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quinta-feira, dezembro 29, 2011

JADER BARBALHO: é assim que se desmoraliza uma Nação


O mega-espertalhão, Jader Barbalho, eleito no Pará com 1,8 milhões de votos, tomou posse como Senador do Brasil, páis desmoralizado e massacrado pelos lacaios da política e da Justiça. 

Possuidor de uma das fichas mais sujas do Brasil, Jader Barbalho foi eleito democraticamente, mas não assumiu o mandato porque o TSE entendeu que a Lei da Ficha Limpa estaria valendo para 2010, como queria o povo brasileiro.  



Essa lei, contudo, foi declarada inaplicável pelo STF, em março de 2011, por 6 votos a 5, abrindo assim os caminhos para diversos larápios profissionais assumirem os seus mandatos. 



Jader e outros quadrilheiros têm motivos de sobra para estarem verdadeiramente agradecidos ao STF por mais esse favor em nome da tão caluniada Democracia, essa Senhora  que também tem as suas deformações no tempo; sendo uma delas, talvez a pior e de mais difícil solução, igualar o que em sua gênese, essência e fundamento é completamente desigual. Por exemplo: o voto de um eleitor consciente e esclarecido ter o mesmo peso eleitoral e o mesmo valor político do voto de um eleitor ignaro e sem esclarecimento algum, tanto que vende a sua inconsciência a um espertalhão por qualquer R$ 20,00. 

De quem é a culpa? 

Minha, eu garanto que não é! Do STF, veremos! 

A culpa, a verdadeira e máxima culpa é da massa eleitoral do Pará, que outorgou um mandato a um político ordinário que faz a política e democracia empobrecerem e se envergonharem de si mesmas, e mais ainda das instâncias jurídico-politicas que dessa gente cuida. 

Durante a deprimente e sub-reptícia solenidade de posse, Jader Barbalho, de cabeça erguida com suas culpas e máculas, teve motivos para dizer garbosamente a si mesmo: comprei o que estava à venda, sim senhor, pois é comprando com dinheiro saqueado que se desmoraliza uma Nação inteira, com suas gentes e com gente graúda das cortes de justiça.   

Ruy Câmara
Escritor


sábado, novembro 26, 2011

POR QUE DEFENDO A CONSTRUÇÃO DA HIDROELÉTRICA DE BELO MONTE?

Que seja o destino das águas, quebrar a monotonia dos mares, 
sejam antes desviadas para gerar energia, 
fertilidade e vida por onde passam. 
(Ruy Câmara) 

Iniciamos este artigo perguntando aos leitores: "Quem de fato manda na Amazônia e quem vem financiado, desde 1975, esse gigantesco e suspeitíssimo aparato publicitário milionário contra a Hidroelétrica Belo Monte? 

Por favor assistam o vídeo abaixo indicado e tirem as próprias conclusões sobre o que está em jogo:


É fácil compreender os motivos pelos quais essa obra, concebida em 1975, remodelada nos anos 80, 90 e 2000, vem sendo alvo de ataques inconsequentes e de sucessivas ações contrárias até 2011, quando recebeu, finalmente, a licença do IBAMA para iniciar suas obras. 

No seu primeiro mandado o ex-presidente Lula repetiu quase textualmente as mesmas palavras ditas pelo  ex-presidente Fernando Henrique Cardoso há 16 anos, a respeito dos obstáculos e das campanhas - financiadas com dinheiro nosso e do estrangeiro, contra a Belo Monte: "Que nos obriguem a cumprir à risca a legislação ambiental, mas não paralisem o país. O país tem fome de energia e fome de crescimento".  

Chama-nos a atenção o fato de os dois ex-presidentes, sabidamente de distintas posições político-ideológicas e partidárias, haverem dito palavras tão semelhantes, dirigidas aos ONGUISTAS, ambientalistas e naturalistas exaltados, e também aos integrantes do Ministério Público, do Judiciário e aos brasileiros que, sem o saberem, se posicionam contra uma geradora de energia limpíssima e indispensável para desenvolver de forma sustentável uma parte enorme do território brasileiro que vive ainda no breu do século XVIII ou bem mais atrasado. 

