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quarta-feira, julho 05, 2017

DE GENTE COM BOAS INTENÇÕES O INFERNO ESTÁ CHEIO!


Após algumas décadas de convivência intensa com autores e obras que influenciam o pensamento humano ao longo dos séculos, penso que ainda estou longe da maturidade intelectual, mas já andei o bastante para entender uma dura lição: que as boas intenções são tão ilusórias quanto inúteis diante dos fracassos, sobretudo quando a caminhada nos leva até uma bifurcação, que é justamente a encruzilhada onde o sujeito se sente perdido. 



Mas, quem de nós, nunca se deparou com uma encruzilhada no caminho? Quem nunca fez escolhas erradas, acreditando que estava certo?


Agora mesmo o Brasil (país refém de juristas inconfiáveis e de políticos larápios) está parado numa encruzilhada, com a sociedade sentindo-se perdida diante de uma trifurcação, essa que agora nos solicita uma decisão acerca do caminho a seguir. Mas qual dos três atalhos é o mais seguro e mais firme? 

Essa pergunta só será respondida se formos capazes de refletir agora com racionalidade e objetividade, longe das falácias populistas, das farsas moralistas, das utopias idealistas, das promessas salvíficas, das soluções mágicas, e se levarmos em consideração as lições de Max Weber no que tange à ética da convicção e ética da responsabilidade de cada ação nossa, que são éticas bastante distintas entre si. 

Quem recorre à Ética da convicção, supõe estar em condições de julgar as ações individuais segundo os valores ou princípios absolutos seculares, tais como: não matar, não roubar, não mentir... Ou seja, impõe acima das demais a ética da moral do indivíduo, cuja intenção é sempre mais importante do que o resultado concreto das suas ações. (Eis o engano, o erro, o risco)

Quem recorre à Ética da responsabilidade, deve estar preparado para analisar as ações de grupos ou as ações praticadas por um indivíduo em nome e por conta do próprio grupo, seja a família, o clube, a igreja, o sindicato, o partido, o povo do vilarejo ou a nação inteira. 

Quem analisa a situação do Brasil atual sob as lentes da ética da responsabilidade, deve levar em consideração as consequências dos atos anteriores da sociedade e as ações pregressas e atuais dos agentes políticos, atos que determinaram a situação presente que afeta a vida das pessoas, notadamente em matéria de economia-política, cujas boas intenções anteriores não justificam os fracassos no presente. 

Não há, com base nessa ética, desculpa para o fracasso, porque o fracasso, apesar das promessas e das esperanças, já era previsível quando a sociedade fez as suas escolhas políticas acreditando nas boas intenções e na pregação de valores morais que o partido vitorioso propagava aos quatro ventos. Como se diz por aí: “De gente com boas intenções, o inferno está cheio” ou ainda, “Não basta a mulher de César ser honesta; é preciso ser e parecer honesta”. 

Quem analisa uma situação do país mantendo-se distante da ética da responsabilidade, terá sempre muita dificuldade de entender a natureza de certas ações políticas ou jurídicas que danificam a Nação, e também o que norteia a economia-política para benefício do todo social. 

Nessa análise, válido é, portanto, lembrar o que já diziam Maquiavel e Max Weber: são morais as ações que forem úteis à sociedade, e imorais aquelas que a prejudicam, visando apenas interesses particulares. 

Por essa razão os políticos moralistas (seja de direita ou de esquerda) adulteram todos os fundamentos éticos durante suas campanhas e propagam um discurso calcado somente na ética da convicção ou de valores: não roubar, não mentir, não corromper, etc. Mas quando chegam ao poder, são obrigados a se adequarem à realidade de uma política ordinária e secularmente viciada, e logo abandonam o discurso da convicção e adotam o discurso de oportunidade. 

No campo social e político é impossível conciliar a ética da convicção e a ética da responsabilidade, assim como não é possível que, em se fazendo qualquer concessão ao princípio segundo o qual os fins justificam os meios, uma autoridade da justiça venha decretar, em nome de uma moral artificial, qual o fim que melhor justifica um meio. 

Aprendi com os mestres (todos já moribundos e esquecidos) a pautar as minhas análises em matéria de economia-política, com a racionalidade e objetividade herdada de Fitcher: “Não tenho o privilégio de pressupor a bondade ou a perfeição do homem e não posso lançar nos ombros alheios as consequências previsíveis das minhas próprias ações ou decisões, porque essas consequências serão imputadas às minhas próprias escolhas. 

