente qualquer justificativa racional sobre o último relatório das Nações Unidas, no qual o Brasil aparece em 16º lugar entre as nações do planeta com o pior índice de homicídios. 

Esse governo incapaz nunca disse ao povo que a taxa de homicídios no Brasil é quatro vezes maior do que a média mundial. Nunca disse que a chance de alguém ser assassinado no Brasil é 4 vezes maior do que no resto do mundo. 

Apenas para ilustrar esse paradoxo, apresento aos leitores outro paradoxo criminal que também é completamente ignorado nos discursos populistas desse desgoverno petista: 

No Ceará, Estado com 8,5 milhões de habitantes, ocorreram somente neste ano, 2.370 homicídios. Em São Paulo, Estado com uma população 5 vezes maior (41 milhões), ocorreram 2.124 homicídios no mesmo período. E aqui deixo uma perguntinha: 

Será que Dilma, Lula, PT e o oligarca de Sobral, Cid Gomes, terão competência para pelo menos tentar explicar essa contradição durante as eleições? 

Creio que não, pois até hoje não ouvimos um pio dessa gente sobre as mortes que se avolumem na guerrilha urbana que está ao alcance dos nossos olhos e não nas terras de Israel.

Ruy Câmara
Escritor

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2014/07/os-mortos-de-gaza-valem-os-mortos-do.html

sábado, setembro 15, 2012

A JUSTIÇA VAI PREVALECENDO SOBRE A ANTIJUSTIÇA

Joaquim Barbosa, bastião da moralidade nacional.  

Durante 7 semanas de julgamento do mensalão a maioria dos ministros do STF condenou 10 (dez) dos 13 (treze) réus julgados até agora. Cada um dos ministros aplicou 38 sentenças aos réus do MENSALÃO, resultando em 239 votos no total. O PLACAR das sentenças aplicadas por cada ministro é seguinte:


O ilibado ministro, Joaquim Barbosa, aplicou 36 condenações e apenas 2 absolvições.

O surpreendente ministro, Luiz Fux, aplicou 35 condenações e apenas 3 absolvições

Celso Peluso – 35 condenações e 3 absolvições

Carmen Lúcia - 34 condenações e 4 absolvições

Ayres Britto - 34 condenações e 4 absolvições

Gilmar Mendes - 33 condenações e 5 absolvições

Celso de Mello - 33 condenações e 5 absolvições

Marco Aurélio - 31 condenações e 7 absolvições

O suspeitíssimo ministro, Dias Toffoli e o retardatário do processo, ministro Ricardo Lewandowski, são os campeões em absolvições e votos pela impunidade de alguns membros do bando de marginais.





Dias Toffoli é responsável por 15 absolvições e 23 condenações.

Ricardo Lewandowski é responsável por 17 absolvições e 21 condenações.

Toffoli e Lewandowski votaram juntos, segundo as suas consciências, pela absolvição de João Paulo Cunha (PT) e também absolveram Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz das acusações de "lavagem de dinheiro, peculato e corrupção ativa". 


Precisamos dizer mais alguma coisa?


Ruy Câmara

Escritor


segunda-feira, junho 13, 2011

JUSTIÇA BRASILEIRA E IMPUNIDADE

Jamais concordei com os esforços de interferências externas ou de fiscalização externa dos atos do judiciário brasileiro. Mas diante das aberrações jurídicas que testemunhamos cotidianamente no Brasil, começo e rever o meu posicionamento, afinal, saltam aos olhos da sociedade os desvios de foco e de conduta de muitos senhores que atuam nos tribunais judiciários, sejam na condição de autores, defensores, cúmplices, reféns ou de soberanos do que Cícero chamou de "embuste legalista" e processual.

Os embustes legalistas e processuais tornam o Brasil uma Nação fértil para a prática do crime, para a ampliação da criminalidade e para o abrigo de criminosos (nacionais e internacionais), porque o sistema judiciário, em sua totalidade, foi sendo moldado ao longo do tempo para protelar ad-aeternum a tramitação e a aplicação das sentenças, abrindo assim caminhos largos para a impunidade que o próprio sistema consagra, em suas instâncias e disposições formais, como juridicamente legais ou atos perfeitos de justiça, mesmo sendo alguns, por convicção geral e provas abundantes, atos deformados e destituídos de justiça.

O código penal brasileiro é falho e a cada dia se desvia da racionalidade que fundamenta a noção de direito e de justiça porque permite tudo, inclusive a supremacia da concepção legalista, que submete o mérito ao rito processual e à burocracia ineficaz do Estado. 


Um criminoso mata, esfola, estupra, sequestra, rouba e, ao ser alcançado, contrata um advogado astuto, de preferência com trânsito e influência no judiciário (muitas vezes por força do dinheiro sujo para corromper consciências) e o tempo que espere o veredicto, afinal, o tempo na justiça do Brasil foi aprontado para esperar e esperar.

Enquanto um processo se avoluma com recursos e mais recursos, o ministério público se desilude ou se acomoda, o juiz se omite quando instado a imprimir sua convicção; a defensa segue ganhando dinheiro, fama e prestígio nas mídias sensacionalistas e o criminoso permanece impune com suas culpas e ao errepio da Lei.  

Quantos políticos criminosos continuam impunes e longe dos tentáculos da Lei. O foro privilegiado nada mais é do que a aplicação clássica da jurisprudência de impunidade nacional, impunidade que é sempre e cotidianamente amparada por recursos legalistas que comportam tudo, inclusive a inversão da culpa. 

Eis um exemplo do que ocorre na prática: a acusação peticiona; a defesa desvia o foco e afasta-se da causa verdadeira (fato criminoso); invoca-se jurisprudências que força o juiz a tornar irrelevante o ato criminoso, ignorando assim a autoria e as consequências do crime; e centram-se todos na formalidade processual ou de competência, que é a (farsa e o embuste do rito); e com dinheiro e prestígio a defesa vai encontrando no vazio moral da justiça as brechas de impunidade capazes de isentarem o criminoso da merecida e esperada punição, apesar, muitas vezes, da convicção geral de sua culpa e até mesmo das provas cabais e incontestáveis do seu ato criminoso. As farsas e os embustes da formalidade processual são, sem dúvida alguma, a verdadeira aberração moral da JUSTIÇA e a razão primordial da IMPUNIDADE nacional.

A superação da crise de identidade da justiça brasileira depende, fundamental e urgentemente de uma reforma estrutural das instâncias jurídicas; de uma revisão constitucional do sistema de códigos; de uma reforma administrativa capaz de dotá-la de mais agilidade para a solução das contendas de mérito (como ocorre no sistema judiciário dos Estados Unidos) e, principalmente, de uma ampla REFORMA MORAL que possa embasar o veredicto mais justo e também a sua aplicação.    

Ruy Câmara
Escritor