terça-feira, junho 28, 2011

OLIGARQUIA MULTICOLORIDA

   
A famigerada oligarquia multicolorida "Suplicy" é o retrato invertido e em sépia de uma massa social negligente demais com os próprios interesses.

Tanto é verdade que a massa eleitoral paulista cometeu o desatino antirrepublicano, ou mesmo a jumentice política de eleger 2 (dois) senadores da república (num universo possível de apenas 3 senadores) e o fez outorgando 2 mandatos senatoriais a 2 pessoas do mesmo partido (PT), da mesma família (Suplicy) e que atuam no mesmo curral eleitoral (SP), seja na condição de ex-marido e ex-mulher, seja na condição de cúmplices entre si ou de coniventes com os atos mais vergonhosos de um governo despótico e irresponsável em todos os aspectos. 

Marta Suplicy atua na política como uma beldade em defesa da vulgaridade e, dependendo do seu interesse, ora é Matarazzo, ora é Suplicy, ora quer ser uma Paris Hilton, só que lhe faltam os dotes, os atributos e o glamour para tanto vedetismo, razão pela qual desperdiça seu mandato de senadora afrontando o bom-senso e a razão da sociedade.

Colecionei uma série de videos dessa senadora vulgar, sempre em defesa da promiscuidade, por isso merece ser banida da vida pública para que pratique na vida privada tudo o que deriva da sua doutrina sexual, uma doutrina tão ordinária que, em ciência política, pode ser chamada de SEXOSCLEROSE HOMOAFETIVA PROMÍSCUA. 

O amor é lindo, mas nessas eleições o eleitor do Estado de São Paulo tem a obrigação republicana de aposentar esse bobalhão stalinista, Eduardo Suplicy. E nas próximas eleições, será a vez de colocar na prateleira Marta Suplicy. 
  


Ruy Câmara
Escritor

Notas:
Oligarquias são grupos pequenos e fechados de lideres e apaniguados que detêm o controle do poder, geralmente formados por familiares e afins.

Nepotismo (de NETO ou DESCENDENTE) significa o favorecimento de PARENTES e afins em detrimento de pessoas mais qualificadas ou de FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS concursados e de carreira no comando dos negócios públicos.

Governo despótico é aquele que detém o monopólio da verdade e da razão, que gasta as finanças públicas como quer e entende; que governa sem oposição, sem transparência e sem dar satisfação ao contribuinte.