Finalizo essa reflexão formulando algumas perguntas às autoridades moralistas e aos embusteiros do Brasil, esse seres iluminados que pretendem, a qualquer custo moral, subverter, por via legalista, os princípios que embasam a ética da responsabilidade, impondo para a sociedade uma ética de convicção negociada com o sub-mundo do crime, às portas fechadas e entre quatro paredes:  

1. Há quanto tempo Bolsonaro é titular na Presidência do Brasil?

2. Seu governo recebeu o país em meio a uma crise política e com déficit de decência?

3. A economia estava saneada ou esfacelada?

4. Bolsonaro é responsável pela crise econômica provocada pela Covid?

5. Seu governo apresentou algum resultado econômico concreto, apesar das sabotagens dos gestores estaduais e municiapais da pandemia?

6. A crise econômica em decorrência da lacração vem afetando a vida do cidadão? 

7. O afastamento de Temer resolverá as crises (política e econômica) que o país enfrenta? 

8. Quem estaria na linha sucessória para substituí-lo?

9. Um sucessor tampão, eleito por via indireta por políticos, resolveria as duas crises (política e econômica)? 

10. Quantos meses precisaria o governo tampão para formar o novo gabinete ministerial e para preencher os cargos nos 4 escalões? 

11. Os eventuais substitutos são honestos; têm reputação ilibada e desfrutam da confiança popular?

12. O país está sólido e forte para suportar um ano de paralisação, de nadismo e de badernas? 

13. Como ficaria a economia até as próximas eleições, em 2018? 

14. Quando custaria essa aventura ao país?

15. Quem pagaria a conta?

Ruy Câmara
Escritor

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/07/de-gente-com-boas-intencoes-o-inferno.html


domingo, junho 11, 2017

SOBRE O PROPÓSITO LENTO E TEDIOSO DO STE


Durante o julgamento tardio em que se apurava (sem a devida apuração) os crimes eleitorais perpetrados pelo mega-esquema de corrupção que elegeu a chapa Dilma/Temer, caberia perguntar ao relator Herman Benjamin o seguinte: "Por quais motivos os ministro do TSE que ora se levantam como arautos da moralidade aprovaram as contas da campanha encabeçada pelo PT e jamais deram um pio sobre essa complexa matéria enquanto Dilma estava no poder destruindo o Brasil?

Perguntemos de forma direta ao Dr. Herman Benjamin: Por que motivo ele e seus colegas do STE deixaram se passar 29 meses para iniciarem o julgamento de uma "PRESIDENTA já há muito MORIBUNDA, que fora banida do cargo pelos motivos sobrantes que sabemos?

Ora, a resposta é óbvia e não comporta tergiversações moralistas: por ímpeto revanchista ou mesmo por vingança, pois desde o mensalão já se sabia de forma concreta que Lula e Dilma transformaram o PT numa organização criminosa que atuava aberta e impunemente comprando tudo e todos com dinheiro roubado.

O Brasil deixado de herança após 13 anos de PT se assemelhava a uma carroça velha, puxada por meia dúzias de burros pachorrentos que trilhavam exaustos numa estrada esburacada e tortuosa, levando no lombo milhares de parasitas que devoravam a carga roubada com a fome de hienas.

Claro que Herman Benjamin, assim com alguns ministros do TSE, não queriam a cabeça de uma PRESIDENTA-DEFUNTA e sim a do seu sucessor, mas o queriam ou querem numa hora inoportuna em que o país começa a dar sinais de recuperação e de vitalidade.

Como vimos nos embates políticos cotidianamente, a cassação da chapa Dilma/Temer já não interessa ao PT; não interessa ao PMDB; não interessa ao autor da ação, o PSDB; a nenhum partido ou líder partidário que apoia o governo Temer; não interessa ao mercado (que antevê o aprofundamento das crises, política, econômica e social); não interessa aos adversários de Rodrigo Maia (DEM - 1º na linha sucessória e eventual substituto de Temer); e não interessa principalmente a Lula, nem à Dilma e muito menos ao próprio presidente Temer. Perguntemos por que motivo os baderneiros da CUT, CGT, MST, MTST e outros bandos não fizeram piquete à frente do TSE pelo FORA TEMER. Eu respondo: porque também não interessa a eles.

Caberia perguntar aos defensores da tardia e inoportuna cassação (não da chapa, já desmantelada no impeachment, mas na cassação de Temer) o que o Brasil ganharia de fato na troca de Michel Temer por Rodrigo Maia? 

