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sexta-feira, fevereiro 12, 2016

QUE BRASIL NÓS QUEREMOS?




No calor das eleições majoritárias de 2010, entre mentiras, fraudes, farsas, embustes, simulacros e escândalos de toda ordem, a principal ferramenta social de enfrentamento ao PT foi a Internet. Com o poder de atingir milhões de brasileiros em tempo real, as plataformas da web facilitaram o surgimento e o rápido crescimento de inúmeros grupos sociais de oposição a Lula, Dilma e ao PT, dando-se início aos embates políticos mais acalorados nas redes sociais. 

Foi nesse ambiente conturbado que o escritor e sociólogo, Ruy Câmara, criou no Facebook o grupo, QUE BRASIL NÓS QUEREMOS? inicialmente com o objetivo de debater com seriedade, independência e responsabilidade, todos os temas de interesse da Nação Brasileira e que dizem respeito a todos nós, brasileiros. 

O início foi bastante conturbado, em função do Mensalão, das constantes intromissões de indivíduos infiltrados no grupo com perfis falsos (fakes) e também por falta de maturidade política ou mesmo intelectual de inúmeros participantes que ingressaram na comunidade sem interesse pelos fatos e sem propósitos definidos. 

Naquele ano eleitoral nós obtivemos informações de que as hienas do PT e os chacais dessa esquerda xenófoba e rastaquera do Brasil haviam contratando um exército de mercenários muito bem remunerados com dinheiro do contribuinte, para atuar nas redes sociais com vários objetivos: 

a) Defender José Dirceu e os membros da Organização Criminosa liderada até então por Lula e sub-chefiada por Dilma; 

b) Infundir a discórdia, acirrar o conflito de classes e disseminar a apartação social pala via do preconceito ideológico, de cor, de gênero ou de opção sexual.    

c) Contaminar os debates com ideologias fracassadas e propagandear os feitos populistas de Lula e dos governos petistas. 

Essas presenças indesejadas levaram os administradores do nosso grupo a adotar providências capazes de inibir os ataques virulentos que vinham sendo postados, bem como as agressões pessoais e outras atitudes igualmente reprováveis que atingiam o fundador do grupo, Ruy Câmara, e causavam distúrbios entre os demais membros da comunidade. 

Diante das ameaças constantes, decidimos tornar o QUE BRASIL NÓS QUEREMOS? um grupo fechado e bastante restrito, só podendo nele atuar pessoas convidadas por membros efetivos ou adicionadas pelos administradores. 

Para incentivar a participação das pessoas mais esclarecidas nos debates, postamos no grupo uma mensagem dos administradores estabelecendo princípios e as seguintes NORMAS DE CONVIVÊNCIA: 

1. Os mediadores do grupo entendem que não é salutar, nem edificante para o debate que as ideias aqui postadas se traduzam por ofensas pessoais, desrespeitos ou usando termos chulos (palavrões) e muito menos ameaças. 

2. Recomendamos aos participantes que se manifestem sem disfarces, sempre mostrando as suas imagens verdadeiras, os seus perfis e identidades reais, de modo que cada perfil possa ser confirmado quando solicitado pelos moderadores.

3. O grupo excluirá pessoas infiltradas (fakes) e aquelas que pretendam atuar usando disfarces, tais como: fotos desfocadas, máscaras, imagens de animais, símbolos ou qualquer outro signo. 

4. Postagens de propagandas ou comentários descontextualizados serão excluídos pelos mediadores.

5. Os infratores das normas de convivência do grupo serão banidos pelos mediadores sem prévio aviso.

Como a ampla divulgação dessas normas, em pouco tempo o grupo ganhou credibilidade, cresceu e até hoje é percebido na web como um espaço importante e necessário para o exercício da cidadania, da crítica política consciente e da reflexão objetivada para o esclarecimento dos fatos que envergonham o País e que ampliam a compreensão acerca do Brasil que nós brasileiros queremos.

Os primeiros convidados a participar como mediadores do grupo foram: Azenor Sousa (RJ), Astrid Shumann (Irlanda), Davi Studart Câmara (CE), Helano Nogueira Pinheiro (E.U.A), José Geraldo Sonvenso (SP), Leila Lamb (RS), Mariângela Fortes Veiga (SP), Miriam Tebet (SP), Rodrigo Netto (DF), Rossana Bezerra de Menezes (CE), Ricardo Lobo Furtado (PI), Silvio Fernando (SC), Surama Cavalcanti Miranda (DF) e Walmor Julio Ferreira Filho (PR).

