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segunda-feira, fevereiro 09, 2015

FRUSTRANTE COMPARAÇÃO

É frustrante comparar os investimentos em EDUCAÇÃO nos EUA com os investimentos no Brasil, pela desproporção das suas grandezas. Vejamos a disparidade: 

No orçamento (PLOA 2015) o governo Dilma provisionou apenas R$ 56,48 bilhões para todo o sistema de Educação Básica; Educação Profissional e Tecnologia: Superior, Pós, Pesquisa e Extensão no Brasil. 

Ora, apenas STANFORD, uma universidade em Palo Alto, no Vale do Silício, dispões de um orçamento de R$ 21,4 bilhões de dólares, equivalente a R$ 57,78 bilhões de Reais. Ou seja, o orçamento dessa universidade é maior do que todo o orçamento do Governo Federal para a Educação, sendo ainda 2.4 vezes maior do que o orçamento do Estado do Ceará para 2015. 

E se incluirmos HARVARD, com orçamento equivalente a R$ 91,8 bilhões + YALE, com orçamento de R$ 61 bilhões + UNIVERSITY OF TEXAS, com R$ 60 bilhões + PRINCENTON, com R$ 50 bilhões; podemos afirmar que, somente 5 universidades particulares nos EUA (dentre mais de 500 outras) dispõem de R$ 320 bilhões, ou seja, 5.6 vezes mais do que todo o orçamento do Brasil para a Educação. É possível comprar? 

Concluo esta reflexão afirmando: muitos doutores e mestres no Brasil precisam sair da CAVERNA DE PLATÃO para entender o óbvio, ou seja: a ignorância da massa brasileira; o populismo xenófobo dos governos rudes; o peleguismo fomentado por políticos ordinários; e a endemia da miséria social no Brasil são consequências diretas da precariedade dos investimentos em Educação em todos os níveis. 

Ruy Câmara  
Escritor
http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2015/02/uma-frustrante-comparacao.html


Visita in-loco:

Stanford



Harvard

Ver os links abaixo: 

Orçamento do Estado do Ceará - Exercício 2015:

Orçamento da União - Exercício 2015
http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/sof/PLOA2015/Volume_I_PLOA_2015.pdf

STANFORD UNIVERSITY - PALO ALTO

terça-feira, outubro 14, 2014

A SORDIDEZ DO VOTO EM DILMA



Uma pessoa analfabeta, sem formação, sem profissão definida, sem recursos para suster sua família, sem informação alguma e que escapa com a bolsa miséria, admite-se que, por ignorar os fatos que estarrecem a Nação, acabe recebendo alguma vantagem para votar em Dilma ou em alguém do PT.


Mas uma pessoa esclarecida, que tem conhecimento, formação escolar, discernimento, abundância de informações e que testemunha diariamente tantos escândalos vergonhosos perpetrados pela quadrilha de delinquentes do PT, essa pessoa só vota em Dilma ou no PT se for intencionalmente desonesta, desdotada de um mínimo de senso crítico ou de total descompromisso com os mais sutis princípios éticos e morais que embasam uma civilização.

Diante de assaltos continuados que ultrapassam 10 bilhões de dólares só de propina para a quadrilha federal liderada por Dilma, é impossível que um cidadão decente e civilizado se mantenha indiferente e ainda seja capaz de defender esse tipo de conduta ordinária. 


Não consigo esconder de ninguém a minha indignação e repúdio quando vejo gente esclarecida atuando nas escolas, universidades e academias em defesa da quadrilha liderada por Dilma, essa presidente ordinária e mentirosa que desmoraliza a sociedade, que acoberta bandidos e, para se manter no poder, torna-se conivente e cúmplice de tantos canalhas e larápios que há 12 anos dilapidam a Nação brasileira impunemente.

Na atual conjuntura e diante de milhares de escândalos apurados e comprovados ao longo do desgoverno petista, votar em Dilma ou em alguém do PT é reafirmar para si próprio um sórdido e inescrupuloso compromisso antirepublicano, antiético a imoral. 