Eu respondo de forma pragmática: o Brasil não ganharia nada, nadinha mesmo ou melhor, só perderia, e perderia muito (tempo, recursos e soluções) afinal, nenhuma decisão jurídica ou política, por mais reparadora, oportuna e legítima que pareçam, terá serventia social quando atropela e esmaga a ética da responsabilidade, cuja ação e efeitos são inseparáveis da razão e daquilo que objetiva o bem-estar geral, ainda que pareça errada aos olhos da moral individual.

Se o perdão de Dilma e Temer é moralmente ruim para nós, brasileiros indignados com tanta roubalheira, com toda certeza não o será para o país como um todo a curto e médio prazos, afinal, a razão e a consciência nos advertem que é menos arriscado conviver com um chefe de bando em fim de carreira, do que com uma quadrilha em formação.

Na atual conjuntura nacional, a substituição de Michel Temer por Rodrigo Maia, seria um desastre sem precedentes, seria como trocar um veterano que em meio à guerra dispara chumbo grosso contra o inimigo comum (economia), por um recruta aventureiro que procura um cartucho no bornal quando lhe pediram fogo.

No julgamento em que as provas posteriores mais robustas se tornaram imprestáveis como prova, valeu tudo e nada ao mesmo tempo, tanto que alguns ministros metidos a moralistas estavam dispostos a exumar da vala funda um cadáver em adiantado estado de putrefação (Dilma) para enterrar na vaga o coveiro (Temer) que ajudou a morta a cavar a própria sepultura.

Na corte do TSE a justiça pode ter sofrido algum abalo moral, mas a ética da responsabilidade que embasou a decisão tem mais serventia para o país como um tudo nesse momento conturbado da vida nacional e válido é, portanto, invocar aqui o sábio preceito de Georg Jellinek, do final do século XIX, em que o Direito deve carregar apenas o mínimo de Moral exigido para que o todo social não sofra e não se esfacele por sede de justiça temporal.

Logo, o que em dado momento parece estar em desacordo com as aspirações de parte da sociedade (e não de toda a sociedade), provém da falta de compreensão entre a ética da convicção e a ética da responsabilidade, que são bem diferentes; a 1ª alcança a moral individual, o dever pelo dever a qualquer custo social, ao passo que a 2ª ultrapassa a moral de grupo, onde o que importa é o melhor resultado, e não a boa intenção.

Contudo, ambas são tuteladas pelo ordenamento jurídico, por isso são imprescindíveis para o bom funcionamento da nação, notadamente na pacificação social e na segurança tão necessária às relações jurídico-políticas.

O desfecho que vimos no STE não teve e nem teria nenhum efeito prático. Mesmo que a chapa Dilma/Temer fosse cassada, tanto Dilma quanto Temer poderiam (por direito) sobrepor recursos legítimos ou meramente protelatórios, esticando a sua permanência no poder até o final do mandato.

Não votei e jamais votaria em Temer, mas considerando as dificuldades de toda ordem que o nosso país enfrenta, defendo com responsabilidade a permanência Temer até 2018, quando teremos a chance de elegeu o seu substituto.

Minha posição neste momento conturbado em que os abutres do PT vêm sabotando e fazendo de tudo para que nada dê certo no pais é: FICA TEMER.!!!

Ruy Câmara

segunda-feira, maio 22, 2017

A DUVIDOSA TRÍADE PERSECUTÓRIA




Desde o banimento constitucional de Dilma do poder, os petistas inconformados e os esquerdistas arrependidos por terem eleito Temer quando elegeram Dilma, arquitetam planos de sabotagem para desestabilizar o governo e atuam sinistramente para que nada dê certo no Brasil. 



É importante observar uma contradição grotesca: enquanto os petistas e a camarilha esquerdista aplaudem a armação salvífica do mafioso Joesley Batista, sem dar um pio sobre os benefícios muito suspeitos envolvendo a delação (super-premiadíssima) que Janot e Fachin deram de mão beijada aos carniceiros da JBS, boa parte da imprensa vem dando grande repercussão aos atos revanchistas e meramente persecutórias do procurador-geral, Rodrigo Janot e do Ministro Edson Fachin, contra o presidente Michel Temer, acusado apressadamente de corrupção passiva e talvez de prevaricação, por não ter tomado providência contra Joesley Batista durante a conversa que tiveram no Jaburu. 