Eis um brevíssimo resumo cronológico da nossa atuação ao longo dos anos: 

Em 2010 publicamos diversas matérias denunciando o aparelhamento do país pelo governo Lula. Naquele ano 42,8% dos ocupantes de cargos de confiança na administração federal – aqueles onde a pessoa chega sem concurso público – era formado por sindicalistas e ex-sindicalistas, dentre os quais, 84% era filiado ao PT.

No final de 2010 o grupo já contava com mais de 10 (dez) mil participantes ativos, denunciando com vigor os nomes dos larápios federais envolvidos no escândalo do Mensalão, cujos protagonistas atuavam com desenvoltura no governo Lula e também nos partidos da chamada base aliada: (PMDB), (PT), (PTB), (PR), (PSB), (PRP), (PP), e alguns empresários que se tornaram réus na ação penal 470, movida pelo Ministério Público no  Supremo Tribunal Federal (STF).

No dia 1 de janeiro de 2011, Dilma Rousseff tomou posse como 36ª presidente do Brasil, quando então o nosso grupo passou a cobrar sistematicamente da “presidenta” as 200 (duzentas) promessas que o marqueteiro João Santana a fizera prometer para ludibriar o eleitorado e consequentemente vencer as eleições. 

Fomos um dos primeiros grupos a denunciar publicamente o mega escândalo financeiro envolvendo a compra da sucateada Refinaria de Pasadena, no Texas, transação aprovada por Dilma Rousseff e ignorada pelo contribuinte. 

No decorrer de 2011 posicionamo-nos firmemente contra a escandalosa decisão do STF, que anulou por 6 votos a 5, a Lei da Ficha Limpa para as eleições gerais já acontecidas em 2010, garantindo assim a continuidade do mandato de centenas de políticos corruptos. Publicamos centenas de artigos criticando outra decisão do STF, que votou por 6 votos a 3 pela libertação do criminoso e ativista comunista, Cesare Battisti, condenado na Itália por diversos crimes de homicídio. 

Em 2012 denunciamos a farsa das “concessões”, que em verdade eram privatizações de iniciativa do governo Dilma, envolvendo estradas, minas de ouro, garimpos, terras na Amazônia, portos e os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e de Brasilia. 

Em 2013 promovemos uma ampla campanha de apoio ao ex-ministro, Joaquim Barbosa, pela exemplar relatoria do processo que condenou 25 dos 37 réus do mensalão. Fomos às ruas para cobrar do STF a validade da Lei da Ficha Limpa e vários candidatos foram barrados. Publicamos diversas matérias criticando a composição dos membros da chamada Comissão da “Verdade”, e denunciamos os nomes dos defensores da patologia Stalinista que lutaram pela implantação do comunismo no Brasil na época da contrarrevolução militar. 

Denunciamos a farsa envolvendo a capitalização artificial da Petrobras, que arrecadou R$ 120 bilhões para explorar 5 bilhões de barris de petróleo em reservas do pré-sal, farsa que levou o governo federal a alocar R$ 76,8 bilhões do montante arrecadado pela estatal. Com isso, a União ficaria com 48% do capital da Petrobras, somando as participações do Fundo Soberano e do BNDESPar. A armação petista foi escancarada em 2014 e resultou no mais escandaloso caso de corrupção do planeta: o Petrolão!

Em 2014 denunciamos os desfalques nos fundos de pensões das estatais brasileira; publicamos vários artigos sobre a caixa preta do BNDES; sobre as pedaladas fiscais com recursos do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do FGTS e alertamos a sociedade sobre os riscos da criação do todo poderoso BRICS, (abreviatura de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) uma farsa financeira que se traduz pela astúcia de um simpático Panda Chinês, que conseguiu enjaular com seu sorriso pálido, um perigoso Urso Russo, um faminto Tigre Indiano, um manhoso Elefante Africano e uma Anta Brasileira ferida. 

Divulgamos vários textos afirmando que a participação genuinamente capitalista da Rússia e da China na Criação de um banco que reuniria fundos oriundos das expropriações de bens e de recursos de 3 milhões de indivíduos seria, numa frase, a afirmação tácita e conclusiva de que o comunismo (com os ismos derivados dessa patologia) é o caminho mais árduo e mais doloroso para se chegar ao tão desejado quanto necessário Capitalismo Liberal. 

