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sexta-feira, outubro 19, 2018

DEVEMOS APOIAR O PRESIDENTE BOLSONARO

Recentemente o senador tucano, Tasso Jereissati, disse à imprensa que "o grupo de Bolsonaro é muito perigoso". 

Tasso apenas repetiu o que os adversários, Ciro Gomes, Haddad, Boulos, Marina, Alckmin e outros que foram TRATORADOS por Bolsonaro diziam durante a campanha para assustar os eleitores. 

Caberia perguntar ao senador do Ceará o seguinte: Bolsonaro é perigoso por quê? Porque quebrou todos os paradigmas eleitorais? Porque, sem depender dos velhos caciques da política, será eleito presidente do Brasil com a mair votação da história do país?  

Ora amigos, todas as velhas raposas da política estão assustadas, muito assustadas, porque há pelo menos 3 (três) décadas não surge na América Latina nenhum líder anticomunista, antissocialista e antipopulista da linhagem e do calibre de Jair Bolsonaro.

Visivelmente frustrado com o soterramento do tucanato e da petralhada (duas pragas que dilapidaram o país nos últimos 24 anos de revezamento no poder), Tasso Jereissati voltou a dizer à imprensa que "o PSDB não tem a linha do Bolsonaro e que fará oposição a ele a partir de 2019." 

Por que motivo Tasso ameaça fazer oposição ao governo Bolsonaro? 

Quem faz oposição por puro prazer de sabotar é o PT e os seus tentáculos, o PCdoB, PSOL, MST, MTST e esses ninhos de parasitas que chamam de sindicatos!

Sabemos nós, por vivida experiência, que oposição de tucano e de petista significa boicote ou sabotagem, o que não é minimamente razoável, nem aceitável nesses tempos conturbados, afinal, sabotar e conspirar para que o novo governo não consiga realizar nada ou torcer para que nada dê certo no Brasil, configura não só um ato de desmedida irresponsabilidade, mas também de traição proposital da confiança dos eleitores.

O momento reclama dos congressistas e de todos nós, brasileiros conscientes e responsáveis, os melhores esforços patrióticos para que o governo Bolsonaro possa fazer pelo menos uma parte do que precisa ser feito em benefício da sociedade, e não mais para atender as demandas individuais ou para satisfazer as vaidades de políticos cansados de operar no submundo do poder para que o Brasil continue se afundando. 

Diante de tudo o que vimos acontecer de ruim com o nosso país nos últimos anos e revivendo as lutas que enfrentamos nas ruas e nas redes sociais para banirmos os bandos de salafrários que tomaram o país de assalto, é preciso que os congressistas veteranos, mais do que os novatos, tenham maturidade, muita responsabilidade e patriotismo redobrados para ajudar o novo governo a reerguer a nação, uma nação tão vilipendiada e assaltada por incúria de gente que adotou a postura que os tucanos pretendem adotar para dificultar os trabalhos do novo governo.   

De minha parte e da parte dos brasileiros decentes que desejam o melhor para o Brasil, podemos garantir o seguinte: ao exemplo do que fizemos para defenestrarmos Lula, Dilma e o PT, nós atacaremos diariamente nas redes sociais e destrataremos publicamente todo e qualquer político cretino que utilizar o seu mandato eletivo para sabotar propositadamente as boas ações do novo governo. Os políticos que assim agirem, sejam de que partidos forem, serão atacados constantemente e haverão de enfrentar tempos muito difíceis.

Ruy Câmara.

domingo, junho 11, 2017

SOBRE O PROPÓSITO LENTO E TEDIOSO DO STE


Durante o julgamento tardio em que se apurava (sem a devida apuração) os crimes eleitorais perpetrados pelo mega-esquema de corrupção que elegeu a chapa Dilma/Temer, caberia perguntar ao relator Herman Benjamin o seguinte: "Por quais motivos os ministro do TSE que ora se levantam como arautos da moralidade aprovaram as contas da campanha encabeçada pelo PT e jamais deram um pio sobre essa complexa matéria enquanto Dilma estava no poder destruindo o Brasil?

Perguntemos de forma direta ao Dr. Herman Benjamin: Por que motivo ele e seus colegas do STE deixaram se passar 29 meses para iniciarem o julgamento de uma "PRESIDENTA já há muito MORIBUNDA, que fora banida do cargo pelos motivos sobrantes que sabemos?