Recentemente uma comentarista risonha e tola da Rede Globo perguntou às suas colegas o seguinte: Minha gente, por que motivo o povo não está nas ruas pedindo a cabeça de Temer? No mesmo instante eu enviei a seguinte resposta: 

“Meninas, a sociedade sabe que a crise que enfrentamos é uma herança maldita do PT e não do governo Temer. A sociedade não foi às ruas porque sabe que os problemas nacionais não serão resolvidos com a derrubada do governo. Sabe que no próximo anos haverá eleições e nessas alturas não vale à pena trocar o veterano Michel Temer pelo aprendiz de feiticeiro, Rodrigo Maia. Sabe que a substituição de um governo que vem lutando para ordenar o caos herdado, só agravará a situação do país, afinal, o que mais interessa ao país é a recuperação econômica e esta só será conseguida se superarmos a crise política, crise provocada pelos petistas e pela esquerda ordinária que atua no enredo para sabotar as reformas e para impedir a normalidade gerencial do país. Vocês da imprensa deveriam investigar à fundo quais foram as motivações que levaram Janot e Fachin a ouvirem tantas confissões de crimes gravíssimos e ao final perdoaram e concederam indulto de impunidade total aos bandidos da JBS? Caberia perguntar ainda o motivo de tanta pressa de Janot e de Fachin para incriminar o presidente Temer sem a que se tenha feito a necessária apuração probatória das alegações, quando existe uma fila enorme, encabeçado por Lula, Dilma, Sarney, Collor, Renan e uma reca de delinquentes chapa-branca que estão aí vivendo impunemente, e até agora não houve nenhuma ação efetiva do STF para incriminá-los por tantos atos de corrupção que praticaram ao longo dos anos no poder. 

Ora, diante da disposição do procurador, Rodrigo Janot, de fatiar em três processos distintos a sua frágil e apressada acusação contra Michel Temer, apenas para fazer o governo sangrar lentamente e paralisar as reformas em curso, não restam dúvidas de que a trama urdida entre quatro paredes na PGR e em condições muito escondidas no STF, tem triplo objetivo: salvar os carniceiros da JBS da prisão e da falência; derrubar o governo Temer pela via judicial e criar condições para a reabilitação de Lula, de Dilma e da ORCRIM, afinal, tanto Joesley Batista com seu bando de larápios, quanto Rodrigo Janot e Edson Fachin, chegaram aonde estão, graças a Lula, a Dilma e ao PT. 

Não é custoso alegar que as nomeações de Janot e de Fachin para os cargos que ocupam foram feitas por Dilma, com as bênçãos de Lula. Do mesmo modo, a fortuna de R$ 9 bilhões que JBS embolsou do BNDES e que a colocou no topo do mundo, é fruto das negociatas mais imorais que contaram com os préstimos de Lula, Dilma, Luciano Coutinho e do bando petista. 


Penso sinceramente que a tríade persecutória, formada por Joesley, Janot e Fachin, não está minimamente preocupada com os danos econômicos e morais que a quadrilha da JBS causou ao país com as bênçãos do PT, e muito menos com as consequências danosas dessa armação que paralisou o Brasil, e que vem a cada dia afetando diretamente a economia e piorando a vida de milhões de brasileiros. 


Por essas e outras razões, antevê-se que o governo Temer terá votos e apoios suficientes na Câmara Federal para barrar todas as ações persecutória que ingressarem fatiadamente nas comissões daquela casa por iniciativa de Fachin e Janot.

Antevejo ainda que a maioria da Câmara Federal não permitirá em nenhuma hipótese que o ministro Fachin dê uma canetada monocrática com a sua pena VERMELHA para remover Michel Temer do poder. Com toda certeza, o plano de sabotagem de Joesley Batista, assim como os atos muito apresados de Janor e de Fachin serão desmoralizados perante a nação quando novas tramoias arquitetadas pelos carniceiros da JBS forem reveladas. E serão. Aguardemos!!  



Ruy Câmara

https://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2017/06/desde-o-banimento-constitucional-de.html

quarta-feira, novembro 16, 2016

SOBRE A NATUREZA E O PROPÓSITO DOS ATAQUES CONTRA MICHEL TEMER

Hoje eu gostaria de pedir a atenção de todos os que me acompanham nas redes sociais, para refletirmos um pouco sobre a natureza e o propósito dos ataques virulentos que estão sendo lançados contra o presidente Michel Temer e também sobre os princípios gerais de manipulação e controle de massas. (Ver ao final do texto) 


Como vimos antes, durante e logo após a recente entrevista do presidente Temer à TV Cultura, diversas pessoas esclarecidas, pessoas que até ontem combatiam o PT, Lula e Dilma, resolveram atacar de forma deliberada, apressada e virulenta o recém-empossado presidente. 