Em 2015, mesmo sendo um grupo reconhecidamente de oposição ao PT, tivemos a iniciativa de tecer críticas à dubiedade de FHC, de Aécio Neves, Aloísio Nunes e de outros tucanos que se mantinham surdimudos diante do clamor das ruas e se posicionaram com fingida neutralidade diante das manifestações gerais pelo: FORA DILMA, FORA LULA e FORA QUADRILHA PETISTA. Nosso posicionamento teve bastante repercussão nas redes sociais e, de certo modo, forçou os líderes da oposição (PSDB, DEM e PPS) a saírem dos bastidores para o front das ruas. 

Ao longo de 6 (seis) anos de atuação ininterrupta, prestamos o nosso apoio irrestrito e
participamos ativamente de todas as manifestações (verde e amarelo) em defesa do Brasil, merecendo destaque, as denúncias dos escândalos envolvendo todos os chefes da Civil: José Dirceu (hoje preso), Dilma Rousseff (responsável pelo desastre econômicos do Brasil), Erenice Guerra (partícipe ativa da quadrilha que ainda hoje é alvo de investigação na Operação Zelotes), Antonio Palocci (processado por corrupção), Gleisi Hoffmann (acusada de receber propina), Aloísio Mercadante e Edinho Silva, (ambos acusados de ilicitudes pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa).

Atualmente o grupo QUE BRASIL NÓS QUEREMOS é formado por mais de 47 mil participantes interessadas em debater e compreender com mais clareza o que ocorre no Brasil cotidianamente, notadamente no que diz respeito à endemia da corrupção e a razão dos constantes ataques contra a nossa democracia, essa senhora que precisa ser defendida para que possamos proteger o nosso País das ameaças comunistas e também das investidas dos totalitaristas de esquerda que atentam todos os dias contra as Garantias Constitucionais e contra as Liberdades Individuais, de Imprensa e de Expressão. 

Nós entendemos que, como cidadãos livres e contribuintes do Estado, devemos combater com intransigência quaisquer tentativas que posam levar o Brasil à retrocessos democráticos ou institucionais. Temos consciência de que é nosso dever cobrar da presidência da República e da sua equipe, o cumprimento efetivo de todas as promessas feitas durante as duas últimas campanhas presidenciais, bem como, responsabilizá-la pela crise moral e econômica que arruinaram a economia do Brasil.

Decorridos 6 (seis) anos se atuação ininterrupta e destemida, podemos afirmar com plena convicção que a nossa posição política sempre foi bastante clara: somos um grupo de OPOSIÇÃO ao socialismo (eufemismo envergonhado de comunismo) e ao continuísmo do PT no comando dos negócios públicos do Brasil. 

Hoje o nosso grupo tem convicção de que, após havermos apoiado e participado ativamente de tantas manifestações populares nas ruas do Brasil, nosso país só reencontrará o caminho do desenvolvimento e só sairá das páginas policiais, quando a sociedade adentar em peso no Palácio do Planalto, exigindo a queda imediata de Dilma; a prisão do chefe, Lula e o afastamento de todos os políticos envolvidos com corrupção.
Nosso grupo acredita que a operação Lava Jato alcançará LULA e, mais hoje, mais amanhã, veremos o farsante na prisão, ao lado dos seus velhos comparsas: José Dirceu, João Vacari, José Carlos Bumlai, Marcelo Bahia Odebrecht e outros 119 bandidos que foram presos por ordem do ilustre Dr. Sérgio Moro, sendo 62 deles com prisões preventivas e 57 com prisões temporárias.

Ruy Câmara é escritor, sociólogo e fundador do Grupo, Que Brasil Nós Queremos? 














terça-feira, abril 14, 2015

A OMISSÃO OPORTUNISTA DA OPOSIÇÃO

FHC, AÉCIO, ALOÍSIO NUNES e outros tucanos estão completamente equivocados e, no momento, prestam um tremendo desserviço à NAÇÃO ao se posicionaram com fingida neutralidade diante das manifestações das ruas pelo: FORA DILMA, FORA LULA e FORA QUADRILHA PETISTA.

Não defender a CASSAÇÃO ou o IMPEACHMENT de DILMA, chefe do governo mais irresponsável e corrupto do planeta, significa aceitar e concordar com a permanência da QUADRILHA que arruinou o País roubando, mentindo e delinquindo impunemente.

Obviamente que essa neutralidade vem sendo notada e repudiada pelos cidadãos brasileiros, não somente como um gesto de OMISSÃO OPORTUNISTA, mas como DESFAÇATEZ CALCULADA, afinal, está claro que o objetivo dessa OPOSIÇÃO ORDINÁRIA é impedir tão somente que MICHEL TEMER (PMDB) assuma a vaga de DILMA e desse modo os TUCANOS possam tomar o poder em 2018 de um governo já combalido e arruinado moralmente no presente tempo. 