Ora, a resposta é óbvia e não comporta tergiversações moralistas: por ímpeto revanchista ou mesmo por vingança, pois desde o mensalão já se sabia de forma concreta que Lula e Dilma transformaram o PT numa organização criminosa que atuava aberta e impunemente comprando tudo e todos com dinheiro roubado.

O Brasil deixado de herança após 13 anos de PT se assemelhava a uma carroça velha, puxada por meia dúzias de burros pachorrentos que trilhavam exaustos numa estrada esburacada e tortuosa, levando no lombo milhares de parasitas que devoravam a carga roubada com a fome de hienas.

Claro que Herman Benjamin, assim com alguns ministros do TSE, não queriam a cabeça de uma PRESIDENTA-DEFUNTA e sim a do seu sucessor, mas o queriam ou querem numa hora inoportuna em que o país começa a dar sinais de recuperação e de vitalidade.

Como vimos nos embates políticos cotidianamente, a cassação da chapa Dilma/Temer já não interessa ao PT; não interessa ao PMDB; não interessa ao autor da ação, o PSDB; a nenhum partido ou líder partidário que apoia o governo Temer; não interessa ao mercado (que antevê o aprofundamento das crises, política, econômica e social); não interessa aos adversários de Rodrigo Maia (DEM - 1º na linha sucessória e eventual substituto de Temer); e não interessa principalmente a Lula, nem à Dilma e muito menos ao próprio presidente Temer. Perguntemos por que motivo os baderneiros da CUT, CGT, MST, MTST e outros bandos não fizeram piquete à frente do TSE pelo FORA TEMER. Eu respondo: porque também não interessa a eles.

Caberia perguntar aos defensores da tardia e inoportuna cassação (não da chapa, já desmantelada no impeachment, mas na cassação de Temer) o que o Brasil ganharia de fato na troca de Michel Temer por Rodrigo Maia? 

Eu respondo de forma pragmática: o Brasil não ganharia nada, nadinha mesmo ou melhor, só perderia, e perderia muito (tempo, recursos e soluções) afinal, nenhuma decisão jurídica ou política, por mais reparadora, oportuna e legítima que pareçam, terá serventia social quando atropela e esmaga a ética da responsabilidade, cuja ação e efeitos são inseparáveis da razão e daquilo que objetiva o bem-estar geral, ainda que pareça errada aos olhos da moral individual.

Se o perdão de Dilma e Temer é moralmente ruim para nós, brasileiros indignados com tanta roubalheira, com toda certeza não o será para o país como um todo a curto e médio prazos, afinal, a razão e a consciência nos advertem que é menos arriscado conviver com um chefe de bando em fim de carreira, do que com uma quadrilha em formação.

Na atual conjuntura nacional, a substituição de Michel Temer por Rodrigo Maia, seria um desastre sem precedentes, seria como trocar um veterano que em meio à guerra dispara chumbo grosso contra o inimigo comum (economia), por um recruta aventureiro que procura um cartucho no bornal quando lhe pediram fogo.

No julgamento em que as provas posteriores mais robustas se tornaram imprestáveis como prova, valeu tudo e nada ao mesmo tempo, tanto que alguns ministros metidos a moralistas estavam dispostos a exumar da vala funda um cadáver em adiantado estado de putrefação (Dilma) para enterrar na vaga o coveiro (Temer) que ajudou a morta a cavar a própria sepultura.

Na corte do TSE a justiça pode ter sofrido algum abalo moral, mas a ética da responsabilidade que embasou a decisão tem mais serventia para o país como um tudo nesse momento conturbado da vida nacional e válido é, portanto, invocar aqui o sábio preceito de Georg Jellinek, do final do século XIX, em que o Direito deve carregar apenas o mínimo de Moral exigido para que o todo social não sofra e não se esfacele por sede de justiça temporal.

Logo, o que em dado momento parece estar em desacordo com as aspirações de parte da sociedade (e não de toda a sociedade), provém da falta de compreensão entre a ética da convicção e a ética da responsabilidade, que são bem diferentes; a 1ª alcança a moral individual, o dever pelo dever a qualquer custo social, ao passo que a 2ª ultrapassa a moral de grupo, onde o que importa é o melhor resultado, e não a boa intenção.

Contudo, ambas são tuteladas pelo ordenamento jurídico, por isso são imprescindíveis para o bom funcionamento da nação, notadamente na pacificação social e na segurança tão necessária às relações jurídico-políticas.

O desfecho que vimos no STE não teve e nem teria nenhum efeito prático. Mesmo que a chapa Dilma/Temer fosse cassada, tanto Dilma quanto Temer poderiam (por direito) sobrepor recursos legítimos ou meramente protelatórios, esticando a sua permanência no poder até o final do mandato.