Nenhum dos dois conseguiu construir Belo Monte, mas ambos lutaram por essa obra porque é uma obra necessária e urgente para um país como o Brasil, que precisa gerar nos próximos 10 anos 60% a mais da energia que produz atualmente, apenas para manter o equilíbrio do sistema energético nacional.   

A campanha publicitária contra Belo Monte vem sendo patrocinada por milhares de ONGs estrangeiras, com o apoio de figuras de prestígio internacional como, Arnold Schwarzenegger, Leonardo Di Caprio, Sigourney Weaver, James Cameron, sem contar com essa moçada da Globo que embarcou de última hora no bloco da folia verde, sem desconfiar de que é usada como uma tola massa de manobra à serviço de interesses internacionais ainda desconhecidos.  

A ocupação da Amazônia pelos americanos, canadenses e ingleses ganhou impulso nos anos 80, quando decidiram ensinar nas escolas, universidade e nos livros de geopolítica dos USA, CANADÁ e REINO UNIDO que aquela parte do território brasileiro não pertence ao Brasil, e sim à comunidade internacional. Mas essa ocupação, que até então era apenas didática e ficcional, tornou-se uma ameaça real à soberania do Brasil quando as MEGA-CORPORAÇÕES estrangeiras passaram a comprar extensas faixas do território da Amazônia brasileira à pretexto de preservação ambiental. 

Há uma pergunta que carece de uma resposta objetiva: Por que motivo os ONGUISTAS estão enviando os caciques e outros líderes importantes das tribos yanomamis para uma temporada de 2 ou 3 anos de estudos nos USA? Seria para ensinar ambientalismo aos índios? Claro que não, e o nosso indianista, Villas-Boas, matou a charada, como podemos vimos no vídeo acima. Quando esses chefes retornarem ao Brasil terão o apoio da ONU para a criação de um estado internacional à parte do Brasil, no coração da Amazônia, sob a tutela e patronato dos americanos. Sabe disso a petista vestida de verde e ex-senadora, Marina Silva, quem recentemente mostrou o que de fato defende com uma proposta esdrúxula e ridícula: que o Brasil compartilhe a sua soberania sobre a Amazônia com os auditores internacionais.  

Quem disse a Marina Silva que os americanos gostam de índio? Os americanos não souberam preservar seus índios e nem mesmo as reservas que eles possuíam, tanto que tomaram de assalto as terras dos descendentes das tribos que conseguiram sobreviver às grandes carnificinas empreendidas por lá nos últimos dois séculos. 

Sabemos nós que, Iludir ou enganar os 1.397 índios civilizados (loucos por motos, celulares, laptops) e donos de uma reserva de 5.353.788 ha não é tarefa difícil para os padres, onguistas e gringos muito sabidos que fazem negócios na região do Xingu com a conivência de centenas de falsos ambientalistas brasileiros e estrangeiros.   

É espantoso ver figuras ilustres se posicionando contra Belo Monte. Muitos não sabem explicar racionalmente o motivo pelo qual estão contra uma obra que garantirá o suprimento de energia limpa para as futuras gerações de brasileiros. 

Percebe-se que há uma absurda ignorância diante da complexidade do tema e temos visto por aí ARTISTAS e ONGUITAS que não sabem sequer fazer um cálculo diferencial ou mesmo uma regra de três composta, falando em energia EÓLICA e SOLAR como alternativas para um impasse que já foi solucionado por centenas de engenheiros e cientistas que trabalham no projeto BELO MONTE  há mais de 20 anos. 