Claro que Michel Temer não foi eleito por mim, nem pela imensa maioria do povo brasileiro que foi às ruas clamando pela remoção de Dilma. Ele, juntamente com Dilma, foram eleitos pelos defensores da organização criminosa liderada por Lula e também pela massa ingênua que transformou um "bandido e pilantra" e uma “criminosa e inconsequente” em presidentes do Brasil. 



E quantas vezes fomos às ruas? Após anos e anos de lutas e embates, conseguimos às duras penas remover DILMA e LULA com seu bando do poder. O impeachment de Dilma foi e continua sendo a vitória de todos nós, contribuintes indignados do Estado brasileiro. 

Mas a regra constitucional sobre o impeachment é clara: na vacância do presidente assume o vice. E foi assim que Temer assumiu, com o respaldo da Constituição Brasileira. Durante o Impeachment, enquanto Lula, Dilma com seus bandos tramavam, armavam e lutavam para continuarem roubando e promovendo o desmonte do Brasil, nós sentíamos os efeitos da crise e das condições sofríveis em que a Nação se deteriorava. Nosso país não tinha rumo, nem alternativas para enfrentar as crises, econômica, política e moral mais devastadoras da sua história. 

O governo Temer herdou dos seus antecessores uma dívida bruta impagável de R$ 6,8 trilhões e reservas de apenas 6% desse montante e um déficit fiscal de R$ 170 bilhões em 2016 e com todas as empresas estatais saqueadas, insolventes e quebradas. Ou seja, Temer assumiu o comando do país em meio ao caos sem solução de curto ou médio prazos, e quanto a isso ninguém em sã consciência pode negar. 

Diante de tantos escândalos, de tantos atos criminosos e da crise deixada de herança pelo PT, eu pergunto aos petistas e aos novos críticos do novo governo: o que têm feito Lula, Dilma e a petralhada até agora, além de sabotar, sabotar e sabotar, para que nada dê certo em nosso país? O que têm feito a canalha sindicalista, a CUT, CGT, MST e outros núcleos de parasitas para ajudar a Nação a superar tantos problemas? Eu respondo: nada e nada além de conspirar, sabotar, sabotar e sabotar. 

Portanto, amigos, bater no presidente Michel Temer agora é fazer o jogo sujo e ordinário do PT. É validar o plano de sabotagem que vem sendo incentivado por Lula, Dilma e por outros cretinos da organização criminosa que lutamos para remover do poder. 

Quem tem um pouco mais de tirocínio político não deve cair nessas armadilhas. Estamos vendo o novo governo trabalhando com dificuldade, sem apoio popular e mesmo assim vem conseguindo fazer reformas importantes e em tempo recorde para tirar o nosso país da crise. 

Toda a nossa luta para removermos Dilma com seu bando do poder não terá sentido se negarmos agora (nessa hora difícil) um voto de confiança para que a nova equipe governamental promova as mudanças de rumo da economia brasileira, afinal, uma nova crise institucional agora, levará o país à bancarrota em questão de semanas. E é exatamente isso o que a súcia da chupeta, a cambada da mortadela quer, ou seja, que nós brasileiros que tanto lutamos para remover o bando petista do poder, atuemos nas redes sociais para enfraquecer o novo governo que eles mesmo elegeram. 

Amigos, o que interessa a Lula, Dilma e ao PT não nos interessa. A difusão do medo, o enfraquecimento dos grupos de resistência e a divisão da sociedade são os elementos primordiais do controle social que o PT sempre desejou por em prática no Brasil. Como não conseguiram, a estratégia agora dessa mundiça consiste em desviar a atenção da sociedade, afastar o nosso foco dos problemas realmente importantes e das grandes questões que carecem de soluções, como por exemplo, a questão econômica. 

O PT, assim como os comunistas, são hábeis em utilizarem as mídias para alimentar debates sobre temas insignificantes que possam desviar o foco das pessoas daquilo que realmente importa à sociedade. Apelar para o emocional é uma técnica clássica dos comuno-socialistas para curtocircuitar a análise racional e, portanto, o sentido crítico dos indivíduos.

É notório que a imprensa precisa de notícias e de fatos que chamem a atenção geral, mas manter a audiência distraída, longe dos verdadeiros problemas e refém dos temas sem importância real, faz parte dos jogos sujos do PT. 

Um exemplo disso: pergunte, provoque, instigue um presidente de república a comentar sobre a prisão do seu antecessor. 