Não votei e jamais votaria em Temer, mas considerando as dificuldades de toda ordem que o nosso país enfrenta, defendo com responsabilidade a permanência Temer até 2018, quando teremos a chance de elegeu o seu substituto.

Minha posição neste momento conturbado em que os abutres do PT vêm sabotando e fazendo de tudo para que nada dê certo no pais é: FICA TEMER.!!!

Ruy Câmara

terça-feira, abril 14, 2015

A OMISSÃO OPORTUNISTA DA OPOSIÇÃO

FHC, AÉCIO, ALOÍSIO NUNES e outros tucanos estão completamente equivocados e, no momento, prestam um tremendo desserviço à NAÇÃO ao se posicionaram com fingida neutralidade diante das manifestações das ruas pelo: FORA DILMA, FORA LULA e FORA QUADRILHA PETISTA.

Não defender a CASSAÇÃO ou o IMPEACHMENT de DILMA, chefe do governo mais irresponsável e corrupto do planeta, significa aceitar e concordar com a permanência da QUADRILHA que arruinou o País roubando, mentindo e delinquindo impunemente.

Obviamente que essa neutralidade vem sendo notada e repudiada pelos cidadãos brasileiros, não somente como um gesto de OMISSÃO OPORTUNISTA, mas como DESFAÇATEZ CALCULADA, afinal, está claro que o objetivo dessa OPOSIÇÃO ORDINÁRIA é impedir tão somente que MICHEL TEMER (PMDB) assuma a vaga de DILMA e desse modo os TUCANOS possam tomar o poder em 2018 de um governo já combalido e arruinado moralmente no presente tempo. 

Como cidadão consciente da gravíssima situação do País, sinto-me no direito de rebater com rigor a tese fajuta defendida por FHC, AÉCIO e outros e o faço questionando nos seguintes termos:

1. O que é um partido político, senão uma representação política outorgada e mantida pelo Povo? 

2. Qual é a finalidade real de um partido, senão atuar em sincronia programática com os anseios para defender o que emana do povo legitimamente? 

3. Por que motivo FHC, AÉCIO, ALOÍSIO NUNES e outros temem a queda de Dilma, a ascensão do PMDB e o fim do PT?   
O momento requer ação firme da OPOSIÇÃO e não omissão oportunista, afinal, partido político existe para tomar partido e não para se manter neutro, omisso ou distante das grandes questões de interesse da imensa maioria do Povo brasileiro. 

A sociedade já fez e vem fazendo a sua parte, e já disse claramente nas ruas que exige a remoção imediata de DILMA, LULA e da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA do poder. 

Como os esforços populares ainda não foram entendidos, temos o dever de denunciar nas REDES SOCIAIS o protagonismo inútil e a FROUXIDÃO da OPOSIÇÃO, que insiste em se manter numa disfarçada posição de neutralidade, deixando portanto de representar os anseios da maioria do povo brasileiro.

Como em política não há lugar vago, o PSDB vai perdendo o apoio de milhões de brasileiros que não aceitam o desgoverno petralha, nem mesmo a pretexto de preservar os interesses de um grupo que deseja ver o país sangrar até o esgotamento, apenas para que possa tomar o poder em 2018. 

Nós, brasileiros, exigimos a remoção de DILMA e da QUADRILHA PETISTA agora e já, pois o Brasil não pode sangrar até 2018 e, no momento, quem melhor representa os brasileiros no Congresso Nacional são os destemidos senadores, RONALDO CAIADO e ÁLVARO DIAS, duas vozes possantes que estão sintonizadas com os anseios de 87% dos brasileiros que reprovam Dilma, Lula e PT. 

Ou DILMA CAI agora ou o BRASIL voltará às ruas com FORÇA REDOBRADA no dia 30/05 (SÁBADO) às 16h00. Nessa data os nossos protestos serão sincronizados, no mesmo dia e no mesmo horário, em todo o País e, com certeza, haveremos de contar com o apoio de diversas outras vozes que atuam no Congresso Nacional, vozes que ainda não se juntaram às manifestações das ruas por PURITANISMO ingênuo e rastaquera dos organizadores de certos movimentos. É dever da OPOSIÇÃO fazer oposição, afinal, não há como mudar a política sem a atuação dos políticos. 

Claro está que chegou o momento de avançarmos com mais objetividade, convocando as lideranças políticas mais valorosas, para se juntarem a nós, o POVO, não só nas ruas, mas em cima dos trios elétricos e nas tribunas do Congresso Nacional. 