Os críticos ignoram solene que essas matrizes energéticas, quando pensamos em MEGAWATTS, não são viáveis na Amazônia, seja pela sua extensão territorial, seja porque o armazenamento dessas fontes causam muito mais danos ambientais do que a água, que é vida passando por turbinas, deixando ali a energia que o Brasil tanto carece, seja também porque essas alternativas são caríssimas. 

Para termos um ideia do equívoco, basta considerar que uma PLANTA EÓLICA capaz de gerar a cota mínima de energia a ser produzida por Belo Monte exige uma área de pelo menos 1.306 km², ou seja, três vezes maior do que a área que será ocupada pela Hidro, uma área de apenas 516 km², que corresponde a míseros 0,0094% da Amazônia brasileira.     

Vejam o Vídeo 

Belo Monte deverá custar ao Brasil algo em torno de R$ 30 bilhões para produzir 40% da energia consumida por todas as residências do país. A opção por uma Planta Solar custaria a bagatela de R$ 270 bilhões, ou seja, dinheiro suficiente para construirmos 8 (oito) usinas do porte de Belo Monte. Uma Planta Eólica custaria algo em torno de R$ 42 bilhões, causando um impacto ambiental ainda impossível de ser mensurado. 

Para o consumidor final as alternativas (energia eólica ou solar) custariam o triplo da tarifa que será cobrada pela energia gerada por força hidráulica de Belo Monte, sem contar que tais alternativas também agridem violentamente o entorno. Se a Amazônia fosse um SINAI, nem assim valeria à pena (econômica e tecnicamente falando) a implantação de plantas eólicas ou solares. 

Mas já que estamos falando em alternativas caríssimas, há diversas matrizes enérgicas que irão no futuro próximo suplantar todas as matrizes em voga. São sistemas fotovoltaicos que poderão ser implantados em larga escala no mundo. Uma dos projetos mais ousados consiste num satélite de energia solar, em verdade é uma plataforma lançada na órbita da Terra, com superfície de 50 km. Este painel será usado para captar energia solar durante 24 h por dia e com uma intensidade muito maior do que as plantas rasteiras, por não sofrer as perdas causadas pela Atmosfera. Um sistema desse porte (para alumiar metrópoles e megalópoles) pode gerar até 12.000 MW de eletricidade, que seria transmitida via microondas para a Terra. Só não sabemos até que ponto estaremos livres da radiação via microondas. 

A Sanyo desenvolve um projeto igualmente interessante, projeto GENESIS (Global Energy Network Equipped with Solar Cells and International Superconductor Grids), que prevê a instalação, ao redor da Terra de um cinturão de centrais solares interconectadas com hipercondutores para suprir de energia de toda a humanidade. Esta solução eliminaria tecnicamente as diferenças causadas pelo dia e noite e entre as estações do ano. 

Em Israel estão construíram a maior planta mundial de energia solar, com espelhos. Um mega-projeto sobre as areias sem vida. A preocupação dos engenheiros diz respeito às micros-irradiação que foram detectadas no entorno. 

Na Austrália há um projeto da Terra Solar, capaz de gerar 200 MW de energia fototérmica através de uma estrutura de 1000 metros de altura por 150metros de diâmetro, com estimativa de investimento de 800 milhões de dólares. 

Voltando para o plano rasteiro, parece certo dizer que os CONTRAS nunca estão a favor de nada. Os contras são sempre do CONTRA e por instinto ou ignorância vão de ENCONTRO até mesmo com os próprios equívocos ou convicções. Ignoram que o ambientalismo e naturalismo defendido pelo ONGUISTAS do Brasil é farsa, embuste e simulacro, e nada a mais que isso. Os que dizem que a Amazônia é propriedade internacional, apenas repetem àqueles que pregam a ocupação da Amazônia por estrangeiros à serviço de MEGA CORPORAÇÕES INTERNACIONAIS. 