Essa pessoa está dizendo com todas as letras: ESTOU DE PLENO ACORDO QUE A QUADRILHA DO PT LIDERADA POR DILMA, CONTINUE SAQUEANDO, ASSALTANDO E ROUBANDO O BRASIL E O POVO BRASILEIRO.





quinta-feira, julho 31, 2014

BEM LEMBRADO, SENADOR

O que está implícito no discuso do Senador Cristóvão Buarque, proferido logo após a humilhação nos gramados é muito mais duro para o governo Dilma, do que para a torcida brasileira, que em parte não sofreu absolutamente nada diante do desastre da Copa. 

Disse ele: "O que mais me impressiona é o fato de estarmos profundamente abatidos, no Brasil inteiro, porque perdemos de 7 a 1 para a Alemanha, mas jamais nos lembramos de que a Alemanha, mesmo tendo sido destruída duas vezes num século, tem 102 Prêmios Nobel e nós não temos nenhum. Ninguém lamenta as consequências para o futuro do Brasil pelo fato de estarmos perdendo de 102 a zero para a Alemanha, no campeonato de Prêmio Nobel. 

Ninguém lamenta que no rol de 106 países analisados, o Brasil está no 85º lugar em IDH, tecnicamente empatado com o Haiti e outros países pobres da África. 

Não houve trauma algum quando a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico divulgou uma lista em que o Brasil está no 58º lugar no rol dos 65 países mais atrasados em Educação." 

Eu concluo dizendo: 
Diante do que observo, posso afirmar que Lula, Dilma e o PT conseguiram de fato transformar o Brasil numa nulidade: já não somos mais os melhores em futebol e nem em outras atividades que possamos nos orgulhar ou exemplificar o mundo.  

Ruy Câmara
Escritor








quarta-feira, outubro 02, 2013

FIASCO RETUMBANTE DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

A USP, a única universidade do Brasil que aparecia entre as 200 melhores do mundo, despencou 68 casas no ranking universitário do (Times Higher Education), passando do 158º lugar em 2012 para o grupo de 226º a 250º lugar.

A Unicamp também despencou, passando do 251º a 275º lugar (em 2012) para 301º a 350º lugar.

Os Estados Unidos, tão caluniados e invejados por gente dessa esquerda xenófoba e idiotizada, continuam dominando o ranking, colocando simplesmente 77 universidades no rol das 200 melhores do mundo.

O que Dilma/Lula, com toda essa petralhada escroque e lacaia, tem a dizer sobre o fiasco retumbante da educação brasileira?

Ruy Câmara

terça-feira, fevereiro 26, 2013

QUAL O GRANDE PROBLEMA DO BRASIL?




Se perguntarmos a um pobre qual é o grande problema do Brasil, por certo ouviremos a seguinte resposta: o grande problema do Brasil é a fome.

Se perguntarmos a um petista, ele dirá: o problema é a miséria e só se resolve isso dando bolsas com dinheiro público aos pobres e criando cotas raciais nas universidades. 

Se perguntarmos a um comunista, ele responderá: o problema é o capitalismo, cuja lógica é a acumulação, concentração de renda e a exploração dos trabalhadores pelos ricos.

Se perguntarmos a um socialista dos tempos atuais , ele responderá: o problema é a desigualdade social. Por isso é preciso aumentar a carga tributária sobre a riqueza das elites capitalistas para desconcentrar a renda e investir mais em programas sociais, educacionais, habitacionais,  de saúde e em infraestrutura pública. 

Se perguntarmos aos políticos ou governantes eles dirão: o problema é a escassez de recursos do Estado para suprir as deficiências dos sistemas de saúde, educação, segurança e infraestrutura pública. 

Se perguntarmos a um acadêmico ou educador, ele dirá: o problema não é só a precariedade da educação, nem a insuficiência de vagas nas estruturas educacionais. É problema é o salário de miséria que se paga ao professor. 

Se perguntarmos a um empresário ou economista, ele dirá: o primeiro grande problema do Brasil é o desemprego e o segundo, ainda mais grave, é como gerar mais empregos sem aumentar a inflação e os juros. 

Mas se alguém me perguntasse eu diria sem pestanejar: o grande problema do nosso Brasil é "como" civilizar o grande contingente de pessoas incivilizadas que embrutece uma nação corrompida em todas as suas estruturas!