Persistindo essa omissão, com toda certeza a OPOSIÇÃO liderada pelo tucanato mineiro e paulista perderão o bonde da HISTÓRIA.
Ruy Câmara

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2015/04/a-omissao-oportunista-da-oposicao.html

P.S:

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) foi sincero, corajoso e preciso quando afirmou, para constrangimento geral das autoridades presentes em um evento público, que “Faltaria guilhotina para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro. O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda, indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É desolador. Salários, ninguém põe na internet, porque o sindicato pediu liminar. Olha eu gostaria de pôr, mas a Justiça proibiu", ironizou Alckmin.

Sobre o Judiciário: "A corrupção: o paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: Na hora que for para Justiça tudo vai se resolver'. Vai levar 20 anos."

quinta-feira, agosto 07, 2014

O BANIMENTO ELEITORAL DE UMA OLIGARQUIA

A oligarquia Ferreira Gomes está no poder há pelo menos 30 anos e mesmo tendo governado o Ceará 3 (três) vezes e a capital 2 (duas) vezes, não esconde de ninguém que intenciona continuar no comando dos negócios públicos do Estado, como se o Ceará e sua capital, fossem um feudo da família.

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2014/08/adeus-rapaziada-de-sobral.html

É importante observar que, a cada eleição os oligarcas de Sobral mudam de partido, de discurso, de aliados, de alvos para os seus ataques inconsequentes, e desse modo vão ficando, ficando, ora atraiçoando os aliados que os puseram no poder, ora unindo-se ao que há de pior e de mais ordinário na política brasileira e local.   

Nas eleições de 2010 a oligarquia construiu um extenso arco de alianças políticas e reelegeu com facilidade, no 1º turno, um dos seus herdeiros, o atual governador do Ceará, Cid Gomes.

A vitória dos oligarcas foi bastante facilitada pelas condições precárias dos seus adversários, todos eles muito fraquinhos, sem carismas, sem históricos, sem experiências, sem discursos, sem influências na política nacional, e mais, sem apoiadores de peso e sem caixa para contracooptar as ações da oligarquia e dos seus aliados nos currais eleitorais.     

Além da máquina do Estado em suas mãos, os oligarcas tinham em seu favor o engajamento político, financeiro e eleitoral dos poderes, municipal e federal, tendo ainda o campeão mundial de mentiras por minuto, Lula, a ‘incompetenta presidenta’, Dilma e a totalidade do PT nos palanques, bem como o apoio irrestrito dos caciques do PMDB (municipal, estadual e nacional), e mais, tinham botijas de dinheiro e um vasto tempo de TV para esmagar os adversários,  sendo uma das vítimas, o senador, Tasso Jereissati, a quem os rapazes de Sobral devem quase tudo o que conquistaram na vida, inclusive o poder que os sustêm há mais de 30 anos. 

Ocorre que nessas eleições, as condições e circunstâncias mudaram, o quadro político se inverteu completamente, a correlação de forças também (o adversário de agora é robusto e astuto), e pelo que se desenha, tudo indica que os candidatos majoritários (ao governo e senado) da oligarquia serão atropelados e amargarão uma frustrante derrota, logo no 1º turno.

O leitor deve estar se perguntando por que eu canto a derrota da oligarquia de Sobral com tanta convicção e logo no 1º turno? É fácil explicar!

1.     PLEBISCITO:
Dessa vez as eleições serão um plebiscito, de um lado, pela continuidade de um grupo de poder que chega ao final do segundo mandato bastante desgastado e apresentando claros sintomas de fadiga; e do outro, pelo latente desejo de mudanças que se levanta no país, desejo esse que será bastante ampliado em função da disputa presidencial.

2.     VAZIO:
Como os oligarcas não estão disputando diretamente as eleições, não há garantia de que consigam transferir os votos necessários para eleger seus afilhados, uma vez que esse vazio, descompromete um vasto universo apoiadores e de eleitores afinados até então com o projeto em curso.     

3.     ESCOLHA:
A escolha dos afilhados para a sucessão da oligarquia não foi feliz e não foi bem recebida nem mesmo pelos aliados. Prevaleceu na escolha a afinidade sentimental e não o mérito, o histórico, a folha de serviços e o preparo formal. Tanto é verdade que, no rol de uma dezena de nomes, a oligarquia escolheu uma dupla muito fraquinha, sem carisma, sem discurso, sem influência na política nacional, e mais: sem contar com os apoios irrestritos que tinha antes, de Lula, Dilma, Luizianne e de todos os petistas e petralhas que atualmente estão divididos, enciumados e em acirrado conflito e alguns, trancafiados.