Primeiro cria-se um problema, uma “situação” destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que o próprio público passe a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. 

Outro exemplo: fomentar a violência urbana ou patrocinar grupos para praticar atentados sangrentos a fim de que a sociedade passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da sua liberdade. 

Ou ainda: promover ou acirrar uma crise econômica para elevar os impostos e em seguida comprometer a qualidade dos serviços públicos. E nenhum apelo emocional é mais eficiente para abrir a porta de acesso ao inconsciente, para implantar ideias, desejos, medos ou comportamentos díspares do que uma crise econômica. 

Outro modo de fazer com que a sociedade aceite uma decisão impopular é apresentá-la como “dolorosa, mas necessária”, obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. 

Claro está que para qualquer pessoa é sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de imediato; segundo porque o indivíduo tem sempre a esperança de que “tudo irá melhorar amanhã” e que um sacrifício exigido poderá ser evitado. E terceiro porque, isto dá tempo ao indivíduo para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento da cobrança.

E o momento chegou, tanto que estamos pagando, sem comer e sem beber, por todos os desmandos que Lula e Dilma com seu bando puseram em nossas costas. 

Sinceramente, não é tarefa fácil para um governo (com ou sem popularidade) consertar tantos desmandos e resolver tantas questões complexas, sobretudo com um congresso atulhado de larápios federais.

Se Temer foi feliz ou infeliz na resposta ao repórter sobre a prisão de Lula, isso não significa absolutamente nada, por uma forte e consistente razão: Lula é um bandido mundialmente conhecido e seu caso é um caso de polícia, de porta de xadrez e não de presidente da república. 

Mas, apesar dos ataques e sabotagens, rogo aos céus para que o presidente Michel Temer seja tolerante, que paute as ações sob as lentes da ética da responsabilidade, que faça os acordos necessários à governabilidade do país e que consiga terminar seu mandato em 2018, deixando a economia nos trilhos e o país crescendo e sendo respeitado mundo à fora. 

Bastaria o presidente Temer realizar essa proeza até 2018, para a imprensa ungi-lo com honras ao panteão dos grandes estadistas, quando então seu mandato chegará ao fim, dando-nos a chance de elegermos um novo dirigente do Brasil. 

Ruy Câmara.

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2016/11/sobre-natureza-e-o-proposito-dos.html


SOBRE A NATUREZA E O PROPÓSITO DOS ATAQUES CONTRA MICHEL TEMER

Hoje eu gostaria de pedir a atenção de todos os que me acompanham nas redes sociais, para refletirmos um pouco sobre a natureza e o propósito dos ataques virulentos que estão sendo lançados contra o presidente Michel Temer e também sobre os princípios gerais de manipulação e controle de massas. (Ver ao final do texto) 


Como vimos antes, durante e logo após a recente entrevista do presidente Temer à TV Cultura, diversas pessoas esclarecidas, pessoas que até ontem combatiam o PT, Lula e Dilma, resolveram atacar de forma deliberada, apressada e virulenta o recém-empossado presidente. 



Claro que Michel Temer não foi eleito por mim, nem pela imensa maioria do povo brasileiro que foi às ruas clamando pela remoção de Dilma. Ele, juntamente com Dilma, foram eleitos pelos defensores da organização criminosa liderada por Lula e também pela massa ingênua que transformou um "bandido e pilantra" e uma “criminosa e inconsequente” em presidentes do Brasil. 

E quantas vezes fomos às ruas? Após anos e anos de lutas e embates, conseguimos às duras penas remover DILMA e LULA com seu bando do poder. O impeachment de Dilma foi e continua sendo a vitória de todos nós, contribuintes indignados do Estado brasileiro. 

Mas a regra constitucional sobre o impeachment é clara: na vacância do presidente assume o vice. E foi assim que Temer assumiu, com o respaldo da Constituição Brasileira. Durante o Impeachment, enquanto Lula, Dilma com seus bandos tramavam, armavam e lutavam para continuarem roubando e promovendo o desmonte do Brasil, nós sentíamos os efeitos da crise e das condições sofríveis em que a Nação se deteriorava. Nosso país não tinha rumo, nem alternativas para enfrentar as crises, econômica, política e moral mais devastadoras da sua história. 

O governo Temer herdou dos seus antecessores uma dívida bruta impagável de R$ 6,8 trilhões e reservas de apenas 6% desse montante e um déficit fiscal de R4 170 bilhões em 2016 e com todas as empresas estatais saqueadas, insolventes e quebradas. Ou seja, Temer assumiu o comando do país em meio ao caos sem solução de curto ou médio prazos, e quanto a isso ninguém em sã consciência pode negar. 