O que de fato está por detrás dessa questão não diz respeito à NATUREZA, nem aos BICHOS, muito menos aos ÍNDIOS. O que está em jogo também não é somente a Hidroelétrica de Belo Monte, mas TODO o TERRITÓRIO da AMAZÔNIA BRASILEIRA, com suas potencialidades hídricas, seus minérios e outras preciosidades tais como o um imenso rio subterrâneo que é 5 vezes mais caudaloso do que o rio Amazonas, e também as plantas medicinais, o petróleo, o nióbio e o ouro. 

Os contras são sempre do CONTRA, seja por desconhecimento, seja por bom mocismo disfarçado, mas todos continuam consumindo energia, poluindo e dilapidando o entorno de diversas formas e ignoram solene que o ambientalismo no Brasil é farsa, embuste e simulacro, uma vez que todos os meses desmatam, com a conivência de ONGUISTAS e de alguns CACIQUES da Amazônia, o equivalente a área onde está sendo construída a Belo Monte. 

Desenvolvimento, emprego e renda inexistem sem energia. Um colapso energético no Brasil não seria um caos, mas um inferno. Sem energia nada funciona e as cidades entram em colapso e em crise de desabastecimento de tudo, imediatamente. Bastam 3 dias de blecaute (apagão) para termos milhares de óbitos por fome e sede. 

As pessoas que estão contra a geração de energia hidráulica poderiam fazer um protesto bem mais coerente com o que pregam, do que se exibindo no Youtube com um mero esperneio verbal. Seria justo pedirem o corte de energia das suas casas e escritórios pelo tempo em que durar a construção da Belo Monte. Não usar a energia hidráulica que tanto repudiam seria uma atitude coerente frente aos discursos. Mas quem entre essas vozes é capaz de demonstra tal coerência? 

Ora, até mesmo as vacas leiteiras confinadas nos currais e as galinhas de granjas sabem que energia elétrica é um bem indispensável para as gerações de brasileiros que tomam leite e comem frangos com cerveja gelada, por isso mesmo não nos apraz repetir o trotar barulhento desses ONGUISTAS e naturalistas. Em tudo o que dizem há incoerência, tanto que, os mais exaltados até já insinuam o extermínio humano para o bem da natureza. 

Ruy Câmara










terça-feira, novembro 22, 2011

A HIPOCRISIA DE ONGUISTAS E CARAS PÁLIDAS



Que bela Top Model pode ser essa jovem Ameríndia da Geração Banda Larga do Xingu! Pele bronzeada; cabelos negros, lisos e longos; lábios carnudos e olhos castanhos claros penetrantes, esplêndida de vigor e de beleza; é a encarnação de Eva vestida na própria pele, inteiramente nua, tal como a serpente que induziu Adão a desobedecer o bom Deus para desfrutar das tremuras da carne no Paraíso. 

Para quem está conectado ao paraíso cyber da web, utilizando energia hidráulica das usinas de matrizes limpas e autossustentáveis, essas que os naturalistas exaltados tanto condenaram por jumentice ideológica crônica, é cômodo demais, é hipócrita demais pretender que aproximadamente 400 mil índios brasileiros (0,00018% da população brasileira) permaneçam fora dos contextos da civilização, por exclusão imposta por poderosos grupos de interesses; por falta de programas de integração social; por desconhecimento antropológico, por ausências das técnicas de produção moderna, e até mesmo por falta de assistência humana ao índio, que um item básico e indispensável à vida dessas 300 etnias que falam 275 diferentes línguas. 

Para os naturalistas, ambientalistas, ecologistas, preservacionistas e onguistas oportunistas que vivem de verbas estatais, privadas e de exploração a pretexto de preservação, todos eles em casas iluminadas, climatizadas, sem mosquitos, com água bombeada e aquecida por força elétrica das turbinas de Itaipu, Furnas, Salgadinho, Xingó, Belo Monte e outras mais, usando roupas lavadas à máquina e passadas à ferro elétrico, rodeado de móveis de madeira de lei ou fora da lei, podendo trabalhar em espaços refrigerados e andando por ruas iluminadas e, ao final da canseira do dia, como é sublime ir ao barzinho da esquina para ouvir uma boa música, comendo iguarias e tomando umas geladíssimas - é de fato cômodo não aceitar que a Amazônia não se desenvolva aos padrões das demais regiões que desconhecem a precariedade da vida isolada.  