Como cidadão consciente da gravíssima situação do País, sinto-me no direito de rebater com rigor a tese fajuta defendida por FHC, AÉCIO e outros e o faço questionando nos seguintes termos:

1. O que é um partido político, senão uma representação política outorgada e mantida pelo Povo? 

2. Qual é a finalidade real de um partido, senão atuar em sincronia programática com os anseios para defender o que emana do povo legitimamente? 

3. Por que motivo FHC, AÉCIO, ALOÍSIO NUNES e outros temem a queda de Dilma, a ascensão do PMDB e o fim do PT?   
O momento requer ação firme da OPOSIÇÃO e não omissão oportunista, afinal, partido político existe para tomar partido e não para se manter neutro, omisso ou distante das grandes questões de interesse da imensa maioria do Povo brasileiro. 

A sociedade já fez e vem fazendo a sua parte, e já disse claramente nas ruas que exige a remoção imediata de DILMA, LULA e da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA do poder. 

Como os esforços populares ainda não foram entendidos, temos o dever de denunciar nas REDES SOCIAIS o protagonismo inútil e a FROUXIDÃO da OPOSIÇÃO, que insiste em se manter numa disfarçada posição de neutralidade, deixando portanto de representar os anseios da maioria do povo brasileiro.

Como em política não há lugar vago, o PSDB vai perdendo o apoio de milhões de brasileiros que não aceitam o desgoverno petralha, nem mesmo a pretexto de preservar os interesses de um grupo que deseja ver o país sangrar até o esgotamento, apenas para que possa tomar o poder em 2018. 

Nós, brasileiros, exigimos a remoção de DILMA e da QUADRILHA PETISTA agora e já, pois o Brasil não pode sangrar até 2018 e, no momento, quem melhor representa os brasileiros no Congresso Nacional são os destemidos senadores, RONALDO CAIADO e ÁLVARO DIAS, duas vozes possantes que estão sintonizadas com os anseios de 87% dos brasileiros que reprovam Dilma, Lula e PT. 

Ou DILMA CAI agora ou o BRASIL voltará às ruas com FORÇA REDOBRADA no dia 30/05 (SÁBADO) às 16h00. Nessa data os nossos protestos serão sincronizados, no mesmo dia e no mesmo horário, em todo o País e, com certeza, haveremos de contar com o apoio de diversas outras vozes que atuam no Congresso Nacional, vozes que ainda não se juntaram às manifestações das ruas por PURITANISMO ingênuo e rastaquera dos organizadores de certos movimentos. É dever da OPOSIÇÃO fazer oposição, afinal, não há como mudar a política sem a atuação dos políticos. 

Claro está que chegou o momento de avançarmos com mais objetividade, convocando as lideranças políticas mais valorosas, para se juntarem a nós, o POVO, não só nas ruas, mas em cima dos trios elétricos e nas tribunas do Congresso Nacional. 

Persistindo essa omissão, com toda certeza a OPOSIÇÃO liderada pelo tucanato mineiro e paulista perderão o bonde da HISTÓRIA.
Ruy Câmara

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2015/04/a-omissao-oportunista-da-oposicao.html

P.S:

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) foi sincero, corajoso e preciso quando afirmou, para constrangimento geral das autoridades presentes em um evento público, que “Faltaria guilhotina para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro. O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda, indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É desolador. Salários, ninguém põe na internet, porque o sindicato pediu liminar. Olha eu gostaria de pôr, mas a Justiça proibiu", ironizou Alckmin.

Sobre o Judiciário: "A corrupção: o paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: Na hora que for para Justiça tudo vai se resolver'. Vai levar 20 anos."

quarta-feira, julho 30, 2014

OS MORTOS DE GAZA VALEM, OS MORTOS DO BRASIL NÃO!

As imagens dos MORTOS na GUERRA entre ISRAEL e os terroristas do HAMAS continuam repercutindo no planeta como uma catástrofe. 



Mal começou aquela GUERRA velha, tão velha quanto a sombra do Eterno, Dilma apressou-se em condenar Israel pelos contra-ataques às agressões iniciadas pelo Hamas, chegando, inclusive, a fechar a embaixada do Brasil na Terra dita Santa, durante essa conflito trágico que já bebeu o sangue de aproximadamente 1.340 palestinos e 56 israelenses. 

Contraditoriamente, Dilma, Lula e toda a reca petista no poder, nunca deram um pio sobre o ato terrorista russo, ato covarde que abateu com um só disparo, 292 pessoas inocentes em pleno voo. 

