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quinta-feira, outubro 22, 2015

QUEM NÃO PODE PAGAR O QUE DEVE, NÃO PODE CONTINUAR GASTANDO.

INSISTIR NESSA PRÁTICA É ESTELIONATO

Não há nenhuma nação do planeta que tenha feito o seu orçamento prevendo déficit. Na pior das hipóteses as contas (receitas x despesas) empatam ou resultam em superávit.

Há seis meses a economia de R$ 66 bilhões prometida por DILMA para este ano evaporou. Sem saber o que fazer, há dois meses ela enviou para o Congresso Nacional o orçamento de 2016 com um déficit (rombo) de R$ 30,5 bilhões. 

Ocorre que o rombo real é bem maior e hoje (21 de outubro de 2014) já ultrapassa R$ 55 bilhões. E se o governo decidir pagar até dezembro deste ano o que deve (das pedaladas fiscais) ao BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica e FGTS, o rombo ultrapassará a casa dos R$ 80 bilhões.

Levy e Dilma insistem na criação da famigerada CPMF e no aumento dos impostos como única alternativa para zerar as contas. Ora, não é preciso ser doutor em economia para entender que, mesmo com a CPMF e com o aumento da carga tributária, a CRISE produzida por esse desgoverno irresponsável, inconsequente, mentiroso e burro se acentuará ainda mais e se prolongará pelo tempo em que DILMA permanecer no poder.

Por que o governo DILMA é incapaz de retirar o país da crise? A resposta é simples: porque seu desgoverno (refém de Lula e do PT) não para de gastar; nem de se endividar e nem de mentir para o povo. Ademais, com a economia em declínio, a tendência natural é de redução progressiva das receitas e, consequentemente, aumento progressivo do déficit primário. O problema, de novo, não é a crise ou o ministro Levy. O problema é a presidente, que mentiu, mentiu e mentiu até perder completamente a minguada credibilidade que restava.

A solução definitiva da crise não passa por aumentos de impostos e sim por corte linear nos gastos e algumas privatizações. Se DILMA não fosse refém de LULA e do PT, bastaria suspender por 12 meses os gatos com 2 programas: Bolsa Família e com o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social. 

O montante das duas rubricas é de R$ 62,2 bilhões, somados com pelo menos R$ 28 bilhões de privatizações, a partir de abril de 2016 as contas públicas estariam equilibradas; a economia brasileira retomaria a curva de crescimento, o dólar retornaria ao patamar de R$ 2,90 e ao final de 2016 a crise estaria completamente superada, isso sem punir o cidadão contribuinte. 

Essa é a receita mais eficiente e racional para superar a CRISE econômica em apenas 12 meses.

domingo, junho 29, 2014

ECONOMIA - BRASIL X CHILE

O país do meu querido amigo, António Skármeta, vai muito bem obrigado. Com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da América Latina, a renda per capita do Chile continuará superior à do Brasil nos próximos anos: de U$ 14.856 em 2014 e U$ 15.736 em 2015, ante U$ 11.080 em 2014 e U$ 10.989 em 2015 no Brasil.

Dados do FMI mostram que o cenário chileno é mais favorável que o brasileiro, com uma inflação de 3% ao ano, abaixo dos 6,4% projetados para o Brasil este ano. A economia chilena crescerá de 3,6% à 5% este ano, enquanto a brasileira estancar-se-a em 1,6%.

O PIB do Chile para 2015, será de 4% e o Brasil, 2,6%. O crescimento médio anual do PIB chileno na última década é de 4,7%, apesar da retração econômica de 2009, que fez a economia chilena recuar 0,9%.

Ao contrário do Chile, o Brasil não avança porque adotou uma política econômica demasiada protecionista que funciona com freio de mão do crescimento. Já o Chile, reaplica idêntica austeridade e rigor fiscal da época de Pinochet que são mantidas até hoje, com menor participação do estado na economia, consorciada com uma política de abertura pró mercado, priorizando o controle dos gastos públicos e uma maior eficiência no crescimento da economia.