Aos políticos, preservacionistas e os onguistas exaltados contra a privatização da Eletrobras e contra os novos projetos de produção de energia hidráulica, esses que querem “amerindianizar” os descendentes dos meus antepassados, índios da Amazônia, eu sugiro que ponham em prática as suas teses, começando por se desconectarem agora mesmo da web, em seguida desliguem a energia de suas casas; do prédio, da rua, do bairro, da cidade inteira, e tentem viver assim apenas por uma semana. Eu não gostaria de testemunhar a confusão que causariam, para não dizer, o caos. 

Para os caras pálidas que criticam as propostas ambientais do Presidente Bolsonaro, esses que pensam que os ameríndios são apenas bichos do mato, como os são as pacas, antas e caititus; que são incapazes de se desenvolverem, material e intelectualmente, aos padrões dos ditos civilizados, por isso mesmo não carecem de energia elétrica; eu afirmo com a responsabilidade de quem conhece e bem a Amazônia: vocês estão redondamente equivocados, pois no meio da selva de bichos está surgindo uma Geração Banda Larga de AMERÍNDIOS BRASILEIROS de todas as idades que adoram o conforto, o regaço de um lar com peixes e biritas à mesa, e são fascinados por engenhos tecnológicos, tais como: computadores, celulares, filmadoras, motos, carros, armas de fogo, aviões, e apreciam filmes, pessoas bonitas, adoram futebol e muitos ali são torcedores do Corinthians, do Flamengo e da Seleção Brasileira.  

Os ameríndios da aldeia de Álvaro Tukano são "fascinados por tecnologias" e estão convictos de que o aprendizado e a inclusão digital são muito mais importantes para a vida deles, do que caçar bichos na selva. Takuno, um líder indígena que conheci, afirma que só a tecnologia poderá salvá-los do canibalismo cultural e da exclusão social levada à cabo pela igreja esquerdista, pelos onguistas financiados com dinheiro nosso, e por esses caras pálidas que subjugam as potencialidades e necessidades da Amazônia com suas gentes. 

Os jovens ameríndios do Xingu (território imenso que visitei) descobriram recentemente o feitiço da internet (fibra ótica) e já estão questionando os dolorosos ritos e castigos impostos pelos anciãos das suas tribos às crianças com deficiência e agora desejam viver com o mesmo conforto que assistem nas novelas e filmes. 

Eu tenho orgulho da minha ancestralidade ameríndia (sou bisneto de uma velha feiticeira do Rio Guaporé) e conheço muito bem a Amazônia brasileira - onde meu pai, ao regressar da 2ª Guerra Mundial, trabalhou na construção da linha telegráfica de Porto Velho a Rio Branco e onde trabalhei a serviço da Petrobrás, na construção da Transamazônica; de modo que, não posso levar a sério esse bom-mocismo de ambientalistas e ecologistas hipócritas que diariamente, do alvor ao ocaso, degradam o próprio entorno impunemente.

Então, senhores inimigos das privatizações e do progresso humano, por favor não me venham com o argumento fajutos de que os povos da Amazônia não precisam de integração ou da energia. Precisam sim, e urgentemente, pois é precisamente lá onde a natureza oferece uma das maiores reservas hídricas do mundo e essas potencialidades devem sim, serem aproveitados agora e já, em benefício dos índios e de todos os brasileiros, afinal, sem investimentos privados nas diversas formas de produção de energia, não haverá desenvolvimento sustentável nas comunidades que vivem secularmente ameaçados pela ganância e estupidez de políticos mercenários, de naturalistas e onguistas-picaretas que não sabem sequer apontar no mapa onde fica o Xingu. 

Ruy Câmara