terça-feira, janeiro 24, 2012

SARNEY PASSA, MAS A SARNA FICA


Se JOSÉ SARNEY sabia ou não da PILANTRAGEM do seu assessor, JOAQUIM CAMPELO, é certo que se beneficiou diretamente das espertezas desse posseiro de OBRAS LITERÁRIAS ALHEIAS, afinal, o sujeito não possui DIREITO ALGUM para NEGOCIAR TROCAS DE FAVORES com a editora portuguesa, LEYA, envolvendo a obra “História da Literatura Ocidental, de Otto Maria Carpeaux.

SARNEY sabe e não pode negar, que esse mesmo JOAQUIM CAMPELO, que atua como vice-presidente do Conselho Editorial do Senado, andou negociado em benefício próprio, com essa mesma EDITORA LEYA, a publicação de um dicionário de sua suposta autoria, intitulado, “Dicionário Campelo”.

Nota: o suposto dicionário vinha sendo feito (não por Joaquim Campelo) mas por equipes a seu serviço e pagas pela Editora do Senado Federal, ou seja, às custas do dinheiro nosso.

Não carece inteligência alguma para entender o que se passa, pois foi essa mesma EDITORA LEYA, a casa que publicou em 2011 a BIOGRAFIA do DONO DO MARANHÃO e este ano, como estava certo, publicaria também, por conta da negociata, as memórias dessa SARNA NACIONAL, cujo nome é bom e prudente que o Brasil esqueça. 





Um autor honesto com seus leitores e consigo mesmo teria muita vergonha de se dizer escritor usando tal expediente e mais vergonha teria vendo suas obras sendo publicadas por aí, não por mérito, mas por conta de negociatas e favorecimentos dessa natureza. Ribamar Sarney passa, mas a sarna fica.

Ruy Câmara
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ROSA COSTA, DE O ESTADO DE S.PAULO – BRASÍLIA

ASSESSOR DO PRESIDENTE DO SENADO, RIBAMAR SARNEY (PMDB-AP), UM SUJEITO DE NOME, JOAQUIM CAMPELO, QUE ATUA COM VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO EDITORIAL DO SENADO É ALVO DE UMA QUEIXA-CRIME PROTOCOLADA NA PROCURADORIA DA REPÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL. 
A DENÚNCIA ENCAMINHADA AO PROMOTOR VINÍCIUS ALVES FERMINO, DO 4º OFICIAL CRIMINAL, ACUSA O SERVIDOR DE COMETER PECULATO, AO NEGOCIAR A TÍTULO ONEROSO OU GRATUITO UM BEM PÚBLICO. O DENUNCIANTE, QUE NÃO SE IDENTIFICOU, REFERE-SE À DOAÇÃO À EDITORA PORTUGUESA LEYA DO PROJETO GRÁFICO, FORMATAÇÃO E DIGITAÇÃO DA OBRA HISTÓRIA DA LITERATURA OCIDENTAL, DE OTTO MARIA CARPEAUX, PERTENCENTE AO SENADO. OS LIVROS CAÍRAM EM DOMÍNIO PÚBLICO PORQUE CARPEAUX NÃO DEIXOU HERDEIRO. JÁ OS CUSTOS DA EDIÇÃO FORAM PAGOS COM DINHEIRO PÚBLICO E,COMO TAL, NÃO PODERIAM SER CEDIDOS A TERCEIRO.

JOAQUIM CAMPELO DISSE AO ESTADO QUE SARNEY NÃO SABIA DA NEGOCIAÇÃO COM A EDITORA E QUE RESPONDERÁ SOZINHO PELO DENÚNCIA. "É RESPONSABILIDADE MINHA, A GENTE CORRIGE ISSO, QUAL É O PROBLEMA?", AFIRMOU.

O DENUNCIANTE ANEXA À DENÚNCIA REPORTAGENS SOBRE A TRANSAÇÃO COM A EDITORA QUE PUBLICOU NO ANO PASSADO A BIOGRAFIA DE SARNEY, PRESIDENTE DO CONSELHO EDITORIAL, E QUE ESTE ANO IRIA PUBLICAR O SEU LIVRO DE MEMÓRIAS.

CAMPELO É ACUSADO TAMBÉM DE AGIR EM PROVEITO PRÓPRIO, EM TROCA DA PUBLICAÇÃO DE UM SUPOSTO DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA QUE LEVARIA SEU NOME. OU SEJA, O "DICIONÁRIO CAMPELO". O DIRETOR EDITORIAL DA EDITORA LEYA, PASCOAL SOTO, NÃO RETORNOU AS LIGAÇÕES DA AGÊNCIA ESTADO. JÁ À REVISTA ÉPOCA, ELE AFIRMOU QUE EXAMINA "A POSSIBILIDADE DE PUBLICAR O DICIONÁRIO DE AUTORIA DE CAMPELO".

CAMPELO NEGA A FEITURA DO DICIONÁRIO. ELE AFIRMA QUE SUA EQUIPE TEM SE DEDICADO, SIM, A PREPARAR "UMA PEQUENA ENCICLOPÉDIA". "NÃO TEM NADA DISSO (DICIONÁRIO), O GALO CANTA E NÃO SE SABE AONDE É. A ENCICLOPÉDIA É DO SENADO E SAIRÁ COM A LISTA DE SEUS COLABORADORES", REAGIU. MAS A INFORMAÇÃO NO CONSELHO EDITORIAL É OUTRA: DUAS EQUIPES ATUAM NO ÓRGÃO EXECUTANDO TAREFAS DIFERENTES, SENDO QUE UMA CUIDA DO DICIONÁRIO E OUTRA DA ENCICLOPÉDIA. "A ENCICLOPÉDIA VAI TER O PEDRO I, PEDRO II, O CASIMIRO DE ABREU, SERÁ HISTÓRICA E GEOGRÁFICA BRASILEIRA, VAI TER SANTO ANTONIO DAS ANTAS LÁ NA CAIXA PREGO, QUE É LUGAR INCERTO E NÃO SABIDO", AFIRMOU.

O CONSELHO EDITORIAL É UM DOS CITADOS ENTRE OS CONTEMPLADOS PELOS DESMANDOS ADMINISTRATIVOS DO SENADO, NA SÉRIE PUBLICADA EM 2009 PELO ESTADO DE S. PAULO, COMO CABIDE DE EMPREGO DE AMIGOS, FILHOS DE AMIGOS E APADRINHADOS DE SARNEY. FOI CRIADO NA PRIMEIRA GESTÃO DO SENADOR JOSÉ SARNEY (PMDB-AP) NA PRESIDÊNCIA DO SENADO, TENDO ENTRE OUTRAS ATRIBUIÇÕES, A DE PREENCHER A LACUNA NA BIBLIOGRAFIA BRASILEIRA, PUBLICANDO OBRAS INÉDITAS. O QUE OCORRE, PORÉM, APÓS 15 ANOS DE ATIVIDADE, É QUE O ÓRGÃO SE TORNOU UMA CAIXA PRETA PARA ACOMODAR AMIGOS E APADRINHADOS E PARA ATENDER A INTERESSES PESSOAIS DE SEUS DIRIGENTES.

Procuradoria da República do DF recebe denúncia contra assessor de Sarney - politica - Estadao.com.b
Brasília - Assessor do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Joaquim Campelo, é alvo de QUIXA CRIME