4.     ADVERSÁRIO:
Um dos principais aliados nas eleições anteriores, Eunício Oliveira, foi preterido e ergueu-se como um adversário de peso da oligarquia, tanto pela sua superioridade política em relação ao seu adversário, Camilo, quanto pela sua liderança inquestionável sobre a totalidade do PMDB, sobre boa parte do PT local e também sobre uma parcela expressiva dos candidatos proporcionais (deputados) que, mesmo estando formalmente na base de apoio da oligarquia, trabalham abertamente pelas eleições de Eunício Oliveira, Tasso Jereissati e Aécio Neves.

5.     FICHA
Numa simples comparação das biografias e das fichas dos candidatos em disputa, o eleitor verá com suspeição que, enquanto Eunício Oliveira não responde por nenhum processo na justiça, seu adversário, Camilo Santana, responde 9 processos envolvendo verbas públicas e execução.

6.     ROBUSTEZ
Eunício terá a seu dispor, igualmente, um generoso tempo de TV; tem a seu lado, um dos nomes mais respeitados na política brasileira, Tasso Jereissati (possante puxador de votos); tem ainda um vice do porte de Roberto Pessoa, dono de votos abundantes em todos os municípios do Ceará, notadamente nos maiores; e de quebra, Eunício tem caixa suficiente para contracooptar todas as investidas contrárias, e tem a astúcia necessária para ampliar as ações de campanha menos ortodoxas.

7.     PESQUISAS:
As provas de fadiga da gestão Cid Gomes, da sua impossibilidade de transferir votos e do desejo de mudanças da sociedade, estão nitidamente refletidas em todas as pesquisas de intenção de voto do eleitor, nas quais, Eunício e Tasso lideram com folga.

O único ponto vulnerável que antevejo em prejuízo ético da campanha de Eunício Oliveira e que poderá beneficiar o seu adversário, Camilo (apoiado por Dilma), diz respeito a uma contradição já percebida de forma difusa pelo eleitor: de um lado Eunício tem o apoio ambíguo e muito duvidoso de Lula e do outro, o apoio de firme e decisivo de Tasso Jereissati, o senador que o Ceará e o Brasil precisão.  

Nesse aspecto de coerência ou incoerência, creio que os dois lados poderão se igualar, em lucros e perdas, tendo Eunício um trunfo que Camilo não terá jamais: a possibilidade de embarcar de última hora na companha de Aécio Neves, de quem o PT é freguês em todas as eleições em que o jovem senador mineiro tomara parte diretamente.  

Pelo que demonstrei, posso afirmar, sem medo de errar, que os oligarcas cometeram um erro estratégico e outro de avaliação, quando subestimaram e preteriram um ex-aliado de robustez política invejável, empurrando-o quase a força para a oposição e em consequência desse ato, empurram também importantes lideranças regionais e nacionais, centenas de aliados e milhares de eleitores, permitindo a Eunício firmar alianças fortíssimas em todos os níveis, inclusive uma, que nem de longe se imaginava possível: com o PSDB de Tasso Jereissati e Aécio Neves.

Ruy Câmara


segunda-feira, maio 20, 2013

RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA


domingo, 19 de maio de 2013


RESISTENCIA DEMOCRÁTICA por Raimundo Ribeiro

Raimundo Ribeiro
A convenção nacional do PSDB demonstrou claramente que o partido assumiu seu papel de principal oposição ao governo do Partido da Trapaça; 

A presença das principais lideranças (FHC, Sérgio Guerra, Telma de Oliveira, Solange, Yeda Crusius, Moema, Serra, Aloysio Nunes, Alckmin, Perilo, Artur Virgílio, Rodrigo de Castro, Bruno Araújo, Duarte Nogueira, Carlos Sampaio e tantos outros mostra que o PSDB tem disposição e quadros para fazer o enfrentamento político com o PT no processo eleitoral; 

As palavras de Alkmin (Aécio será o “mais paulista dos mineiros”) comprovam o esforço em busca da unidade, ingrediente vital para salvar o país; 

A fala de Serra, desnudando a incompetência do Partido da Trapaça na condução da economia nacional é esclarecedora, mas o mais emblemático foi a sua presença; 

A presença de Roberto Freire e José Agripino demonstram que é possível unir a oposição; 