Esse sim, é a grande problema que nós brasileiros precisamos enfrentar e com urgência, afinal, civilizar uma sociedade incivilizada, viciada na esmola do dia e embrutecida pelo populismo dos charlatões e embusteiros do poder, é, de fato, um processo bem mais amplo e complexo do que simplesmente educar formalmente, já que civilizar engloba e ultrapassa inclusive a educação formal, moral, social e cívica. 

Ruy Câmara
Escritor 
    

domingo, novembro 11, 2012





Os debates sobre temas raciais quase sempre são desviados para um terreno ideologicamente perigoso, porque invoca aquele secular e arcaico duelo entre escravocratas e abolicionistas, despertando frustrações ou mesmo acirrando teses racistas entre grupos antagônicos.


Recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu equivocadamente e por unanimidade, simplificar a gravidade dos problemas econômicos e sociais que afetam a imensa maioria do povo brasileiro, determinando que a introdução de cotas raciais para o acesso às universidades públicas federais não viola a Constituição da República. 

A mais alta corte de justiça do Brasil ignorou solene que, biologicamente não há distinção entre raças, assim como não há comprovação científica capaz de unificar os indivíduos das categoria raciais "parda clara, parda escura e pretos" numa única categoria: "Negra." 

Alias, a expressão RAÇA deriva de um conceito antropológico arcaico, que classifica as pessoas com base no fenótipo, nos traços visíveis, tais como: a cor da pele, o formato do crânio, o tipo de cabelo, etc. 

A antiga classificação de raças do IBGE foi pinçada da classificação adotada secularmente pelas Forças Armadas, ou seja, classificavam-se os alistados para o serviço militar em cinco categorias: branca, preta, parda, amarela e indígena. Eu, por exemplo, fui classificado como pardo claro. 

Com base nessa classificação, o IBGE, de forma fraudulenta, divulgou o quadro cromático brasileiro, onde os brancos representam 50% da população (95 milhões); os pardos representam 43% da população (79 milhões); os negros representam 6% (11 milhões); os amarelos (asiáticos) representam 0,7% da população (1 milhão); e os índios representam 0,3% da população (800 mil). 

Portanto, é uma tremenda FRAUDE ESTATÍSTICA dizer que o Brasil tem a maior população de origem africana das américas. Ao contrário do que afirmam os fraudadores de plantão do governo petista, eu afirmo e comprovo que temos a maior população de origem européia do continente Sul Americano, já que o traço ancestral que predomina nas gentes brasileiras tem sua gênese biológica no cruzamento de brancos (portugueses, espanhóis e holandeses) com nossas índias. 

A prova incontestável dessa afirmação pode ser encontrada na distribuição das gentes no território brasileiro, onde se constata que no Sul do país predomina o elemento europeu de origem alemã, italiana e eslava; no sudeste predomina o elemento europeu de origem portuguesa, espanhola, alemã e italiana; no Nordeste predomina o elemento africano, indígena e europeu de origem portuguesa e holandesa; no Norte predomina o elemento indígena.

Portanto, é um equívoco ou mesmo uma deformação proposital dizer que o Brasil é afro-brasileiro. Em verdade, nesse cadinho cromático ocorreu a miscigenação genuinamente brasileira, que produziu uma civilização que conserva no seu fenótipo a marca da nossa celtibérica-latino-africanidade, ou seja, uma civilização gerada a partir de um elemento novo e que podemos chamar de elemento celtibérico-afro-latino, e não de afro-brasileiro, como querem os líderes desses movimentos raciais e o governo populista do PT. 

O termo afro-brasileiro é reducionista, exclusivista, já que reaviva apenas a ascendência de negros africanos vindos para o Brasil, por isso mesmo não tem a mínima sustentação antropológica e muito menos genética, uma vez que exclui e ignora, por vontade de dominação política, a gênese biológica fundante da nossa formação civilizatória. 

Quanto a malsinada Lei de cotas sancionada pelo populista Lula para privilegiar o ingresso de estudantes que se autoconsideram negros nas universidades públicas do Brasil, podemos afirmar que o MEC viu aí um biombo para esconder as deficiências do ensino básico e fundamental gratuitos no Brasil. 

