domingo, junho 29, 2014

ECONOMIA - BRASIL X CHILE

O país do meu querido amigo, António Skármeta, vai muito bem obrigado. Com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da América Latina, a renda per capita do Chile continuará superior à do Brasil nos próximos anos: de U$ 14.856 em 2014 e U$ 15.736 em 2015, ante U$ 11.080 em 2014 e U$ 10.989 em 2015 no Brasil.

Dados do FMI mostram que o cenário chileno é mais favorável que o brasileiro, com uma inflação de 3% ao ano, abaixo dos 6,4% projetados para o Brasil este ano. A economia chilena crescerá de 3,6% à 5% este ano, enquanto a brasileira estancar-se-a em 1,6%.

O PIB do Chile para 2015, será de 4% e o Brasil, 2,6%. O crescimento médio anual do PIB chileno na última década é de 4,7%, apesar da retração econômica de 2009, que fez a economia chilena recuar 0,9%.

Ao contrário do Chile, o Brasil não avança porque adotou uma política econômica demasiada protecionista que funciona com freio de mão do crescimento. Já o Chile, reaplica idêntica austeridade e rigor fiscal da época de Pinochet que são mantidas até hoje, com menor participação do estado na economia, consorciada com uma política de abertura pró mercado, priorizando o controle dos gastos públicos e uma maior eficiência no crescimento da economia.

As exportações de cobre são responsáveis por 40% do PIB chileno e com os ventos favoráveis da década passada, o governo chileno criou fundos e ampliou suas reservas financeiras, tornando-se o país mais líquido do continente, com um caixa equivalente a 12% do seu PIB à época, (cerca de U$ 30 bilhões), apesar dos prejuízos estimados em 18 bilhões de dólares com as catástrofes naturais (terremotos) que o país andino enfrentou e superou.

Chile, oficialmente República do Chile, é um país da América do Sul, que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encravada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Fonte: Wikipédia

Capital: Santiago

Moeda: Peso chileno

População: 17,46 milhões (2012) Banco Mundial

Produto Interno Bruto: 322 bilhões USD (2013)


Durante o Governo Dilma a economia do Brasil não cresceu, o país não se modernizou e agora se vê ameaçado pelo dragão da inflação, porque o atual governo Dilma, mais que Lula, perdeu o controle, afrouxou as rédeas da gastança com populismos e promiscuidades políticas de toda ordem, para se manter no poder.

A gastança do governo Dilma com iniquidades situa-se na casa de 40% do PIB entre 2014 e 2015, praticamente o dobro do governo chileno, cujos gastos situam-se em torno de 23% do PIB.

Podemos metaforizar a situação econômica do Brasil durante o governo Dilma, com a situação de um pai que não tem dinheiro para atender as demandas da família e torra 40% do seu salário com farras e promiscuidades.