Diante de tantos escândalos, de tantos atos criminosos e da crise deixada de herança pelo PT, eu pergunto aos petistas e aos novos críticos do novo governo: o que têm feito Lula, Dilma e a petralhada ordinária até agora, além de sabotar, sabotar e sabotar, para que nada dê certo em nosso país? O que têm feito a canalha sindicalista, a CUT, CGT, MST e outros núcleos de parasitas para ajudar a Nação a superar tantos problemas? Eu respondo: nada e nada além de conspirar, sabotar, sabotar e sabotar. 

Portanto, amigos, bater no presidente Michel Temer agora é fazer o jogo sujo e ordinário do PT. É validar o plano de sabotagem que vem sendo incentivado por Lula, Dilma e por outros cretinos da organização criminosa que lutamos para remover do poder. 

Quem tem um pouco mais de tirocínio político não deve cair nessas armadilhas. Estamos vendo o novo governo trabalhando com dificuldade, sem apoio popular e mesmo assim vem conseguindo fazer reformas importantes e em tempo recorde para tirar o nosso país da crise. 

Toda a nossa luta para removermos Dilma com seu bando do poder não terá sentido se negarmos agora (nessa hora difícil) um voto de confiança para que a nova equipe governamental promova as mudanças de rumo da economia brasileira, afinal, uma nova crise institucional agora, levará o país à bancarrota em questão de semanas. E é exatamente isso o que a súcia da chupeta, a cambada da mortadela quer, ou seja, que nós brasileiros que tanto lutamos para remover o bando petista do poder, atuemos nas redes sociais para enfraquecer o novo governo que eles mesmo elegeram. 

Amigos, o que interessa a Lula, Dilma e ao PT não nos interessa. A difusão do medo, o enfraquecimento dos grupos de resistência e a divisão da sociedade são os elementos primordiais do controle social que o PT sempre desejou por em prática no Brasil. Como não conseguiram, a estratégia agora dessa mundiça consiste em desviar a atenção da sociedade, afastar o nosso foco dos problemas realmente importantes e das grandes questões que carecem de soluções, como por exemplo, a questão econômica. 

O PT, assim como os comunistas, são hábeis em utilizarem as mídias para alimentar debates sobre temas insignificantes que possam desviar o foco das pessoas daquilo que realmente importa à sociedade. Apelar para o emocional é uma técnica clássica dos comuno-socialistas para curtocircuitar a análise racional e, portanto, o sentido crítico dos indivíduos.

É notório que a imprensa precisa de notícias e de fatos que chamem a atenção geral, mas manter a audiência distraída, longe dos verdadeiros problemas e refém dos temas sem importância real, faz parte dos jogos sujos do PT. 

Um exemplo disso: pergunte, provoque, instigue um presidente de república a comentar sobre a prisão do seu antecessor. 

Primeiro cria-se um problema, uma “situação” destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que o próprio público passe a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. 

Outro exemplo: fomentar a violência urbana ou patrocinar grupos para praticar atentados sangrentos a fim de que a sociedade passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da sua liberdade. 

Ou ainda: promover ou acirrar uma crise econômica para elevar os impostos e em seguida comprometer a qualidade dos serviços públicos. E nenhum apelo emocional é mais eficiente para abrir a porta de acesso ao inconsciente, para implantar ideias, desejos, medos ou comportamentos díspares do que uma crise econômica. 

Outro modo de fazer com que a sociedade aceite uma decisão impopular é apresentá-la como “dolorosa, mas necessária”, obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. 

Claro está que para qualquer pessoa é sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de imediato; segundo porque o indivíduo tem sempre a esperança de que “tudo irá melhorar amanhã” e que um sacrifício exigido poderá ser evitado. E terceiro porque, isto dá tempo ao indivíduo para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento da cobrança.

E o momento chegou, tanto que estamos pagando, sem comer e sem beber, por todos os desmandos que Lula e Dilma com seu bando puseram em nossas costas. 

Sinceramente, não é tarefa fácil para um governo (com ou sem popularidade) consertar tantos desmandos e resolver tantas questões complexas, sobretudo com um congresso atulhado de larápios federais.

Se Temer foi feliz ou infeliz na resposta ao repórter sobre a prisão de Lula, isso não significa absolutamente nada, por uma forte e consistente razão: Lula é um bandido mundialmente conhecido e seu caso é um caso de polícia, de porta de xadrez e não de presidente da república. 