Tampouco ouvimos dessa gente qualquer justificativa racional sobre o último relatório das Nações Unidas, no qual o Brasil aparece em 16º lugar entre as nações do planeta com o pior índice de homicídios. 

Esse governo incapaz nunca disse ao povo que a taxa de homicídios no Brasil é quatro vezes maior do que a média mundial. Nunca disse que a chance de alguém ser assassinado no Brasil é 4 vezes maior do que no resto do mundo. 

Apenas para ilustrar esse paradoxo, apresento aos leitores outro paradoxo criminal que também é completamente ignorado nos discursos populistas desse desgoverno petista: 

No Ceará, Estado com 8,5 milhões de habitantes, ocorreram somente neste ano, 2.370 homicídios. Em São Paulo, Estado com uma população 5 vezes maior (41 milhões), ocorreram 2.124 homicídios no mesmo período. E aqui deixo uma perguntinha: 

Será que Dilma, Lula, PT e o oligarca de Sobral, Cid Gomes, terão competência para pelo menos tentar explicar essa contradição durante as eleições? 

Creio que não, pois até hoje não ouvimos um pio dessa gente sobre as mortes que se avolumem na guerrilha urbana que está ao alcance dos nossos olhos e não nas terras de Israel.

Ruy Câmara
Escritor

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2014/07/os-mortos-de-gaza-valem-os-mortos-do.html

quarta-feira, junho 04, 2014

O GOVERNO DO PT ACABOU, por Marco Antonio Villa.

O governo do PT acabou. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Nenhum projeto avança e os ministros pararam de agir para fazer politicagem. O governo se arrasta fatigado e desiludido como um jogador de futebol em fim de carreira e com seu time perdendo de 4 X 0 aos 40 minutos do segundo tempo.

Apesar do fracasso visível em todas as áreas e das 200 promessas jamais cumpridas — as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma fracassada gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado.

A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores.

É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou.


Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário.

Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada.
 

Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições.

A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba.

Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos.

O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões?

No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo: a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico.

Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica, de gastança desenfreada e de corrupção para manter os abutres aliados. Haja agonia e sofreguidão.
 

Marco Antonio Villa é historiador.

segunda-feira, maio 20, 2013

RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA


domingo, 19 de maio de 2013


RESISTENCIA DEMOCRÁTICA por Raimundo Ribeiro

Raimundo Ribeiro
A convenção nacional do PSDB demonstrou claramente que o partido assumiu seu papel de principal oposição ao governo do Partido da Trapaça; 

A presença das principais lideranças (FHC, Sérgio Guerra, Telma de Oliveira, Solange, Yeda Crusius, Moema, Serra, Aloysio Nunes, Alckmin, Perilo, Artur Virgílio, Rodrigo de Castro, Bruno Araújo, Duarte Nogueira, Carlos Sampaio e tantos outros mostra que o PSDB tem disposição e quadros para fazer o enfrentamento político com o PT no processo eleitoral; 

As palavras de Alkmin (Aécio será o “mais paulista dos mineiros”) comprovam o esforço em busca da unidade, ingrediente vital para salvar o país; 

A fala de Serra, desnudando a incompetência do Partido da Trapaça na condução da economia nacional é esclarecedora, mas o mais emblemático foi a sua presença; 

A presença de Roberto Freire e José Agripino demonstram que é possível unir a oposição; 

Ao alcunhar Lula de 'canalha', Perilo mostrou que numa campanha contra o crime organizado, é necessário falar a única linguagem que eles entendem; 

Enfim, nunca antes neste país foi tão necessário coragem e destemor para resgatar o Brasil; 

É fundamental a compreensão de que a próxima eleição não se trata apenas de mais uma eleição, mas uma guerra entre o bem e o mal; 

De um lado os condenados pela Suprema Corte que corromperam a atividade política, prostituíram os programas sociais, vilipendiaram os valores éticos e morais e aparelharam as instituições estatais num atentado contínuo aos princípios democráticos; 

De outro lado, os que conseguiram construir uma carta política denominada Constituição Cidadã, curar o câncer da inflação, democratizar o acesso de todos as novas tecnologias, e colocam os interesses do País acima dos interesses secundários; 

Esperamos e torcemos que o espirito que presidiu a convenção nacional do PSDB sirva de exemplo para os estados e para outros partidos que desejem ajudar nessa cruzada cívica que é salvar a democracia e resgatar o BRASIL.

Raimundo Ribeiro*

*Raimundo Ribeiro é advogado

Fonte: Informando e Detonando