Ao alcunhar Lula de 'canalha', Perilo mostrou que numa campanha contra o crime organizado, é necessário falar a única linguagem que eles entendem; 

Enfim, nunca antes neste país foi tão necessário coragem e destemor para resgatar o Brasil; 

É fundamental a compreensão de que a próxima eleição não se trata apenas de mais uma eleição, mas uma guerra entre o bem e o mal; 

De um lado os condenados pela Suprema Corte que corromperam a atividade política, prostituíram os programas sociais, vilipendiaram os valores éticos e morais e aparelharam as instituições estatais num atentado contínuo aos princípios democráticos; 

De outro lado, os que conseguiram construir uma carta política denominada Constituição Cidadã, curar o câncer da inflação, democratizar o acesso de todos as novas tecnologias, e colocam os interesses do País acima dos interesses secundários; 

Esperamos e torcemos que o espirito que presidiu a convenção nacional do PSDB sirva de exemplo para os estados e para outros partidos que desejem ajudar nessa cruzada cívica que é salvar a democracia e resgatar o BRASIL.

Raimundo Ribeiro*

*Raimundo Ribeiro é advogado

Fonte: Informando e Detonando

sexta-feira, março 02, 2012

NO QUE RESULTOU UM NOIVADO ADÚLTERO E PROMISCUIDO!



O PT tornou-se um partido corrompido e corruptor em todas as suas práticas e ações genuinamente fisiologistas mas, no afã de se tornar hegemônico em São Paulo e no Brasil, cometeu um erro primário de estratégia política ao flertar com um adversário manso e ardiloso, seduzindo-o a aceitar um noivado adúltero e promiscuido, como ocorreu com o prefeito Gilberto Kassab, a cria de José Serra que agora é acusado de ser traidor e algoz do PT. 



Desrespeitando a cláusula de prudência o PT ignorou solene que Gilberto Kassab, mesmo sem o saber, atuou nesse episódio como um ESPIÃO TRÍPLO, ora em causa própria (PSD); ora afagando os egos enfermiços de Lula; ora a serviço do PSDB, para ao final estender o tapetão azul para José Serra implodir o delírio de Fernando Haddad, nome conhecido na praça pelos sucessivos escândalos e imoralidades envolvendo o ENEM e também pela sua desastrada gestão à frente do MEC, instituições que foi transformada em aparelho oficial para o fomento da promiscuidade estatal através das famigeradas cartilhas, dos Kits Gays e outras deformidades pedagógicas e nocivas em suas intenções e práticas. 



Para barrar o sonho sonambúlico de Haddad, José Serra topou o desafio de subir ao ringue e o fez com apoios de peso e com disposição para impor uma derrota ao aventureiro do PT que jamais disputou uma eleição e que, por falta de conhecimentos e de experiência em gestão municipal, não tem o mínimo preparo para administrar uma cidade com a complexidade de São Paulo.


Fica evidente que a teimosia do Lula, de atropelar todos os nomes do PT para impor seu pupilo e preposto, foi das mais desastradas, tanto que 9 de cada 10 petistas, apostam na derrota de Haddad como certa, pois lhe faltam ainda, carisma, empatia eleitoral e até mesmo discurso. 

Nesse sentido, a aposta em Haddad é um tiro no próprio pé do PT, pois trata-se de uma aposta extremamente perigosa para o governo e mais ainda para os eleitores paulistas, e caso se confirme a vitória de José Serra, quem sairá derrotado mesmo não será Haddad, mas Lula, Dilma e o PT com sua base aliada esfacelada, fato que determinará também o êxito da oposição nas eleições majoritárias de 2014. 

Particularmente estou convencido de que não será uma disputa somente de âmbito municipal, pois José Serra tem experiência sobrante para ampliar e nacionalizar os debates  envolvendo a 6ª cidade mais populosa do planeta, tanto que já anunciou, com toda ênfase, que essa disputa será decisiva não só para o futuro da cidade de São Paulo, mas também para o futuro do país, porque será uma disputa entre duas visões bastante diferentes do Brasil; entre duas visões distintas de administração pública e de bens coletivos; entre duas visões antagônicas de democracia e cidadania; entre duas visões díspares de gestão voltada para soluções objetivas; entre duas visões antagônicas de respeito aos princípios constitucionais e valores republicanos, valores esses cada vez mais escassos e até desconhecidos pelos grupos de delinquentes de estimação do PT. 
Ruy Câmara 
Escritor

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2012/03/no-que-resultou-um-noivado-adultero-e.html