Mas, apesar dos ataques e sabotagens, rogo aos céus para que o presidente Michel Temer seja tolerante, que paute as ações sob as lentes da ética da responsabilidade, que faça os acordos necessários à governabilidade do país e que consiga terminar seu mandato em 2018, deixando a economia nos trilhos e o país crescendo e sendo respeitado mundo à fora. 

Bastaria o presidente Temer realizar essa proeza até 2018, para a imprensa ungi-lo com honras ao panteão dos grandes estadistas, quando então seu mandato chegará ao fim, dando-nos a chance de elegermos um novo dirigente do Brasil. 

Ruy Câmara

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2016/11/sobre-natureza-e-o-proposito-dos.html


sexta-feira, maio 13, 2016

GOLPE OU DESESPERO?

Inconformados com a remoção de Dilma, de Lula e da petralhada ordinária do poder, os petistas desesperados e a esquerda parasitária continuam repetindo e propagandeando que a queda de Dilma foi um GOLPE das elites conservadores e golpistas do Brasil. Dizem eles: “É golpe tirar uma ‘presidenta’ que foi eleita democraticamente com 54 milhões de votos. 

Ora, eu desmantelo essa falácia tola e ordinária em poucas linhas. Vejamos: 

Quem era Dilma antes das eleições de 2010? 
Era uma mera desconhecida do 2º escalão que não tinha a confiança, nem a preferência do PT, e era odiada pela base aliada que sustentava Lula. 

Dilma, por ela mesma, nunca teve votos sequer para se eleger líder comunitária em Messejana, como foi dito por mim em 2010, numa entrevista que concedi ao Jornal "El Mundo", da Espanha. 

Ocorreu que os nomes da preferência de Lula e do PT (Dirceu e Pallocci) caiaram em desgraça e desceram pelos ralos do Mensalão, e como não havia nomes de peso ou fichas limpas para suceder Lula, Dilma apareceu em cena com que por geração espontânea e logo cuidaram de inventar que ela era a “grande gerentona dos programas sociais e mãe do PAC.  

Como Lula e os petistas sabiam que Dilma não venceria as eleições com seu discurso desnorteado e com um currículo tão sujo, cuidaram de manter o PMDB na chapa petista e deram a Michel Temer a vice-presidência da República. 

Nas eleições de 2014, dos 142 milhões de eleitores aptos para votar, 112 milhões votaram e 30 milhões não compareceram às urnas. Dos 112 milhões de votos apurados, 105 milhões faram válidos e 7 milhões inválidos (em branco e nulos). Aécio e Aluísio Nunes receberam 51 milhões. Dilma e Michel Temer receberam 54 milhões. Ou seja, 88 milhões de eleitores não votaram em Dilma. 

Resultado: Dilma venceu as eleições com uma vantagem muito apertada, mas quem deu votos foram, Lula (ainda no auge da popularidade) e os caciques do PMDB com seus milhares de vereadores, prefeitos, deputados, senadores e militantes. Sem o suporte do PMDB, nem Lula, nem Dilma, teriam sido eleitos.

A verdade dura se impõe. É certo que Dilma subiu no cadafalso no dia em que 367 deputados federais (dos 512) de todos os partidos, democraticamente votaram pela remoção da dama do desastre brasileiro; e juntamente com Lula e o PT foi decapitada politicamente por decisão de 55 senadores da República, muitos deles da base aliada. 

Portanto, acusar a oposição e a sociedade de golpista, é uma mentira, uma cretinice ordinária que não se sustenta nem mesmo nos cérebros obtusos dos petistas e da esquerda parasitária que há 13 anos vive principescamente às expensas do contribuinte e dos trabalhadores. 

Dilma foi levada ao calvário pelo próprio PT e foi decapitada politicamente por vontade expressada nas ruas pela imensa maioria do povo brasileiro; seja pelas suas mentiras continuadas; pela má-fé dos discurso atabalhoados; pelo calote eleitoral mais cretino da história do país; pelo déficit de confiança; pela jumentice crônica; pela incapacidade gerencial; pelos crimes de “irresponsabilidade”; pela cumplicidade e conivência com o chefão da organização criminosa que pretendia se perpetuarem no poder dilapidando e pilhando os cofres públicos; e principalmente pelo canibalismo e delações das quadrilhas que atuavam no seu governo e dentro do próprio PT, partido que Lula e Dilma transformaram na mais sórdida em teia criminosa que se tem notícia no planeta.

Ruy Câmara