Fazendo um recorte da linha de pobreza no Brasil, contata-se que temos aproximadamente 57 milhões de pobres. Na faixa da pobreza humana e por falta de renda, temos 20 milhões de brancos, representando 34,2%; temos 33 milhões de pardos, representando 58,7%; e temos somente 3,9 milhões de negros, representando a minoria, ou seja, 7,1% dos pobres do Brasil. Ou seja, brancos e pardos formam uma maioria composta por 92,9% da população brasileira. 

Então, surge aí um problema real que se agrava com a famigerada Lei: como inserir 57 milhões de pessoas carentes de escolaridade, de cultura e de melhores condições materiais? O truque do governo populista do PT foi juntar a massa de pobres de todas as cores (exceto os brancos) numa estatística fraudulenta que elevou de 7,1% para 65,8% o contingente de pobres, passando a chamá-los, indistintamente, de NEGROS. Isso é uma fraude grotesca.

Desse modo o governo do PT reuniu na classificação de PARDOS todos os MULATOS, CABOCLOS, CAFUZOS, MAMELUCOS e mestiços de pretos com as demais "cores" e, em seguida, deslocou os pardos para a classificação de negros. Sem dúvida, o governo cometeu um equívoco retumbante e estabeleceu um paradoxo sem solução para encobrir a ausência de uma política sustentável de inserção sem exclusão de qualquer natureza. 

Ao sancionar o regime subjetivo de cotas o governo criou também um racismo envergonhado, acabrunhado, onde um cidadão considerado negro pelo sistema passa a ser visto como inferior em talento e em inteligência, já que seu mérito não será aferido em condições de igualdade com os demais para ingressar na universidade. 

Não há um critério justo e muito menos honesto de seleção segundo a famigerada Lei, e a sua aplicação é tão deformada que chega a dispensar, na prática, as comissões de avaliadores, cometendo o absurdo de considerar dois gêmeos univitelinos como sendo de etnias diferentes, como ocorreu na Universidade de Brasilia a partir de uma fotografia analisada por um burocrata estúpido. 

A Lei criada para atender à demandas eleitoreiras do PT é tão desonesta que permite uma seleção baseada em critérios totalmente subjetivos de um avaliador sem nenhum conhecimento científico para tanto. Os avaliadores de plantão decidem quem terá ou não direito às cotas, segundo uma decisão pessoal, prevalecendo aí um absurdo ainda maior: basta o sujeito assinar um termo autodeclarando sua raça e o milagre está feito, anulando assim o acesso pelo mérito.

A experiência nos autoriza a dizer que, no Brasil o que surge para ser temporário passa a ser permanente porque, tanto a sociedade, quanto as instituições nacionais, sobretudo o governo, são incapazes de cortar privilégios estabelecidos. 

Ora, nenhum problema social pode ser resolvido de forma perene com artifícios legalistas, principalmente quando a própria sociedade não se empenha na solução das deficiências estruturais de base, como por exemplo: exigir dos governos educação de qualidade em todos os níveis; oportunidades para o desenvolvimento intelectual e cultural das famílias e a preparação profissional do alunado para ampliar a distribuição de renda. 

Nesse ponto da questão caberia perguntar aos propagadores de soluções milagrosas o seguinte: Como é possível justificar a eficácia de uma política de inclusão "racial" deixando para trás a massa de 53 milhões brasileiros brancos e pardos, pobres e analfabetos? 

Não resta dúvida alguma de que o STF violou de forma cristalina o Art. 5º da CF: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição.



A irracionalidade da Lei de Cotas raciais é uma deformação populista, que anula o mérito individual do estudante dedicado e por simplificação legalista viola de forma afrontosa e ostensiva a Constituição Federal, bastando para tanto observar que, doravante nem todos serão iguais perante a lei, nem perante ao próximo. 

Ora, todo cidadão tem o direito inalienável de ser visto e de ser respeitado como um indivíduo único, em caráter, trajetória de vida, vocação, conhecimentos e em genoma, e não apenas como pertencente a um dado grupo racial.

O que essa lei infunde, em última instância é o seguinte: baseados numa regra cientificamente falsa e socialmente ofensiva, somos contra à meritocracia e aos sistemas que premiam o mérito individual, porque temos convicção de que os indivíduos que se declaram "negros" não reúnem as condições mínimas para superarem os próprios fracassos.   

Ruy Câmara 
Escritor

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2012/11/populismo-e-farsa-da-cotas-raciais.html