As exportações de cobre são responsáveis por 40% do PIB chileno e com os ventos favoráveis da década passada, o governo chileno criou fundos e ampliou suas reservas financeiras, tornando-se o país mais líquido do continente, com um caixa equivalente a 12% do seu PIB à época, (cerca de U$ 30 bilhões), apesar dos prejuízos estimados em 18 bilhões de dólares com as catástrofes naturais (terremotos) que o país andino enfrentou e superou.

Chile, oficialmente República do Chile, é um país da América do Sul, que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encravada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Fonte: Wikipédia

Capital: Santiago

Moeda: Peso chileno

População: 17,46 milhões (2012) Banco Mundial

Produto Interno Bruto: 322 bilhões USD (2013)


Durante o Governo Dilma a economia do Brasil não cresceu, o país não se modernizou e agora se vê ameaçado pelo dragão da inflação, porque o atual governo Dilma, mais que Lula, perdeu o controle, afrouxou as rédeas da gastança com populismos e promiscuidades políticas de toda ordem, para se manter no poder.

A gastança do governo Dilma com iniquidades situa-se na casa de 40% do PIB entre 2014 e 2015, praticamente o dobro do governo chileno, cujos gastos situam-se em torno de 23% do PIB.

Podemos metaforizar a situação econômica do Brasil durante o governo Dilma, com a situação de um pai que não tem dinheiro para atender as demandas da família e torra 40% do seu salário com farras e promiscuidades.

terça-feira, julho 31, 2012

JOINT VENTURE DO CRIME

LULA-DILMA são os operadores de uma poderosa máquina estatal de moer princípios éticos; de triturar valores morais e de torrar, valores econômicos, impunemente. 

Não há como esconder da sociedade o péssimo desempenho da economia do Brasil durante o desgoverno DILMA-LULA. Não é possível enganar os cidadãos com conversa mole, com demagogia política, com mentiras ou propaganda enganosa, porque o desempenho sofrível da economia já está refletindo de forma negativa na vida de cada um e de todos os brasileiros. 

Neste ano (2012) a Organização Criminosa comemora 10 (dez) anos no poder: vendendo ilusões aos pobres; fazendo propaganda enganosa de conquistas sociais fictícias; torrando e roubando impunemente o dinheiro do contribuinte. 


LULA-DILMA elevaram a dívida do Brasil de R$ 650 bilhões em 2003, para R$ 2,2 trilhões em 2012. Persistindo nessa linha, nos próximos 3 (três) anos o país estará devendo a conta impagável de R$ 5 trilhões de reais, sem nenhuma obra concluída e com dificuldades de investimentos para atender as demandas sociais. 

Não há dúvidas de que todas as estatais do país estão sendo dilapidadas vorazmente pelos bandos no poder e isso afetará negativamente o PIB e a economia de forma devastadora.

Sabemos nós que o PIB é o termômetro que registra o desempenho da economia, que é resultado da administração do país. O PIB de um país mostra claramente a competência ou incompetência de um governo. 

Tanto é verdade o desatino que o PIB do Brasil está em queda e nos próximos 2 (dois) anos de gastanças, populismos e roubalheira o país não terá como pagar sequer os juros da dívida bruta corrente em função da queda de arrecadação; da volta da inflação e de uma recessão sem precedentes; tudo isso por pura jumentice e irresponsabilidade desse bando de vigaristas do PT que está no poder. 

O desastre econômico que vem se desenhando é só uma questão de tempo, mas o governo do PT fará tudo para mascarar essa realidade até as eleições de 2014, quando o Brasil se verá diante de um colapso econômico e do abismo moral em função das descomposturas políticas de LULA-DILMA.

Tais descomposturas são inegáveis e podem ser vistas pala capacidade dessa dupla ordinária de mentir; de usar a máquina estatal para proteger um bando de delinquentes de estimação do PT e, principalmente, para enriquecer seus sócios e parceiros milionários que operam essa mega joint venture do crime e da corrupção estatal.
http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com/2014/07/joint-venture-do-crime.html
Nota: Texto original publicado no FaceBook em 31 de julho de 2012. 

Ruy Câmara
Escritor